Presidente do Eurogrupo envolvido em polémica sobre deduções a bancos

EU Council Eurozone / Flickr

Jeroen Dijsselbloem, presidente do Eurogrupo

Jeroen Dijsselbloem, presidente do Eurogrupo

O ministro das Finanças dos Países Baixos, Jeroen Dijsselbloem, foi envolvido na polémica sobre a alegada influência do grupo bancário holandês ING na elaboração de uma lei que concede deduções aos bancos.

A polémica surgiu hoje depois da publicação de uma informação no jornal holandês NRC em que apontava o ING como autor de partes de uma lei sobre deduções concedidas a entidades financeiras, em obrigações conhecidas como cocos, segundo o diário em linha Dutchnews.

A questão levou vários dirigentes políticos, tanto da oposição como da maioria, a pedir a comparência de Jeroen Dijsselbloem para explicar o que aconteceu, entre os quais o deputado Henk Nijboer, também trabalhista, como o presidente do Eurogrupo.

Os políticos devem escrever as leis, não os bancos“, afirmou Nijboer à cadeia holandesa NOS.

Por seu turno, Dijsselbloem admitiu que vários dirigentes do ING tinham sido consultados durante o processo legislativo, à semelhança do feito com outros bancos, ainda segundo o mesmo meio.

A dedução, que está em vigor desde 2014, permite aos bancos poupar 350 milhões por ano e o porta-voz do Ministério das Finanças disse à NOS que “não pode ser considerada uma ajuda de Estado ilegal”.

/Lusa

2 COMENTÁRIOS

  1. Este senhor foi o que falsificou o currículo para aceder ao cargo de Todo-Poderoso do Eurogrupo. Depois, apanhado, deu umas desculpas esfarrapadas sobre cursos e equívocos e foi tudo esquecido. Já não são esquecidas as declarações proferidas por este senhor sobre Portugal, Grécia, etc. bem como o seu comportamento e atitude de permanente chantagem, próprias de quem julga que tem o rei na barriga.

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