Vem aí uma mini Era do Gelo com consequências catastróficas para a Terra

A actividade solar está a diminuir a um ritmo mais rápido do que em qualquer outro momento na história. Os cientistas prevêem que a tendência vai continuar ao longo dos próximos quatro anos, levando a Terra a uma mini idade do gelo – depois da qual as consequências do aquecimento global voltarão em força. 

Os cientistas prevêem que essa tendência vai continuar ao longo dos próximos quatro anos, atingindo um mínimo entre 2019 e 2020, e que terão que decorrer até 15 anos para que o sol volte a uma actividade normal.

“Estamos diante de um declínio na actividade solar e estamos a caminhar para um período de mais inactividade”, alerta o especialista Piers Corbyn, responsável pelo site de previsão meteorológica WeatherAction.

“Isto pode causar uma mudança nas correntes de jacto da atmosfera em direção ao sul, fazendo com que as latitudes temperadas, onde se encontram a Europa e a América do Norte, arrefeçam”, acrescenta Corbyn.

O astrofísico indica que, como resultado, “as temperaturas vão cair, levando ao congelamento da água do oceano e à formação de gelo nas costas da Europa”.

“Prevemos que se produza uma mini era do gelo“, diz Corby, citado pela Sputnik News.

Valentina Zharkova, responsável por um estudo sobre actividade solar apresentado  na semana passada na Royal Astronomical Society, suaviza as previsões: “vai ser frio, mas não vai ser como as eras do gelo em que toda a gente congela, como nos filmes de Hollywood”.

As conclusões do estudo foram publicadas no Astrophysical Journal, onde se apresentam os modelos matemáticos que sugerem a descida de temperatura.

A investigadora sublinha a necessidade de não abandonar a luta contra o aquecimento global durante o eventual período “gelado”, nem ignorar os seus efeitos e presumir que não está a acontecer, mas antes agir do ponto de vista de que “o Sol vai emprestar-nos tempo para controlarmos as emissões de carbono”.

“Alerta máximo”

O meteorologista e astrofísico britânico Piers Corbyn prevê que a Terra vai enfrentar nos próximos anos uma mini era do gelo que irá ter consequências devastadoras para o planeta, informa o jornal britânico Express.

O meteorologista, salienta que há uma ligação entre estas grandes mudanças na actividade solar e o surgimento de fortes terremotos, devido a uma redução na força dos campos magnéticos ao redor da Terra.

Segundo Corbyn, “o Japão, os EUA, as Filipinas e as regiões propensas a terremotos do Oriente Médio e da Ásia estão prestes a colocar-se em alerta máximo”.

Uma quantidade menor de erupções solares está associada a um período de menor atracção magnética sobre a superfície da Terra, que detém o movimento das placas tectónicas e faz com que uma enorme pressão se acumule abaixo do crosta terrestre.

O resultado, diz Corbyn, é uma panela de pressão em que qualquer ligeiro movimento é capaz de desencadear um forte terremoto.

ZAP

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28 COMENTÁRIOS

  1. Há muito tempo que as elites sabem o que aí vem. Só não avisam o povo para não criarem pânico generalizado. Com as centrais nucleares que por aí pululam e outros geradores de matéria poluente e tóxica, como refinarias, poços de petróleo, etc., etc. no meio de calamidades naturais, os resultados vão ser dantescos. A Terra está perdida para sempre e a culpa toda será dos seres humanos. Dos malditos seres humanos.

    • Interessante como a autora do estudo referenciado na notícia que aí indica no seu comentário adverte para a iminente possibilidade de um abaixamento da temperatura global durante várias décadas com consequências bem longe das que os filmes mostram e ao mesmo tempo continua a mostrar-se preocupada com um hipotético aquecimento global de graves consequências para a humanidade. Essa investigadora é a contradição em pessoa!

