Segundo dia com mais de 5 mil casos. Morreram 19 pessoas vítimas de covid-19

Carlos Herrera / EPA

Portugal registou 5.137 novos casos e 19 mortes na sequência da infeção por covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.

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Nas últimas 24 horas, Portugal registou 5.137 casos positivos de covid-19 e 19 óbitos, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Lisboa e Vale do Tejo é a região que regista mais infeções, com 1.902 casos confirmados, seguida pelo Norte, que regista mais 1.512 novas infeções.

Segue-se a zona Centro (1.027), o Algarve (381), o Alentejo (143), a Madeira (138) e os Açores (34).

Dos 19 óbitos, seis foram registados na região de Lisboa e Vale do Tejo, cinco no Norte, quatro na região Centro, dois no Alentejo e dois na Madeira.

Os internamentos registaram uma descida nas últimas 24 horas. Há 952 doentes internados no país, menos 15 do que os registados no último boletim, e 158 pessoas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), mais oito em relação a esta quarta-feira.

O boletim diário da DGS indica ainda que 3.406 pessoas recuperaram da doença, num total de 1.122.741 recuperados desde o início da pandemia. Portugal tem hoje 69.672 casos ativos, mais 1.712 em relação ao dia anterior, e 95.430 contactos em vigilância.

A matriz de risco sofreu uma atualização na quarta-feira, mas Portugal mantém-se na zona vermelha. A incidência do SARS-Cov-2 ao nível nacional subiu para os 508,8 casos por 100.000 habitantes. Se se contar apenas com o Continente, a incidência é agora de 514,4 casos/100.000 habitantes.

Já o índice de transmissão R(t) desceu para os 1,08, tanto a nível nacional como no continente.

Esta quinta-feira, o primeiro-ministro anunciou que Portugal já apresentou um pedido de compra conjunta de uma nova vacina adaptada à variante Ómicron, para o caso de ser necessária uma quarta dose.

“Está a decorrer um processo de compra conjunta de uma vacina já adaptada à [variante do vírus] Ómicron, que estará disponível após a primavera, e já apresentámos o pedido de aquisição“, disse António Costa, em declarações à entrada para a reunião do Conselho Europeu.

O chefe do Governo explicou que o pedido de compra abrange a quantidade suficiente para poder ser administrada “uma quarta dose de reforço, se ela for a ser necessária como, infelizmente, é de prever que virá a acontecer“.

  Liliana Malainho, ZAP //

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