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Microsoft vai contratar 300 pessoas, formar funcionários públicos e investir em startups em Portugal

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A Microsoft Portugal e o Governo assinaram esta sexta-feira um memorando de entendimento, numa parceria que prevê reforçar a cooperação entre a empresa e o país.

O protocolo assinado, descreve o Jornal Económico, estipula que a empresa contrate 300 trabalhadores, forme funcionários públicos com competências digitais e invista até um milhão de euros num programa para startups.

O memorando de entendimento foi assinado pelo ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, e pela diretora-geral da Microsoft Portugal, Paula Panarra. A parceria promove iniciativas até ao final de 2022.

Para Pedro Siza Vieira, o memorando assinado hoje fará parte do “motor da transformação” de Portugal e contribuirá para a “transformação [digital] na administração pública, ao mesmo tempo que investe na “transformação do tecido empresarial”.

“Estou convicto que esta parceria reforça o compromisso coletivo do Estado português para a capacitação digital, imperativa para que o país possa alcançar um novo capítulo de prosperidade e produtividade”, afirmou o governante.

A primeira grande medida da empresa será iniciar o recrutamento de mais 300 pessoas “altamente qualificadas”, elevando o número de trabalhadores total da empresa para 1.500 em Portugal.

A Microsoft vai criar ainda o programa “Highway to 5 Unicorns”, investindo até um milhão de euros no apoio a cinco startups fora dos grandes centros urbanos do país. Além disso, o atual programa em vigor da tecnológica “Microsoft for Startups”, que já apoia 40 empresas, vai ser expandido para 100 negócios.

A empresa compromete-se ainda a formar cem mil portugueses até 2022 com competências digitais, através de 1.200 cursos online. A Microsoft Portugal vai criar um programa de desenvolvimento de competências para reforçar a qualificação dos trabalhadores da Administração Pública, durante os próximos dois anos.

O diretor executivo de setor público da Microsoft Portugal, Eduardo Antunes, explicou que a Microsoft vai também reforçar os seus centro tecnológico no país, “que hoje já presta apoio a mais de 90 países a partir de Portugal”.

  ZAP //

1 Comment

  1. Formar para usar o software proprietário deles próprios quando o mundo se move para soluções abertas, nas quais existe de facto concorrência na prestação de serviços. Presente envenenado e que vai sair caro a médio/longo prazo.

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