Governo aprovou hoje novas regras das pensões antecipadas para carreiras longas

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O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira o diploma que estabelece o fim do fator de sustentabilidade para quem tem 46 anos de contribuições e tenha começado a trabalhar aos 16 anos.

A medida enquadra-se no âmbito das alterações às reformas antecipadas para as carreiras contributivas muito longas, mas fica longe do que tinha sido proposto no documento inicial do Governo, apresentado na Concertação Social em maio de 2017.

O diploma aprovado hoje estabelece o fim do corte nas pensões antecipadas por via do fator de sustentabilidade, que este ano é de 14,5%, para aos trabalhadores inscritos na Caixa Geral de Aposentações (CGA) ou no regime geral da Segurança Social com idade igual ou inferior a 16 anos e que tenham, pelo menos, 46 anos de serviço.

Em outubro do ano passado foi dado um primeiro passo, com a entrada em vigor do fim dos cortes nas reformas antecipadas para quem tem pelo menos 60 anos de idade e 48 anos de carreira contributiva ou que tenha começado a trabalhar com 14 anos (ou antes) e reúna 46 anos de contribuições.

No documento de maio de 2017, o Governo propunha alterações mais ambiciosas, a aplicar em três fases, mas até agora apenas a primeira fase foi concretizada com a entrada em vigor das novas regras em outubro de 2017.

A segunda fase devia ter entrado em vigor em janeiro de 2018 e previa o fim do fator de sustentabilidade para novos pensionistas com 63 ou mais anos e que, aos 60 anos de idade reunissem pelo menos 40 de carreira.

Por último, a terceira fase estava prevista para janeiro de 2019 e previa o fim do fator de sustentabilidade para futuros pensionistas com idade entre os 60 e os 62 anos que, aos 60 anos, tivessem pelo menos 40 anos de carreira contributiva.

Em entrevista ao Expresso, o primeiro-ministro reafirmou que as reformas antecipadas eram uma matéria em negociação e que em breve seria dado um novo passo.

Os parceiros da maioria parlamentar Bloco de Esquerda e PCP têm pressionado o Governo para avançar com a segunda fase da revisão do regime de reformas antecipadas, mas o executivo tem apontado alterações apenas para 2019.

Mil a duas pessoas abrangidas

O fim dos cortes nas pensões para quem começou a trabalhar aos 16 anos e reúne 46 anos de contribuições abrangerá entre 1000 a 2000 pessoas, com um custo estimado entre 4 a 5 milhões de euros, anunciou o Governo.

Os dados foram avançados pela secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros onde foi aprovado o diploma que “reforça a valorização das muito longas carreiras contributivas”.

A medida entrará em vigor a 1 de outubro de 2018.

ZAP // Lusa

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1 COMENTÁRIO

  1. Depois dos 60 anos ninguém devia trabalhar num emprego, e as pessoas deviam ser reformadas sem cortes uma vez que já não há saúde para competir com as pessoas novas, e as pessoas novas e saudáveis todas deveriam ter uma atividade profissional não devia haver rendimento mínimo garantido sem haver uma fonte de trabalho, pôr as autarquias a trabalhar em prol da sustentabilidade, deviam procurar as pessoas enativas e arranjar emprego nas empresas para elas e todas as pessoas com 60 anos ou mais que se quisessem reformar deveriam ser livres de o fazer sem cortes, porque o que está a acontecer em Portugal,é que as pessoas velhas e doentes são obrigadas a trabalhar não são tratadas e morrem a trabalhar,enquanto alguns novos e saudáveis recebem dinheiro sem trabalhar e assim aumenta o crime porque tem muito tempo disponível para a safadeza,e aquela envenção dos cursos não veio ajudar nada,porque metem pessoas com as mesmas ideologias juntas e elas não melhoram pelo contrário elas pioram muito,e não vejo nenhum proveito para ninguém desta prática de coitadíce nem os políticos ganham porque estas pessoas não votam quando chega o dia das eleições estas pessoas não vão votar estão entregues ao vício e ao desmaselo e outras coisas mais, quem tira proveito disto são alguns formadores que não servem para mais nada,andam a ensinar escola« a quem tem a escola toda» estas pessoas precisam de trabalho, e os que tem 60 anos ou mais que contribuíram para descontos não deviam ser penalizados porque se reformam, pois já estão velhos e doentes e dão prejuízo ás empresas. Um estado que obriga os velhos e doentes a trabalhar por causa do fator de sustentabilidade é um estado sem ideias sem inteligência da governação só sabe mexer em dinheiro e fazer contas, mas não sabem trabalhar e fazer trabalhar, são todos iguais não são pais não sabem educar são uns palermas da governação.

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