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Casa paga, cabaz regional e vouchers. Bragança procura nómadas digitais para viver no concelho

“Em Bragança há liberdade para recomeçar”. É este o mote da campanha que o município tem em marcha para atrair trabalhadores remotos para viverem no concelho durante um mês. Como atractivos, o projecto oferece casa paga, um cabaz de produtos regionais e vouchers para experiências.

 

O desafio pretende cativar quatro pessoas ou famílias para viverem em Bragança durante um mês, de 1 a 30 de Maio, com alojamento gratuito “com todas as comodidades” e “Internet incluída”, como se refere no site dedicado à iniciativa.

A ideia é que essas pessoas possam continuar a fazer o seu trabalho de forma remota no concelho transmontano, indo ao encontro do lema “liberdade para viver, liberdade para trabalhar e liberdade para poder ligar ou desligar”.

“Através deste projeto pretende-se divulgar a qualidade de vida que Bragança tem para oferecer a quem optar por viver e trabalhar a partir daqui, sublinhar que é possível estar ligado com o mundo laboral e, ao mesmo tempo, usufruir de um território convidativo para fazer uma pausa e/ou desligar do ritmo frenético do dia-a-dia”, explica o presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, em declarações divulgadas pelo Jornal de Negócios.

“A iniciativa pretende dar a conhecer todo o potencial deste território e, através da partilha da experiência, que se espera positiva, inspirar quem tiver possibilidade de manter o trabalho remoto mesmo depois da pandemia, a viver em Bragança“, acrescenta o autarca.

O projecto integra o Programa de Cooperação URBACT – Find Your Greatness que é financiado pela União Europeia.

Os interessados poderão candidatar-se até 30 de Março e os 4 escolhidos poderão seleccionar os alojamentos que desejem dentro da oferta disponibilizada pela autarquia, sendo que um é na cidade de Bragança e os outros três são em aldeias do concelho.

Os felizes contemplados vão ainda receber um cabaz de boas-vindas com produtos regionais e vouchers para realizarem experiências na região.

A Câmara Municipal pretende acompanhar o dia-a-dia dos participantes para produzir um documentário.

  Susana Valente, ZAP //

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