      A saber: historicamente os períodos de clima mais quente foram também os de maior progresso e bem-estar para a humanidade enquanto os períodos de clima mais frio foram os que trouxeram maiores dificuldades para a humanidade com o alastramento de doenças e, claro, a agricultura a sofrer gravemente com o impacto do frio provocando fome entre as populações e daí até graves desentendimentos entre tribos vizinhas, que resultavam frequentemente em pilhagens ou mesmo guerra, foi apenas um passo.

  2. Obrigado ao Miguel Maio pela fonte original. Sugeria que a notícia fosse reestruturada para ser o mais fiel possível ao original. A realidade é que a diminuição da atividade solar não vai lançar o planeta inteiro na idade do gelo. Para além disso se os níveis de dióxido de carbono e outros na atmosfera não diminuirem vai haver problemas graves relacionados com o aquecimento global, mas apenas com algum atraso face às previsões atuais.

    • Relativamente à concentração de CO2 na atmosfera… a capacidade de retenção de calor do CO2 e outros gases presentes na atmosfera é absolutamente insignificante (não tem qualquer significado prático) quando comparada com a capacidade de retenção de calor do vapor de água que além do mais é incomparavelmente mais abundante na atmosfera do que todos os gases juntos que acusam de provocar um alegado efeito de estufa.

      Exactamente, o vapor de água (que nesta questão toda a gente ignora ou finge esquecer) é, de longe, de muito longe, o factor mais importante a ter em conta. A importância do CO2 neste assunto é irrisória!

      Por vezes até me questiono se é assim tão fácil esquecer a razão por que o litoral tem um clima mais ameno do que o interior…
      Será que os alarmistas do aquecimento global que culpam a humanidade julgam que é por causa do CO2 que provoca aí um efeito de estufa localizado? Óbvio que não pois tal seria ridículo e no entanto ignoram propositadamente que tal deve-se ao vapor de água que é bastante mais abundante no litoral que no interior permitindo que o litoral não sofra as mesmas mudanças de temperatura que ocorrem em zonas do interior.

      Mas claro, para os alarmistas do aquecimento global nem mesmo uma iminente possibilidade de um arrefecimento global os faz deter, os faz reflectir e admitir que erraram redondamente em todas as previsões, repito, TODAS as previsões que fizeram sobre um hipotético mais que certo aquecimento global delirantemente provocado pelas acções da humanidade.
      Para cúmulo, prevejo eu que ainda hão-de andar por aí com os seus alarmismos quando a Europa estiver a tiritar de frio (caso a possibilidade aqui noticiada se concretize de facto).

      Aliás, a desculpa favorita que ultimamente têm apresentado para o falhanço total de todas as previsões relativas ao defendido Aquecimento Global de origem antropogénica tem sido essa : “vai mesmo acontecer… mas é com um atraso”. Assim também eu acerto na previsão de que amanhã estará um óptimo dia para ir à praia com as temperaturas a chegarem aos 35 graus!

  3. Também se esqueceram de verificar se este senhor por acaso não seria um dos que ainda negam o aquecimento global…. olha, não é que é mesmo o caso?!?! …mas que surpresa… e demorei uma eternidade de 25 segundos a descobrir numa pesquisa rápida! Belo jornalismo!

    • Sendo eu pessoa que não nega o aquecimento global pois seria irresponsável negar que o clima obedece aos mais variados ciclos que sucessivamente originam ora aquecimento ora arrefecimento nas mais variadas amplitudes sou também demasiado humilde para pensar que a humanidade já evoluiu o suficiente para controlar o clima e, ainda para mais, inadvertidamente.

      Outras considerações minhas acerca do assunto nas respectivas secções de comentários, aqui mesmo:

      http://zap.aeiou.pt/acordo-de-paris-entra-hoje-em-vigor-136709
      e
      http://zap.aeiou.pt/edp-recusa-encerrar-central-termoelectrica-poluente-do-pais-136578

      Relativamente à sua crítica ao “Belo jornalismo!” permita-me que lhe pergunte:
      Não será um indicativo de uma sociedade muito mais justa haver jornalismo que aborde todos os pontos de vista deixando o leitor decidir livremente ao invés de um pseudo-jornalismo sujeito a censura onde só determinadas notícias são “dignas” de serem publicadas?

