Confidencialidade do parecer positivo para a vacinação das crianças envolta em polémica. Poderá afetar a adesão dos pais?

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Abir Sultan / EPA

Uma criança a ser inoculada contra a covid-19

Processo deverá iniciar-se durante o período de férias escolares, de forma a que crianças estejam mais protegidas aquando do regresso às aulas.

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No final da tarde de terça-feira, a Direção Geral de Saúde anunciou a muito antecipada vacinação das crianças entre os 5 e os 11 anos, depois de inúmeros meios de comunicação já terem dado como certo o avanço da medida. No entanto, a opção das autoridades de saúde de não divulgarem o parecer da comissão técnica de vacinação está a causar indignação e a adensar a polémica em torno de uma questão que, já de si, tem se revelado fraturante na sociedade portuguesa.

Para já, sobre o processo de inoculação, sabe-se que deverá arrancar durante a interrupção escolar do natal, a qual o Governo optou por prolongar mais uma semana, período e medida que tem como objetivo mitigar os contágios que possam decorrer das festividades. De acordo com o Público, que cita a antiga presidente do Infarmed, Maria do Céu Machado, seria positivo que a vacinação arrancasse na semana antes do Natal, de forma a que, na semana de regresso às aulas, as doses já estivessem a oferecer a proteção necessária.

Segundo o primeiro-ministro, deverão ser vacinadas em Portugal 637.907 crianças em Portugal, as quais receberão um terço da dose indicada para adultos da vacina da Pfizer, a única aprovada pela Autoridade Europeia do Medicamento (EMA) para este grupo etário.

Mesmo assim, serão consideradas prioritárias para efeito de inoculação as crianças com doenças de risco — crianças em situação de transplantação e de imunossupressão, com doenças cardíacas , respiratórias, oncológicas e algumas doenças de desenvolvimento — e só posteriormente as saudáveis, começando pelas de 11 anos. Ainda de acordo com o Público, que cita as recomendações da EMA, a formulação pediátrica da vacina deve ser administrada duas vezes, com um intervalo de três semanas.

No entanto, há diferentes abordagens a este ponto, com as autoridades de saúde espanholas, por exemplo, a determinarem um intervalo de oito semanas. Em Portugal, a questão ainda está a ser discutida. Certo é que Portugal já encomendou 700 mil vacinas pediátricas, das quais 300 mil devem chegar a Portugal a 13 de Dezembro, anunciou António Lacerda Laces, secretário de Estado adjunto e da Saúde.

Segundo dados avançados por Carmo Gomes, membro da Comissão Técnica de Vacinação, a vacinação das crianças entre os 5 e os 11 anos poderá evitar, nos próximos quatro meses, mais de 13500 casos de covid-19, 50 internamentos e cinco hospitalizações em unidades de cuidados intensivos pediátricos. Estes números, que resultaram de uma estimativa “conservadora“, serão possíveis com uma cobertura vacinal na ordem dos 85%.

Ao Público, a DGS avançou que, atualmente, as crianças entre os 5 e os 11 anos constituem cerca de 40% do total de casos diagnosticados em pessoas com menos de 18 anos.

PSD e IL querem conhecer pareceres

O PSD apresentou um requerimento na Assembleia da República, dirigido à ministra da Saúde, Marta Temido, a pedir a divulgação dos pareceres e recomendações sobre a vacinação contra a covid-19 de menores de 12 anos.

De acordo com o requerimento, divulgado na quarta-feira, mas datado da véspera, “torna-se particularmente urgente, a bem da transparência administrativa e, principalmente, da tranquilidade e saúde públicas, que o País tenha imediatamente acesso a todos os pareceres e recomendações produzidos no âmbito ou para a [Direção-Geral da Saúde], relativamente à vacinação dos menores com idade inferior a 12 anos”.

