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A companhia aérea que faliu devido à covid-19 está de volta

Adrian Pingstone / Wikimedia

Um avião De Havilland Canada DHC-8-402Q Dash 8 da Flybe

A pandemia de covid-19 foi traiçoeira para muitas empresas. A Flybe, uma das primeiras vítimas, está agora a ressuscitar – e pode voltar a rasgar os céus já no próximo ano.

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A economia mundial foi muito prejudicada pelo surgimento de um vírus silencioso que apanhou os países ao redor do globo de surpresa. A Flybe, que já foi a maior companhia aérea regional independente na Europa, foi uma das primeiras vítimas da pandemia de covid-19, mas vai ganhar um novo fôlego.

Em março, a companhia aérea não resistiu à queda acentuada do número de passageiros e entrou em falência. Agora, sete meses depois, a Flybe foi comprada e, segundo a CNN, a expectativa é que volte a operar já em 2021.

A Flybe empregava cerca de 2.200 pessoas e transportava 8 milhões de passageiros por ano. Em fevereiro de 2019, depois de um período de sérias dificuldades, a Flybe foi comprada por um consórcio apoiado pela Virgin Atlantic. No entanto, em março, a companhia aérea teve de pôr fim a todas as suas operações devido ao impacto significativo nas vendas causado pelo novo coronavírus.

Agora, a marca e os ativos restantes foram vendidos à Thyme Opco, uma empresa vinculada a um fundo de hedge que fez parte da aquisição da Virgin Connect, em 2019.

A notícia é encarada como um sinal de esperança no setor da aviação, muito massacrado pela pandemia. Um porta-voz do BALPA, o sindicato dos pilotos do Reino Unido, saudou o anúncio: “A notícia dará a todos um certo grau de confiança de que a recuperação virá em breve.”

  ZAP //

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