  4. O efeito de estufa é o somatório de todos os gases presentes na atmosfera. Claro que o vapor de água é um dos que mais contribui, mas o CO2 não é desprezável e existe um correlação clara e inegável do aumento da temperatura com o aumento da percentagem de CO2 na atmosfera que praticamente triplicou em apenas umas décadas.

    • A concentração de CO2 na atmosfera dizem ser de 400 partes por milhão, ou seja 0,04% ou ainda uma em 2500 partes.

      Diz no seu comentário que “o efeito de estufa é o somatório de todos os gases presentes na atmosfera” mas então como pode também dizer que “o CO2 não é desprezável” quando constitui apenas 0,04% da atmosfera? Como é que uma quantidade tão diminuta de CO2 consegue tão extraordinário efeito?
      É um gás mágico? Talvez me possa responder pois eu não consigo perceber como é que se chega a essa conclusão.
      E é de notar que os restantes gases que também são acusados de ter o mesmo “efeito de estufa” estão presentes em quantidades ainda menores.

      O vapor de água não é um dos que mais contribui… é o que mais contribui para a retenção de calor na atmosfera.
      Alguma vez sentiu ter mais calor ou mais frio APENAS por estar num local com maior ou menor quantidade de CO2? E agora… de vapor de água?
      Percebe agora a diferença entre efeito desprezável e efeito que se faz realmente sentir?

      Já agora, a Retenção de Calor é o que de facto existe na atmosfera e é um fenómeno físico bem conhecido de todos nós: uma substância ou objecto colocado ao sol aquece – retém o calor – mas assim que é colocado à sombra arrefece – liberta o calor armazenado.
      Infelizmente alguém trocou as voltas e decidiu chamar de “efeito de estufa” à retenção de calor existente na atmosfera que são aliás coisas bem diferentes.

      Quanto à “correlação clara e inegável” que diz existir entre o aumento da temperatura e o aumento da percentagem de CO2 na atmosfera… pois bem, essa correlação não é assim tão clara e muito menos inegável.

      Ora veja e analise bem o seguinte gráfico
      «Global Temperature and Atmospheric CO2 over Geologic Time»
      http://www.geocraft.com/WVFossils/PageMill_Images/image277.gif

      contido na página
      http://www.geocraft.com/WVFossils/Carboniferous_climate.html

      Após o período de há 300 a 280 milhões de anos relativamente estável na temperatura e concentração de CO2 na atmosfera, o que vê subir primeiro a pique, a temperatura ou a concentração de CO2?

      Parece-me óbvio que primeiro aumenta a temperatura e só depois em resposta a esse aumento é que a concentração de CO2 também aumenta, ou seja, acontece exactamente o contrário do que afirmam todos os defensores do Aquecimento Global de origem Antropogénica!

      O aumento da concentração de CO2 na atmosfera não é causa… é consequência.

      Repare também na legenda do gráfico:
      «Late Carboniferous to Early Permian time (315 mya — 270 mya) is the only time period in the last 600 million years when both atmospheric CO2 and temperatures were as low as they are today (Quaternary Period ).»

      É ou não é interessante que o período de há 315 a 270 milhões de anos tenha sido nos últimos 600 milhões de anos o único a ter CO2 e temperatura tão baixos como os de actualmente?