Desta forma, o requerimento, assinado pelos deputados do PSD Ricardo Baptista Leite e António Maló de Abreu, pede “o envio de todos os pareceres e recomendações reportados à vacinação dos menores com idade inferior a 12 anos, e que tenham sido produzidos no âmbito ou para a DGS, designadamente pela Comissão Técnica de Vacinação contra a COVID-19, bem como do grupo de trabalho encarregado de apoiar a DGS na vacinação contra a covid-19 dos menores de idade”.

Na quarta-feira, também a Iniciativa Liberal disse que vai exigir a divulgação dos pareceres científicos sobre a vacinação de crianças entre os 5 e 11 anos contra a covid-19 e considerou “inaceitável” que a Direção-Geral da Saúde (DGS) a autorize sem fornecer aquela informação.

Graça Freitas recusa acusações de “falta de transparência” e promete divulgar “nota técnica”

Esta quinta-feira, durante uma visita a uma escola no Montijo, Graça Freitas recusou as críticas às autoridades de saúde e às acusações de “falta de transparência“, garantindo que a Direção-Geral de Saúde irá divulgar uma “nota técnica relativamente extensa a explicar todos os procedimentos que estiveram na base da decisão“.

“Esses pareceres depois são vertidos em notas de imprensa, em comunicados que fazemos, que resumem no fundo o parecer. E depois são vertidos para normas da DGS e essas normas remetem elas próprias para documentos e estudos que foram consultados e que pode qualquer pessoa consultar”, afirmou a responsável.

Sobre o processo de inoculação, Graça Freitas referiu que este ainda está a ser ultimado, referindo que esta tarde decorrerão reuniões para decidir, por exemplo, o “intervalo entre as doses“. No final de todo o processo de consulta e decisão, esclareceu a diretora-geral da saúde, o parecer será comunicado “à tutela e depois há uma segunda fase que estamos prontos a fazer: publicar uma nota técnica relativamente extensa a explicar todos os processos que estiveram na base da decisão”.

  ZAP //

36 Comments

  1. Creio que teremos de ser pais muito pusilânimes e bacocos para deixar que administrem uma vacina sem qualquer benefício palpável às nossas crianças.

    Está mais que provado que a vacina não diminui a probabilidade de o portador transmitir o vírus e que nem sequer diminui grandemente a possibilidade de contrair a doença. O que sabemos é que os efeitos para quem toma a vacina podem ser menores ou até imperceptíveis sendo que assim nos tornamos em transmissores assintomáticos (com os perigos que isso acarreta).

    Estar, portanto, a administrar tal “produto da ciência” a uma faixa etária que tem uma taxa de complicações devidas ao vírus de 0 a 0.03% é como estar a dizer-lhes para irem de capacete para a escola porque podem ser atingidos por um pedaço de meteorito. É possível mas tão improvável como eu ganhar o euromilhões, até porque não jogo.

    É estar a sujeitá-los à maior experiência jamais feita com a espécie humana (sim, a vacina é experimental e altamente inefectiva) para os proteger de uma coisa para a qual eles não precisam de protecção. E a quem quiser comparar este tipo de vacina com uma vacina estabelecida há décadas e com efeitos positivos comprovados: TENHAM NOÇÃO E ABSTENHAM-SE DE COMENTAR.

    Ter um governo que papagueie a vacinação de crianças como uma coisa positiva e que force a DGS a aprovar a mesma comprando as mesmas antes da sua aprovação dá-me vergonha. Vergonha de ter um governo destes e concidadãos que não saibam ver a diferença entre um pau-mandado que só se interesse em ter a sua gamela cheia e um líder (que é coisa que não temos por cá).

    • Somos um país de gente pouco instruída e facilmente manipulável.
      Mesmo entre os ‘diplomados’ há pouca qualidade (em termos relativos) e espírito crítico.
      Isso também indica pk razão estamos na cauda da europa, mas embora seja outro assunto, assenta na mesma causa…

    • Caro Zé das Bolachas,
      Não poderia estar mais de acordo! Os meus parabéns, pelo comentário crítico, acutilante e neutro, porque isento de paixões pró e contra vacinas. Não teria escrito melhor. Tal como a si, envergonham-me a propaganda governamental e a postura da DGS qual departamento comercial das farmacêuticas. Mas é aquilo que temos e a populaça gosta é de ser governada por aldrabões, mentirosos compulsivos e criminosos de toda a espécie.

