“Nesta legislatura, andámos a recuperar aquilo que tinha sido destruído”

Miguel A. Lopes / Lusa

O primeiro-ministro, António Costa

O secretário-geral do PS, António Costa, promete que, na próxima legislatura, o partido vai “fazer o avanço de que o SNS precisa”.

O secretário-geral do PS, António Costa, defendeu este domingo que quem quer a vitória do partido nas legislativas, “só tem um voto a dar” e é no Partido Socialista para que este continue “a mudança de política” iniciada há quatro anos.

“Quem quer uma vitória do Partido Socialista só tem um voto a dar: é o voto no PS para dar força ao PS para continuar a mudança de política que iniciámos há quatro anos e que tem que seguir agora com mais vigor para podermos fazer ainda mais e ainda melhor”, disse António Costa, num comício em Beja.

As declarações de Costa surgem um dia depois de a coordenadora bloquista, Catarina Martins, em entrevista à Lusa, ter defendido que nas eleições legislativas de 6 de outubro o voto útil dos socialistas que não querem maioria absoluta é no Bloco de Esquerda.

O líder do partido disse que os socialistas têm “motivos para se alegrarem” com as sondagens, mas acrescentou que já aprendeu na vida política que “nunca ninguém ganhou eleições nas sondagens, as eleições perdem-se ou ganham-se nas eleições“.

Em Beja, tal como já tinha feito num almoço comício em Évora, António Costa dedicou a maior parte do discurso ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), que completou 40 anos neste domingo. “Nesta legislatura, andámos [Governo PS] a recuperar aquilo que tinha sido destruído, na próxima legislatura vamos fazer o avanço de que o SNS precisa para servir ainda mais e melhor as portuguesas e os portugueses.”

“Quando celebramos [PS] os 40 anos do SNS, não olhamos para o SNS com saudosismo ou só pelo muito que lhe devemos do passado, olhamos para o SNS com a consciência de que tem ainda muitos problemas e que há muitos problemas para resolver”, sublinhou.

No discurso, António Costa também falou das três principais reivindicações da população do distrito de Beja, nomeadamente o aproveitamento do aeroporto local, a melhoria das acessibilidades rodoviárias e a eletrificação do troço ferroviário da Linha do Alentejo entre Casa Branca e Beja, que permite a ligação de comboio a Lisboa.

“Quando olhamos para o que acontece no aeroporto de Beja só podemos mesmo dizer: é preciso fazer mais, é preciso fazer melhor, porque não nos conformamos com o que acontece no aeroporto de Beja”, afirmou. “Já quando vemos o atraso no desenvolvimento dos acessos rodoviários aqui no distrito nós dizemos: é preciso fazer mais, é preciso fazer melhor, porque não nos conformamos com o estado em estão os acessos rodoviários ao distrito de Beja”, disse António Costa.

Lembrando que o Governo PS inscreveu “no plano nacional de infraestruturas que a eletrificação da ligação ferroviária entre Casa Branca e Beja seria entre 2021 e 2025”, António Costa disse que a “ambição” do PS é de a “poder fazer em menos tempo, mas nunca, nunca mais atrasar essa obra, que já tarda há muito” em ser concretizada.

ZAP // Lusa

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