      Aliás, toda a página
      http://www.geocraft.com/WVFossils/Carboniferous_climate.html

      contém informações bastantes interessantes para quem se interessar pelo assunto. Só para abrir o apetite logo no topo da página encontra-se o seguinte:
      «The hot and humid climate of the Middle Carboniferous Period was accompanied by an explosion of terrestrial plant life»
      O clima quente e húmido do Período Carbonífero Médio foi acompanhado por uma explosão da flora terrestre.

      ou o seguinte apenas um pouco mais adiante:
      «Earth’s climate and atmosphere have varied greatly over geologic time. Our planet has mostly been much hotter and more humid than we know it to be today, and with far more carbon dioxide (the greenhouse gas) in the atmosphere than exists today»
      O clima e atmosfera da Terra tem variado bastante ao longo do tempo geológico. O nosso planeta tem sido mais quente e húmido e também com muito mais CO2 na atmosfera do que nos tempos actuais.

      ou ainda:
      «To the consternation of global warming proponents, the Late Ordovician Period was also an Ice Age while at the same time CO2 concentrations then were nearly 12 times higher than today– 4400 ppm.»
      Para consternação dos defensores do aquecimento global o Período Ordoviciano Tardio Foi também uma Era do Gelo em que a concentração de CO2 era 12 vezes maior que a actual – 4400 ppm.

    • (2.ª tentativa de envio)

      A concentração de CO2 na atmosfera dizem ser de 400 partes por milhão, ou seja 0,04%, ou seja uma em 2500 partes.

      Diz no seu comentário que “o efeito de estufa é o somatório de todos os gases presentes na atmosfera” mas depois diz também que “o CO2 não é desprezável” apesar de se saber que constitui apenas 0,04% da atmosfera. Como é que uma quantidade tão diminuta de CO2 consegue tão extraordinário efeito? Será um gás mágico?
      Talvez me possa responder pois eu não consigo perceber como é que se chega a essa conclusão. E é de notar que os restantes gases que também são acusados de ter o mesmo “efeito de estufa” estão presentes em quantidades ainda menores.

      Tenho de insistir neste ponto: o vapor de água não é um dos que mais contribui… é o que mais contribui para a retenção de calor na atmosfera.

      Ora repare, alguma vez sentiu ter mais calor ou mais frio APENAS por estar num local com maior ou menor quantidade de CO2? E agora… com maior ou menor quantidade de vapor de água? Não necessariamente em forma de nevoeiro mas aquela humidade que muitas vezes se sente no ar, especialmente em zonas costeiras.
      Este é apenas um exemplo da diferença que existe entre o que é um efeito absolutamente desprezável e o que é um efeito que se faz realmente sentir.

      Já agora, a Retenção de Calor é o que de facto existe na atmosfera e é um fenómeno físico bem conhecido de todos nós: uma substância ou objecto colocado ao sol (ou qualquer outra fonte de calor) aquece – retém o calor – mas assim que é colocado à sombra arrefece – liberta o calor armazenado.
      Infelizmente alguém trocou as voltas e decidiu chamar de “efeito de estufa” à retenção de calor existente na atmosfera apesar de fisicamente serem coisas bem diferentes.

    • Relativamente à “correlação clara e inegável” que diz existir entre o aumento da temperatura e o aumento da percentagem de CO2 na atmosfera… pois bem, essa correlação não é assim tão clara e muito menos inegável.

      Ora veja e analise bem o seguinte gráfico
      «Global Temperature and Atmospheric CO2 over Geologic Time»
      http://www.geocraft.com/WVFossils/PageMill_Images/image277.gif

      contido na página
      http://www.geocraft.com/WVFossils/Carboniferous_climate.html

      Após o longo período de há 300 a 280 milhões de anos que foi relativamente estável na temperatura e concentração de CO2 na atmosfera, o que vê subir primeiro a pique, a temperatura ou a concentração de CO2?

      Parece-me óbvio que primeiro aumenta a temperatura e só depois em resposta a esse aumento é que a concentração de CO2 também aumenta, ou seja, acontece exactamente o contrário do que afirmam todos os defensores do Aquecimento Global de origem Antropogénica!

      O aumento da concentração de CO2 na atmosfera não é causa… é consequência.

      Repare também na legenda do gráfico:
      «Late Carboniferous to Early Permian time (315 mya — 270 mya) is the only time period in the last 600 million years when both atmospheric CO2 and temperatures were as low as they are today (Quaternary Period ).»