      Saliente-se que optei por tomar a vacina. Constato que foi uma má decisão e, portanto, não irei fazer a dose de “reforço” quando para tal for convocado. Até porque, como reforço, querem impingir-me uma “vacina” de mRNA (levei Janssen), algo que me recuso a fazer e a que não sujeitarei os meus filhos.

      Recusar divulgar toda a informação disponível, como se todos os tugas fossem acéfalos como a maioria acrítica e seguidista sempre de mão estendida para as migalhas que os corruptos atiram, não pode deixar de gerar a mais séria das desconfianças.

      Termino, reiterando as felicitações pelo oportuno comentário! Bem-haja pela partilha!

  2. Não poderia estar mais de acordo. Não tenho filhos pequenos mas tenho netos e os meus, seguramente só serão vacinados se o pediatra o justificar, o que não me parece provável, pelo que tenho ouvido de muitos médicos e pediatras. A indústria farmacêutica está de luto com estas empresas que estão a forçar esta vacinação. VERGONHA para elas e para o desgoverno que reina em Portugal, desde o “reizinho” kostinha aos papagaios do SNS.
    VERGONHA

  3. 1- se as vacinas funcionam, o que se passa para andar por aqui uma nova vaga, com +90% vacinados e com boosters e tudo?
    2 – como podem recomendar uma vacina a 600000 crianças, quando segundo os próprios dados da DGS, vão servir para mais nada que diminuir sintomas e evitar cerca de 50 internamentos? 50 em 600000? com uma vacina experimental?

    entretanto, no USSUK, já há publicidade sobre “problemas cardíacos infantis”, e os problemas cardíacos causados pelo “síndroma traumatico pós-covid”. o rei vai nú, e todos calados…….

    • Eu explico-te, como se fosses muito loiro (repara, como se fosses, porque sei que não és mas achas que nós todos somos).
      1. Neste momento, 70% dos internamentos são de não vacinados. ou seja, 7% da população representa 70% dos internamentos, enquanto os 93% de vacinados são 7% dos internamentos. Se estamos com uma nova vaga, é maiotitariamente em não vacinados, é porque ao contrário de há um ano andamos todos ao léu alegres contentes e despreocupados em festas como se não houvesse amanhã, e porque também, a vacina não impede a transmissão; apenas atenua a probabilidade de apanharmos o virus, e se o apanharmos, aumenta a probabilidade de sobrevivermos. E é por isso que neste momento morrem 4 pessoas por cada mil infetados, enquanto há um ano morriam 32. Os números são crueis, não são?
      2. Durante quanto tempo é que vais continuar a achar que a vacina é experimental? E nubca ouviste dizer que tempo é dinheiro? As restantes vacinas demoraram anos com investimento limitado até passar as fases de testes. Pelo contrário, nunca como nesta pandemia tanta gente em tantas partes do mundo esteve tão envolvida, com tanto dinheiro disponível, para encontrar uma vacina. Entretanto, as mortes por covid não são experimentais, são factos. Ou és dos que acham que só morreram 69 pessoas em Portugal com covid? Ou seja, as 6 que eu conhecia pessoalmente, mais 63? Ou és daqueles que acham que é com a vacina que estão a morrer milhões em vez dos 4 ou 5 casos conhecidos (como acontece aliás com qualquer medicamento)?
      Já agora, quando estás doente vais à curandeira? E a Terra, é plana?
      3. “Publicidade” sobre “problemas cardíacos infantis”? Usaste a palavra certa. Entretanto, os que estão calados pensam pela sua cabeça e tomam as suas decisões — independentemente das fake news conspiranóicas dos que não estão calados — que, por poucos que sejam, fazem muito barulho aos gritos e insultos à porta dos centros de vacinação.
      Não sei qual é o rei que vai nú, mas o menino que lhe aponta o dedo a dizer que o vai, está de cuecas.

