/

Cientistas descobrem como usar fórmulas matemáticas para prever terramotos

1

Prever a probabilidade de um terramoto ocorrer num determinado local pode ser feito através de fórmulas matemáticas, conclui uma equipa de investigadores.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Uma equipa de investigadores do Lyell Centre, em Edimburgo, descobriram uma maneira de usar fórmulas matemáticas para ajudar a prever a probabilidade de acontecer um terramoto. Os autores do estudo traduziram o movimento de um tipo específico de rocha para equações matemáticas, levando à criação da fórmula preditiva.

Saber quando e onde é que um terramoto vai acontecer seria uma mais-valia, mas os cientistas têm fracassado em encontrar uma forma de conseguir prever estes fenómenos geológicos. Agora, a matemática surge como possível solução para este quebra-cabeças.

Segundo o Phys, os cientistas acreditam que cada tipo de rocha tem um papel crucial nos terramotos. A força de fricção, que pode ser calculada, é um fator importante na sobreposição de rochas que leva ao terramoto.

Para efetuar estes cálculos, os cientistas criaram equações que descrevessem o comportamento de tais rochas no subsolo. De seguida, tomaram em consideração outras variáveis, como níveis de humidade, movimento de falhas e a velocidade com que o solo se pode mover em zonas de falhas. Os resultados do estudo foram publicados, na semana passada, na revista científica Journal of Geophysical Research.

Através desta equações, os investigadores desenvolveram uma fórmula que acreditam conseguir prever quando é que um terramoto pode ocorrer num determinado local. Todavia, os autores fazem a ressalva de que esta fórmula ainda está em desenvolvimento, pelo que ainda é necessário mais trabalho de investigação até chegar a um resultado final.

Sabe-se também que, um pouco por todo o mundo, o aparecimento de grandes terramotos rasos parece seguir um padrão matemático, conhecido como “Escada do Diabo”. Segundo este padrão matemático, os grupos de eventos sísmicos são separados por longos, mas irregulares, intervalos de silêncio sísmico.

  ZAP //

1 Comment

  1. É um bom começo, sem dúvida. Mas é uma teoria por enquanto, sem nenhum teste que confirme a sua validade. É continuar

Deixe o seu comentário

Your email address will not be published.