      Parece-me deveras interessante que o período de há 315 a 270 milhões de anos tenha sido nos últimos 600 milhões de anos o único a ter CO2 e temperatura tão baixos como os de actualmente!

      Aliás, toda a página
      http://www.geocraft.com/WVFossils/Carboniferous_climate.html

      contém informações bastantes interessantes para quem se interessar pelo assunto. Só para abrir o apetite logo no topo da página encontra-se o seguinte:

      «The hot and humid climate of the Middle Carboniferous Period was accompanied by an explosion of terrestrial plant life»

      O clima quente e húmido do Período Carbonífero Médio foi acompanhado por uma explosão da flora terrestre.

      ou o seguinte apenas um pouco mais adiante:

      «Earth’s climate and atmosphere have varied greatly over geologic time. Our planet has mostly been much hotter and more humid than we know it to be today, and with far more carbon dioxide (the greenhouse gas) in the atmosphere than exists today»

      O clima e atmosfera da Terra tem variado bastante ao longo do tempo geológico. O nosso planeta tem sido mais quente e húmido e também com muito mais CO2 na atmosfera do que nos tempos actuais.

      ou ainda:

      «To the consternation of global warming proponents, the Late Ordovician Period was also an Ice Age while at the same time CO2 concentrations then were nearly 12 times higher than today– 4400 ppm.»

      Para consternação dos defensores do aquecimento global o Período Ordoviciano Tardio foi também uma Era do Gelo mas em que a concentração de CO2 era 12 vezes maior que a actual – 4400 ppm.

    • Quanto à “correlação clara e inegável” que diz existir entre o aumento da temperatura e o aumento da percentagem de CO2 na atmosfera… pois bem, essa correlação não é assim tão clara e muito menos inegável.

      Analisando o seguinte gráfico
      «Global Temperature and Atmospheric CO2 over Geologic Time»
      http://www.geocraft.com/WVFossils/PageMill_Images/image277.gif

      contido na página
      http://www.geocraft.com/WVFossils/Carboniferous_climate.html

      …após o longo período de há 300 a 280 milhões de anos que foi relativamente estável na temperatura e concentração de CO2 na atmosfera, o que sobe primeiro a pique, a temperatura ou a concentração de CO2?

      Parece-me óbvio que primeiro aumenta a temperatura e só depois em resposta a esse aumento é que a concentração de CO2 também aumenta, ou seja, acontece exactamente o contrário do que afirmam todos os defensores do Aquecimento Global de origem Antropogénica!

      O aumento da concentração de CO2 na atmosfera não é causa… é consequência.

      Legenda do gráfico cujo ‘link’ coloquei acima:
      «Late Carboniferous to Early Permian time (315 mya — 270 mya) is the only time period in the last 600 million years when both atmospheric CO2 and temperatures were as low as they are today (Quaternary Period ).»

      Parece-me interessante que o período de há 315 a 270 milhões de anos tenha sido nos últimos 600 milhões de anos o único a ter CO2 e temperatura tão baixos como os de actualmente!

      Aliás, toda a página contém informações bastante interessantes para quem se interessar pelo assunto.
      Só para abrir o apetite logo no topo da página encontra-se o seguinte:
      «The hot and humid climate of the Middle Carboniferous Period was accompanied by an explosion of terrestrial plant life»

      O clima quente e húmido do Período Carbonífero Médio foi acompanhado por uma explosão da flora terrestre.

      ou o seguinte apenas um pouco mais adiante:
      «Earth’s climate and atmosphere have varied greatly over geologic time. Our planet has mostly been much hotter and more humid than we know it to be today, and with far more carbon dioxide (the greenhouse gas) in the atmosphere than exists today»

      O clima e atmosfera da Terra tem variado bastante ao longo do tempo geológico. O nosso planeta tem sido mais quente e húmido e também com muito mais CO2 na atmosfera do que nos tempos actuais.

      ou ainda:
      «To the consternation of global warming proponents, the Late Ordovician Period was also an Ice Age while at the same time CO2 concentrations then were nearly 12 times higher than today– 4400 ppm.»

