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Norte-americana criou campanha de angariação de fundos para ajudar Harry e Meghan

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Facundo Arrizabalaga / EPA

O príncipe Harry e Meghan Markle

Depois de se afastarem da família real e irem viver para os EUA, os Sussex viram os seus apoios financeiros serem cortados. Contudo, houve quem quisesse dar uma “mãozinha” ao casal.

Em janeiro do ano passado, o Palácio de Buckingham divulgou um comunicado a anunciar que o Príncipe Harry e Meghan Markle não seriam mais membros seniores da família real.

Como tal, foi revelado que o casal não iria receber mais fundos públicos e que queriam reembolsar os 2,4 milhões de libras que foram gastos para renovar a casa de campo Frogmore, a propriedade de Windsor onde planeavam viver quando casaram.

No entanto, o casal acabou por se mudar para os EUA onde comprou uma luxuosa mansão. Ainda assim, há quem acredite que os Sussex estão desesperados por ajuda financeira.

Assim, Anastasia Hanson, começou um GoFundMe para angariar dinheiro de modo a ajudar os duques.

“Olá, eu sou a Anastasia Hanson de Ventura, Califórnia, e se também deseja apoiar o Harry e a Meghan com uma doação faça-o. Assim eles podem pagar a hipoteca da casa”, escreveu a norte-americana na descrição para a angariação de fundos. Hanson referiu ainda que esperava arrecadar pelo menos 10 milhões de dólares e assim ajudar a pagar a nova casa.

De acordo com a Variety, a atual casa de Harry e Meghan foi comprada ao empresário russo Sergey Grishin.

A mansão de estilo mediterrâneo, também conhecida como Chateau de River Rock, tem sete quartos, catorze casas de banho, biblioteca, ginásio, duas saunas, um elevador e cinema. A propriedade também possui uma casa de chá, uma casa de campo para as crianças, uma piscina e um court de ténis.

A angariação de fundos foi lançada depois de Harry dizer a Oprah Winfrey, durante a polémica entrevista que o casal deu, que a família real cortou drasticamente os apoios financeiros, e que teve de usar a maior parte da herança de 10 milhões que recebeu, após a morte da sua mãe, para pagar uma equipa de segurança permanente.

Hanson disse The Sun que acreditava que Harry e Meghan estavam a passar por um “momento muito difícil” e que queria encontrar uma forma de os ajudar. “Gosto de ajudar as pessoas e ajudá-las de todas as maneiras que posso. Isso dá-me felicidade. É uma boa ação”.

Mesmo que o casal tenha de ajustar os seus orçamentos depois da mudança de vida, a sua situação financeira encontra-se estável.

No outono passado, assinaram um contrato de vários anos com a Netflix. Embora o serviço de streaming se tenha recusado a comentar os termos financeiros, fontes disseram ao The New York Times que os Sussex estavam “a tentar um acordo em torno dos 100 milhões”.

Harry e Meghan também têm produzido podcasts para o Spotify – uma parceria que a ITV estima em cerca de 25 milhões de dólares.

Entretanto a angariação de fundos já foi removida, depois de arrecadar apenas 110 dólares para o casal. Aos 5 dólares investidos por Hanson, juntaram-se mais 100 de alguém identificado como “apoiante”.

A GoFundMe não respondeu a um pedido de comentários da VICE, apesar de os seus termos e condições proíbirem o uso dos serviços em nome de terceiros e sem o seu consentimento.

  Ana Isabel Moura, ZAP //

 

5 Comments

  1. Estes príncipes revoltados só aparecem a contar a sua trágica história porque ficaram sem dinheiro!
    É lógico que os monarcas são xenófobos, quando um nobre casa com alguém do povo é um escândalo para eles.
    Qualquer dia sofrem um acidente de carro enquanto são perseguidos por paparazis, como aconteceu à mãe do jovem, e pronto acabam-se as histórias.

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