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Mais de meio milhão não respondeu ao SMS para agendar vacinação

Vasco Célio / Lusa

Desde que arrancou a campanha de vacinação contra a covid-19 em Portugal, foram enviados cerca de dois milhões de SMS para agendamento. Até à data, quase 27% ficaram sem resposta.

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O jornal Público avança, esta quinta-feira, que dos cerca de dois milhões de SMS para agendamento enviados, quase 27% ficaram sem resposta. Segundo o último balanço da task force, a maior parte das pessoas (71%) respondeu que sim e uma parcela muito pequena – que ronda os 2% – reagiu com um não.

Isto significa que mais de meio milhão não respondeu à mensagem. Ainda assim, o diário salvaguarda que a percentagem de SMS que ficam sem resposta tem vindo a diminuir à medida que vão sendo convocadas pessoas cada vez mais jovens.

Em relação ao auto-agendamento, a percentagem de SMS que fica sem resposta é inferior, ficando abaixo dos 5%. Desde 23 de abril, o portal registou 530 mil inscrições.

É importante salientar que, além das mensagens enviadas por telemóvel, os cidadãos podem ser convocados por telefone, pelos profissionais dos centros de saúde ou das autarquias, ou até por militares que estão a colaborar nesta mega-operação.

Ao diário, a task force admitiu ainda que é natural que haja uma percentagem residual de utentes que confirmam o agendamento mas não aparecem, por motivos imprevistos.

Além disso, salientou que pode haver alguma dificuldade em administrar todas as vacinas disponíveis, quando uma faixa etária se aproxima do fim. É o que está a acontecer com os utentes com mais de 60 anos, o que explica que, em alguns pontos do país, já haja pessoas acima dos 50 anos a serem vacinadas.

As agendas dos centros de saúde e a agenda central dos Serviços partilhados do Ministério da Saúde também têm ritmos diferentes, o que provoca alguns percalços.

  ZAP //

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