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Falência da Thomas Cook leva ao encerramento de empresas no Algarve

De acordo com a TSF, há empresas que não vão conseguir resistir ao colapso do grupo britânico Thomas Cook, que anunciou falência há cerca de um mês.

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Um mês depois de ter sido anunciada a falência da Thomas Cook, os hoteleiros algarvios já fizeram as contas aos prejuízos. “Chegámos a um montante da ordem dos 15 milhões de euros, envolvendo mais de 30 empresas, sendo que algumas têm mais do que um empreendimento”, adiantou Elidérico Viegas, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), à TSF.

O responsável adiantou ainda que, a somar a esta situação, ficou ainda por reaver a faturação de turistas que tinham marcado férias para os próximos meses e já não se irão deslocar para o Algarve.

No rol dos empreendimentos turísticos, há hotéis que têm dívidas da Thomas Cook muito elevadas, sobretudo as grandes cadeias hoteleiras.

No entanto, é nas pequenas empresas que a falência fará mais mossa. De acordo com o matutino, incluem-se na lista firmas que prestavam outros serviços, como a empresa de Carlos Gonçalves Luís, que efetuava transferes e excursões quase exclusivamente com turistas que vinham para o Algarve através da Thomas Cook.

Esta empresa ficou com uma dívida de 118 mil euros, um valor demasiado avultado para uma empresa pequena.

“Estamos a ponderar seriamente fechar a porta”, conta Carlos Gonçalves Luís, acrescentando que, com o prejuízo, “é muito difícil manter a estrutura” da empresa, que tem 11 trabalhadores.

  ZAP //

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