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DGS pondera vacinar crianças dos 12 aos 15 anos. As opiniões dividem-se

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Rungroj Yongrit / EPA

A Direção-Geral da Saúde (DGS) está a analisar a possível vacinação contra a covid-19 de crianças dos 12 aos 15 anos.

Como tal, pediu pareceres aos especialistas do Colégio de Especialidade de Pediatria da Ordem dos Médicos e da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

De acordo com o JN, a consideração da DGS surge após a Agência Europeia do Medicamento aprovar a utilização da vacina da Pfizer em crianças desta faixa etária. Em Portugal, a vacina Comirnaty já é utilizada em jovens a partir dos 16 anos com determinadas patologias ou institucionalizados.

A realidade é que, para atingir a imunidade de grupo — que aumenta para mais de 85% com a variante delta —, será necessário começar a vacinar crianças. Ainda assim, o uso da Pfizer em crianças dos 12 aos 15 anos é um assunto que divide a comunidade médica e levanta questões éticas.

Ao JN, o epidemiologista Manuel Carmo Gomes diz que “devemos ambicionar interromper a circulação do vírus obtendo a imunidade de grupo”, com uma “vacina aprovada, eficaz e segura”. Ainda assim, alerta para questões do foro ético.

Por sua vez, a coordenadora da Unidade de Infecciologia do Hospital Dona Estefânia, Maria João Brito, argumenta que só a vacinação “equitativa” pode travar “o aparecimento de transmissão incontrolável em determinado país”, como aconteceu na Índia.

“Não basta um país muito rico vacinar toda a sua população, que não está a salvo; porque noutros países o vírus pode vir a ter uma nova mutação e pode voltar tudo ao princípio”, acrescenta. Só depois de cumprido isto é que se torna relevante ponderar a vacinação dos jovens: “Nesta altura, não é um objetivo prioritário”.

Ana Reis e Melo, da Infecciologia Pediátrica do São João, defende a importância da inoculação das crianças. 

“Apesar da maior parte dos casos ser de doença ligeira, há casos raros que são graves, com a Síndrome Inflamatória Multissistémica em crianças com uma mortalidade de 1%”, explica.

  ZAP //

7 Comments

  1. Soube de um caso de uma menina criança de 12 anos, exposto pela própria mãe, que participou como voluntária nos testes da ‘vacina’ em jovens, e ficou com a vida num inferno, totalmente incapacitada. Os irmãos aparentemente ficaram bem. A mãe nem conseguia falar de tanto chorar. Estes casos não vêm a público. Outras pessoas falaram dos seus casos nessa audição nos EUA, que foi totalmente abafada. Há evidências de vários jovens adultos com problemas cardíacos. Acho que já vão em mais de 50 mil casos nos EUA. E isto são só os efeitos de curto prazo, pois não se sabe no futuro dado que houve muita pressa em lançar as ‘vacinas’, pelo puro altruísmo da indústria farmacêutica. Médicos e investigadores que denunciam, são calados e difamados, para depois se falar de um ‘consenso científico’. A juntar-se à suposta eficácia da vacina, que mantém as mesmas restrições para os vacinados. Para nos mantermos informados da realidade, temos de ir ao mercado negro da informação, pois os media oficiais e principais plataformas sociais, encobrem e escolhem a informação em harmonia com a narrativa que querem construir e transmitir. Fica o aviso. Arrisque quem quiser, mas deviam ter direito a verdade. Para muitos milhares de pessoas, os benefícios não ultrapassam os riscos. E quem se der mal, processe judicialmente a ministra da saúde e a diretora da DGS que apelaram à vacinação, não expondo a gravidade dos riscos.

    • Mercado negro da informação inclui plataformas como o Bitchute, que não censura vídeos em nome da chamada ‘desinformação’ (diga-se factos ou verdades inconvenientes). Lá encontram relatos de pessoas reais e especialistas censurados, muitos dos quais estão a ver a sua vida destruída por difamação e ameaças. Não é teoria da conspiração. É gente que sofre e não é ouvida. Tudo o resto, é propaganda. Já não há jornalismo , há activismo e propaganda.

      • Eu vi, ouvi, li testemunhos, e concordo. Todos os dias leio casos de pessoas que perderam a vida e lidam com os efeitos secundários após serem vacinadas contra a Covid em Portugal e no estrangeiro, mas infelizmente estas realidades nunca são relatadas nas TVs (TelLieVision).

      • “Mercado negro da informação…”
        “Não é teoria da conspiração.”
        Hahahaaaaa… mais palavras para quê?!

    • É por causa deste tipo de comentários de pessoas alheadas da realidade, que preferem ver as “notícias” em sites de teorias da conspiração controlados por anti-vaxxers, anti-5G e terraplanistas, que isto está como está. Você, JR, assim como uma série de outros paranóicos conspiratórios, são diretamente responsáveis por centenas de mortes evitáveis e pela destruição da economia. Quem terá de ser processado judicialmente quando isto tudo acabar é o JR e pessoas como o JR, pelo dano causado à sociedade.

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