      • agradeço a explicação, mas eu também sei ler o sicnotícias, com esses números tão redondinhos tirados do chapéu. o que não consigo encontrar, se tiver, então sim agradeço, são as tabelas de dados, porque as procurei no INE, DGS, EUROMOMO, ECDC, e não encontrei tais dados em lado nenhum.
        portanto, se a sua capacidade de explicar se limita a papaguear dados sem verificar a sua origem ou correcção, deixe estar…. caso contrário, basta colocar aqui o site com a fonte dos dados, que tenho análise, álgebra e estatística que chegue para fazer as contas por mim. já agora, a sua “explicação” não passa de um molho mal amanhado de ad-hominens, mas suponho que se sinta desabafado….

      • Onde é que leu que 70% dos internamentos são de não vacinados?
        E já agora, que tem acesso a essa informação privilegiada,
        Qual a % de vacinados nos óbitos em 2021?

        Qual a designação de uma vacina experimental? Ser aprovada (por urgência) não retira o “experimental de um fármaco.
        Dos milhões que já morreram por todo o mundo sabe qual a % que estava em fim de vida (seja por comorbidades e longa idade?) e que % dos que faleceram eram um pilar de saúde?
        Isso interessa?

        O meu amigo está do lado errado da historia, a época dos histéricos foi em 2020.

      • O “euxplico” não explica nada…
        E assim é porque nada sabe …

        Por acaso já viu o ultimo relatório de farmacovigilancia divulgado pelo Infarmed?
        96 mortes causadas pelas vacinas – se é tão bom a fazer contas, veja a proporção entre os mortos por covid e pela vacina desde que esta começou a ser administrada.

        Depois diga-me as suas conclusões.

          • Eu! – Bela identificação que você tem aí amigo. Além de narcisista é também um bocadinho vaga não lhe parece?

            Mais uma vez, vocês andam a discutir números errados no sitio errado. A discussão é sobre a vacinação das crianças. Não há relação custo-benefício mensurável em crianças saudáveis! Aliás, se o meu caro amigo entende algo de matemática, há-de entender que uma relação em que o divisor seja nulo não tem expressão!

            • Talvez a ideia da minha “identificação” seja mesmo essa!…

              Eu não discuti números (nem nada); apenas perguntei de onde vieram os “96 mortes causadas pelas vacinas”!!

              A notícia é sobre a confidencialidade do parecer – que entretanto deixou de ser confidencial.

          • se aprender a ler, em vez de só escrever, deixa de mostrar o que tem nessa cabeça…… vá, eu ajudo…..
            goooooogle “relatório farmacovigilancia Infarmed”

            • Venha daí o número da página do tal relatório onde referem as “96 mortes causadas pelas vacinas” para confirmarmos o que vai nessa tua cabeça iluminada…

            • EU!

              devo ser um calhau, para não conseguir encontrar o 96 na pág 7, 3a tabela. ou se calhar EU! nem consigo encontrar o documento publicado pelo infarmed. ou talvez EU! a seguir vou dizer que o infarmed está a mentir, ou que a calculadora estava estragada, porque EU! mesmo entre o que tenho à frente dos olhos, e o que vai na minha cabeça, prefiro seguir o que aconselha outro do mesmo calibre, “se o que os teu olhos te mostram te ofendem, arranca-os”

            • “O relatório do Infarmed avança ainda que, no grupo das reações classificadas graves, foram notificados 654 casos de hospitalização (3,6%), 188 de risco de vida (01%) e 96 de morte (0,5%).

              “Os casos de morte ocorreram num grupo de indivíduos com uma mediana de idades de 78 anos e não pressupõem necessariamente a existência de uma relação causal entre cada óbito e a vacina administrada, decorrendo também dentro dos padrões normais de morbilidade mortalidade da população portuguesa”, ressalva o regulador.”