      Para consternação dos defensores do aquecimento global o Período Ordoviciano Tardio foi também uma Era do Gelo mas em que a concentração de CO2 era 12 vezes maior que a actual – 4400 ppm.

      • Caro ZAP, imaginava toda toda uma série de questões técnicas para os comentários não estarem a entrar no sistema mas provavelmente apenas foram marcadas (?) como SPAM pelo sistema, não sei…

        Seja o que for que tenha acontecido agradeço a sua (ou vossa) paciência e aproveito para dar nota de que o comentário acima enviado a 19 Novembro, 2016 às 11:51 assim como o que está abaixo enviado a 19 Novembro, 2016 às 13:46 podem ambos considerar-se repetidos (e até eliminados, mas apenas se assim o entender),

        Cumprimentos

        • Parece que não só assim não o entendeu (o que é compreensível já que eu não exigi que os meus comentários fossem apagados) como ainda lhe juntou mais comentários repetidos para aumentar ainda mais a salgalhada. Ora muito obrigado!!!

          Finalmente encontra-se um site de notícias onde não é preciso fazer qualquer registo para deixar comentários o que é coisa rara e talvez por isso louvável mas quando o sistema de comentários não avisa que o comentário foi aceite quando se clica em “Enviar Comentário” e além disso ainda descrimina comentários mais longos deixando-os, também SEM QUALQUER AVISO, vários dias à espera de moderação… isso retira qualquer prazer ao acto de comentar.

          Cumprimentos

    • (4.ª tentativa de envio (será da quantidade de links que tinha para fora do domínio aeiou.pt?))

      Quanto à “correlação clara e inegável” que diz existir entre o aumento da temperatura e o aumento da percentagem de CO2 na atmosfera… pois bem, essa correlação não é assim tão clara e muito menos inegável.

      Analisando o seguinte gráfico
      «Global Temperature and Atmospheric CO2 over Geologic Time»
      http://www.geocraft.com/WVFossils/PageMill_Images/image277.gif

      …após o longo período de há 300 a 280 milhões de anos que foi relativamente estável na temperatura e concentração de CO2 na atmosfera, o que sobe primeiro a pique, a temperatura ou a concentração de CO2?

      Parece-me óbvio que primeiro aumenta a temperatura e só depois em resposta a esse aumento é que a concentração de CO2 também aumenta, ou seja, acontece exactamente o contrário do que afirmam todos os defensores do Aquecimento Global de origem Antropogénica!

      O aumento da concentração de CO2 na atmosfera não é causa… é consequência.

  5. O Joca passou-se! Só pode. Ó amigo, tudo isto vai acabar um dia, mas se não for com uma terceira guerra mundial ou com um meteorito dos grandes acredite que o caro Joca, eu e os restantes comentadores vamos embora antes de tudo isto terminar. E quanto ao que aí vem, pelo que conheço, resulta do próprio ciclo do sol não tendo propriamente a ver com a destruição que estamos a fazer aqui pelo burgo. E neste caso, o ciclo solar até nos ajuda, porque vai fazer com que o aquecimento global fique um pouco esbatido durante alguns anos. Entretanto, até poderá conseguir poupar em calções, toalhas de praia, chinelos de dedo e creme protetor. Vai gastar mais em aquecimento, mas isto é como tudo: não se pode ter sol na eira e chuva no nabal. Eu vou já comprar luvas.

  6. Por aqui se vê como os “ambientalistas” não têm a certeza nas provas irrefutáveis no aquecimento global.
    Então agora vamos ter uma “mini era do gelo” ?
    E quando tempo demora uma “mini era do gelo” ?
    Depois o bronco é o Trump.

    • Se Trump não voltar atrás, pelo menos algo de bom já se pode esperar da sua eleição: os acordos globais sobre o clima estão prestes a levar a derradeira machadada.

