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“Um terrorista morto não pode fazer mal à Grã-Bretanha”

Gavin Williamson, o novo ministro da Defesa britânico, defendeu ao Daily Mail o seu ponto de vista: “um terrorista morto não pode fazer mal”.

Foi ao Daily Mail que o novo ministro da Defesa britânico decidiu explicar que, na sua opinião, “os britânicos a lutar pelo Estado Islâmico deveriam ser eliminados”.

“Devemos fazer tudo o que pudermos para destruir e eliminar esta ameaça“, acrescentou Gavin Williamson.

No Reino Unido, cerca de 800 pessoas com passaporte britânico terão viajado para o Iraque e a Síria para combater ao lado do Estado Islâmico. Deste número, 130 terão sido mortos e cerca de 400 regressaram ao Reino Unido, com 27 a permanecer ainda no Médio Oriente.

A questão já tinha sido discutida em 2014, quando Mohammed Emwazi, cidadão britânico, apereceu em vídeos de propaganda a mostrar a decapitação de vários prisioneiros.

Gavin Williamson, que tomou posse como ministro da Defesa no último mês, sucedendo a Michael Fallon que se demitiu devido às alegações de má conduta para com mulheres, jurou que os combatentes que fugiram para outros países seriam perseguidos e lhes seria impedido o regresso ao Reino Unido.

“As nossas forças estão pelo globo a destruir a ameaça, certificando-se que essas pessoas que querem trazer destruição, morte e sangue à nossas ruas não podem voltar”, disse.

“Temos de nos assegurar que à medida que se dividem e dispersam pelo Iraque, pela Síria e por outras regiões, continuamos a caçá-los“, afirmou. “Temos de fazer com que não haja espaço seguro para eles, que não possam ir para outros países pregar o seu ódio, pregar o seu culto da morte“.

Na entrevista, Williamson condenou os cidadãos britânicos que foram para o estrangeiro juntar-se à organização terrorista “que odeia tudo aquilo que a Grã-Bretanha representa, odeia os nossos valores, odeia que seja um farol de democracia e tolerância para o mundo”.

  ZAP //

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