            • Confirma-se: “ovelhas não são para mato”!!
              É por isso que números, pareceres, relatórios, etc, etc, não servem para nada se quem os ler não tiver capacidade para os “mínimos”…

            • como está de chuva, e até parece que se põe a jeito, começo con uns ad-hominens para rir….. primeiro, não contrava o relatório, depois não encontrava o 96…. agora demorou 2 dias para aprender a ler, ao que parece…. 🙂

              agora, pegando no parágrafo, troca “vacina administrada” por “doença covid-19”. o raciocínio e justificação seria o mesmo, e tão válido como o apresentado. portanto, está a escolher uns resultados, enquanto recusa outros, com a _mesma_ justificação. por miúdos:
              a) pessoa de 78a apanha covid – 1 semana depois morre – morte de covid, contada. segura. não há cá dúvidas
              b) pessoa dee 78a apanha vacina – 1 semana depois morre – morte de vacina? não, calma aí, pode ser que não, e média, a idade e tal….

              isto tem o nome de dissonância cognitiva, em bom português, 2 pesos e 2 medidas. a partir daqui, dou-lhe toda a razão, pode escolher classificar as mortes como quiser, até como “acto divino”….. pode escolher os números que gosta, e ignorar os que não gosta….. isto deixa de ser uma conversa racional, porque contra gostos não há argumentos….

              mas parece-me, para quem não acredita em números, relatórios e tudo isso, quando lhe convém, sabe escolhê-los e esmiuçá-los bem ……. 😉

            • Estranho como os alarmistas mudam de musica ao sabor da conversa.
              Se morrem pessoas +80anos com vacina , a causa só pode ser velhice.
              Se morrem pessoas + 80anos com covid, a causa é do covid..

              Mas pressupondo que é a velhice que mata , como o EU quer assumir.
              Se formos tirar comorbidades e idade avançada dos alegados 5milhões que morreram, qual a REAL mortalidade do vírus?

          • Morreram 96 pessoas por reacções adversas graves à vacina. Ponto!

            Não sabe ler? Analisar?

            Acha que vinha para aqui falar “verdade” do Facebook?
            É oficial…

            • ‘Morreram 96 pessoas por reacções adversas graves à vacina. Ponto!”
              ERRADO, ponto!
              Não sabes ler nem analisar o relatório, ponto!

        • muito obrigado pela informação. encontrei o relatório (para interessados, google infarmed relatório farmacovigilancia, 30 segundos).

          do relatório de 31/10/21 (de certeza que os números subiram entretanto)
          picas: 16 246 592 (2 shots + booster)
          reações: 18 155 – graves: 6 475 -mortes: 96
          % reac. graves = 6475/18155 = 0,3566 = 35,6%
          % mortes = 96/18155 = 0.53%

          pop. portuguesa actual: 10 122 408
          racio de reac: 18155/10122408 = 0,001793546 = 1.79/1000

          agora, com a estimativa de 300.000 crianças a levar a pica(600000 doses/2):
          0,001793546 x 300000 = 538 estimativa de casos com reação, logo
          538 x 0.356 = 191,5 casos graves de reação nas crianças
          538 x 0.53% = 2.84 mortes estimadas

          A VER:
          a DGS quer previnir possíveis a média de 50 casos de hospitalização(casos ligeiros/moderados), com 0-3mortes, arriscando 191 casos graves+3mortes?
          estão dispostos a causar mais mortes, e mais do triplo de casos graves com as vacinas para prevenir entre 9-150 casos no máximo?

          REPITO:
          querem causar mais mortes e casos graves do que os que vão prevenir?
          e vêm com as tretas do risco, e do benefício? quando o valores dos relatórios público mostram precisamente o contrário?
          MAS QUE PALHAÇADA É ESTA?

          estes dados são os públicos, e encontram-se aqui(não pe pode pôr links):

          para infarmed: google infarmed relatorio farmacovigilancia 2021
          para DGS: google parecer DGS vacinação criancas pdf

          • “O relatório do Infarmed avança ainda que, no grupo das reações classificadas graves, foram notificados 654 casos de hospitalização (3,6%), 188 de risco de vida (01%) e 96 de morte (0,5%).

