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Portugal e Reino Unido juntos, “sobretudo” na tecnologia e nas energias renováveis

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Chris Ratcliffe / EPA

António Costa com Boris Johnson

António Costa e Boris Johnson estiveram juntos e prolongaram a “aliança mais antiga do planeta”. Costa falou, Boris continua a desviar-se dos jornalistas.

650 anos depois do primeiro tratado assinado entre portugueses e britânicos, Portugal e Reino Unido prolongaram a sua boa relação.

António Costa e Boris Johnson estiveram juntos nesta segunda-feira e assinaram uma declaração conjunta de cooperação bilateral.

Assim foi prolongada a “aliança mais antiga do planeta”, lembrou o primeiro-ministro de Portugal.

A reunião em Downing Street (Londres) também contou com João Gomes Cravinho, ministro dos Negócios Estrangeiros, e durou cerca de 45 minutos.

Após o habitual aperto de mão perante a imprensa, António Costa deixou algumas ideias sobre o documento que foi assinado – e que será a colaboração mais vasta do género com o Reino Unido, entre todos os países inseridos na União Europeia

As áreas que estão no centro da declaração são: ciência, investimento, comércio e é um acordo “sobretudo muito focado na área das tecnologias e no investimento comum que temos de fazer em conjunto, e que queremos fazer em conjunto, na área das energias renováveis”.

“O facto de termos uma comunidade científica tão forte aqui no Reino Unido ajuda muito a estabelecer as pontes entre as nossas instituições científicas e universitárias”, continuou.

Este acordo surge já depois de o Reino Unido ter escolhido sair da União Europeia. Mas o Brexit não interfere nestas relações, assegurou António Costa: “A negociação entre a União Europeia e o Reino Unido é conduzida pela Comissão (Europeia). Nós damos todo o apoio à Comissão e o Governo britânico não tem dúvidas sobre isso”.

“Dentro dos acordos e das divergências na União Europeia, há espaço para desenvolver o relacionamento bilateral”, reforçou o líder do Executivo português.

Após o habitual aperto de mão perante a imprensa, Boris Johnson não falou com qualquer jornalista. O primeiro-ministro do Reino Unido continua a “desviar-se” da imprensa por causa do partygate.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

 

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