Maior parte dos médicos aposentados que voltam ao SNS prefere trabalhar em tempo reduzido

Giuseppe Lami / EPA

A maior parte dos médicos aposentados que regressa ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) opta por trabalhar em tempo reduzido, adianta o Jornal de Notícias.

De acordo com o Jornal de Notícias, do total de 216 médicos aposentados no ativo, apenas 28% escolhem trabalhar a tempo inteiro, quase um quinto opta por prestar serviço no Serviço Nacional de Saúde (SNS) entre 5 e 15 horas e 44% preferem trabalhar entre 16 e 25 horas.

Segundo a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), citada pelo JN, há 138 médicos aposentados que voltaram ao ativo nos cuidados primários, 78 nas unidades de cuidados hospitalares e quatro nos serviços centrais, que não entram nas contas do SNS. Destes médicos, 47 regressaram este ano.

Por outro lado, estes números são diferentes daqueles que são avançados pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que apontam para o regresso de 152 médicos aposentados entre janeiro e outubro deste ano.

Segundo o JN, o regime excecional, em vigor há 10 anos, é contestado pelos sindicatos médicos, que defendem que o regime fecha portas aos mais novos.

“Em tempos de pandemia, todos os médicos são bem-vindos“, disse Noel Carrilho, da Federação Nacional de Médicos, embora acrescentando que, numa situação normal, este regime só deveria ser utilizado em zonas onde as vagas não são preenchidas para garantir a colocação dos médicos recém-especialistas.

“Se a vaga não é ocupada, mantém-se o médico aposentado. Se for ocupada, o contrato não deve ser renovado e o médico aposentado, querendo continuar, tem de escolher uma vaga que ficou por preencher”.

Jorge Roque Cunha, secretário-geral do SIM, considera que esta é “uma falsa solução” dado que o tempo reduzido escolhido por grande parte dos médicos aposentados não resolve os problemas do SNS.

ZAP //

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