            “Os casos de morte ocorreram num grupo de indivíduos com uma mediana de idades de 78 anos e não pressupõem necessariamente a existência de uma relação causal entre cada óbito e a vacina administrada, decorrendo também dentro dos padrões normais de morbilidade mortalidade da população portuguesa”, ressalva o regulador.”

  4. VERGONHA devia ter a Elsa dos comentários que expressa, sendo o melhor dos exemplos daquela apreciação que o António Lima faz do país, e mais, qualquer coisa vinda das nossas autoridades na opinião desta pessoa ou é desgoverno ou são apenas interesses obscuros, nunca nada está bem não esquecendo que para papagaio está cá ela.
    É só no nosso país que estão a acontecer estes desenvolvimentos? Será que os outros são também todos corruptos e papagaios?
    Porventura neste momento alguém tem absoluto conhecimento daquilo que incondicionalmente deve ser feito na área da pandemia? E então, aguardamos tranquilamente os seus efeitos e consequências?
    Já agora e por pura curiosidade, nasceu e tem vivido com os olhos vendados ou são outros interesses que a movem?
    Ainda bem que existem maiorias (democracia), e melhor ainda que são para ser respeitadas.

    • Caro B.S., só duas notas:
      1 – Que tudo isto é muito estranho é. A Elsa Masters, pode na forma não apresentar o melhor discurso. Mais vai dizer-me que aceita sem se interrogar e sem fazer uma análise critica toda a propaganda do governo? É que é a própria estatística que desmente a propaganda;

      2 – Quanto à democracia e às maiorias e ao respeito por estas, permita-me que o recorde dos resultados das eleições legislativas de 2015 e do respeito que o PS, o PCP e o BE, na sua sede pelo poder, por ela tiveram.
      Bem-haja e festas felizes.

    • Sabemos que..
      A – As crianças não sofrem com Covid (FACTO)
      B- As vacinas não impedem transmissão (FACTO)

      A + B = Não existe nenhum beneficio de vacinar crianças, nem para elas nem para a sociedade..
      Vão continuar a morrer os mesmos do mesmo (velhice e doença)
      O beneficio só para as farmacêuticas e governantes (com os futuros tachos garantidos nessas mesmas empresas)

    • Como muito bem diz. Ninguém tem conhecimento. Mesmo os que dizem ter muitas certezas mais lhes valia estarem calados e não andarem a brincar aos “Deuses”.

      Quanto aos corruptos e papagaios apontados, sim existem em maior ou menor quantidade em todos os países do mundo. Aliás, quem vê o seu povo, vê o mundo todo!

      Portanto, e em ultima análise, se calhar o que está mal é andarmos a brincar às vacinas e às pandemias. É todos apanharmos essa doença de uma vez e confiar na selecção natural. Convenhamos que viver desta forma sempre com medo e fechados (em supostas democracias) é que nem é viver mas sim sobreviver.

  5. Mortes com covid entre 1/10 a 17/11:
    0-29 anos – 0
    30-39 – 1
    40-49 – 6
    50-59 – 2
    60-69 – 25
    70+ – 270
    Taxa de vacinação a 9/12:
    12-17 anos – 87%
    18-24 – 91%
    25-49 – 94%
    50-64 – 99%
    65+ – 100%

    Palavras para quê.

    • Nem mais,
      E a questão fica, se tirarem a velhice e comorbidades, qual a real letalidade do vírus?
      E se justifica todo este aparato.

      O real mistério é como estes factos conseguiram iludir todos os políticos mundiais (não sabemos se as populações realmente acreditam)

  6. O que, de facto, ninguém pode afirmar, como certo, é que as vacinas são seguras! E, como vemos, qualquer gato sapato se encontra habilitado a afirmá-lo! ! Mas o que sabem estas pessoas, de concreto, sobre a perigosidade da vacina, em causa, para o sistema imunitário das crianças que, aos cinco anos, ainda é tão incipiente e, portanto, tão imprevisível! Eu, também, não posso dizer que é prejudicial porque acho que faltam dados, falta tempo aos cientistas para construírem saber!

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