  7. A parte mais “curiosa” do aviso, é afirmar que a actividade solar diminuindo, irá afectar as zonas temperadas da Terra, e não as calotes polares. É como meter o frango no forno e assar só as asas!
    Desde modo, conseguem então os ambientalistas manter a tese do degelo por aquecimento, e simultâneamente a ameaça da “mini idade do gelo” !
    É também notável que consigam prever em 4 anos a diminuição da actividade solar, e logo depois um aumento. Nem o Zandinga faria melhor !!!

    • O actual ciclo 24 que se iniciou em 2008 tem sido já caracterizado por uma muito significativa diminuição da actividade solar, daí que possam fazer a previsão quando comparam a actual actividade solar com registos anteriores de observações também directas do Sol.

      1755–1766 foram os anos do Ciclo Solar 1 -> o 1.º ciclo com registos pormenorizados da quantidade de manchas solares.

      Não se pode dizer que seja uma previsão feita assim de um momento para o outro sem qualquer fundamentação.

  8. Volta o circo de quando em vez a estas noticias do zap. Coitados das pessoas da idade média que tiveram culpa da mini idade do gelo não pelas suas centrais nucleares e os seus carros, mas por causa dos seu peidos.

  9. Ó Carlos, olhe que tenho de discordar do seu comentário. Os ciclos solares são conhecidos cientificamente, daqui conseguirem prever mais ou menos 4 anos de arrefecimento e depois um aumento da atividade solar.

    Quanto à frase
    “Desde modo, conseguem então os ambientalistas manter a tese do degelo por aquecimento, e simultâneamente a ameaça da “mini idade do gelo” !”

    As duas são compatíveis. Uma relaciona-se com o que se passa internamente no nosso planeta terra, com os comportamentos que temos adotado e toda a léria que conhecemos e ouvimos dia após dia. A outra (mini idade do gelo) tem a ver com a atividade solar, não diretamente influenciada pelo nosso comportamento. Basicamente o que lhe estão a dizer é que o Carlos tem um carro que está cada vez pior e a andar cada vez menos (uma vez que não faz revisões e aos poucos o carro se vai degradando) mas neste momento estão a dizer-lhe que o carro vai andar bastante depressa, não pelo carro, mas porque está à beira de uma descida acentuada.

  10. Uma grande quantidade de noticias não é sinonimo de um bom jornalismo, antes pelo contrário. A qualidade dessas noticias, a sua detalhada verificação e correcção, a isenção, isso sim, isso é que é bom jornalismo.

  11. De facto o que nós estamos a assistir é a um aquecimento que se nota de ano para ano e cada vez com maior densidade e aqui a mão humana tem sem dúvida a grande parte da culpa e nem por isso parece muita assustada com as consequência para o futuro do planeta.

    • Se verificar o gráfico
      http://www.drroyspencer.com/wp-content/uploads/UAH-v6-LT-with-2016-projection-2.gif

      com as anomalias de temperatura dos últimos anos em relação à temperatura média de 1981 a 2010 verá que o que afirma não tem propriamente correspondência com a realidade das temperaturas médias globais nomeadamente dos últimos 20 anos.

      Apenas o ano de 2016 tem sido um nadinha mais quente que o de 1998 e, ao contrário do que afirma, não se nota um aquecimento progressivo ao longo dos últimos anos (ou período de 1999 a 2015).

  12. Quando acabara’ essa mania do terrorismo climatologico? Vivemos mesmo numa era de obscurantismo. Na Idade Media acreditava-se em bruxas e em diabos. Hoje os media massacram-nos com a impostura do aquecimento global. Se o ridiculo matasse os que praticam essa falcatura pseudo-cientifica ja’ estariam mortos. Essa de que vem ai’ uma idade do gelo e de que ao mesmo tempo (!!!???) deve-se combater o suposto aquecimento global nao lembra ao diabo.

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