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“A vida tem de continuar”. A mensagem de Natal da rainha Isabel II

A rainha Isabel II fez o seu habitual discurso de Natal, transmitido pela BBC, com o objetivo de inspirar nos britânicos esperança “nas noites mais sombrias” provocadas pela pandemia de covid-19.

Num Natal atípico, em que a rainha Isabel II, de 94 anos, passou as festividades apenas com o marido, o príncipe Filipe, de 99 anos, no Castelo de Windsor, a monarca deixou no seu habitual discurso anual uma mensagem de esperança.

“É claro que, para muitos, esta época do ano será tingida de tristeza: alguns a lamentar a perda dos seus entes queridos, e outros a sentir a falta de amigos e familiares distanciados por segurança, quando tudo o que realmente desejam no Natal é um simples abraço ou um aperto de mão”, disse a rainha, citada pela ABC.

A Rainha elogiou o “espírito indomável” daqueles que se levantaram “magnificamente” para enfrentar os desafios da pandemia.

“Continuamos a ser inspirados pela gentileza de estranhos e procuramos consolo de que – mesmo nas noites mais escuras – há esperança no novo amanhecer”, disse.

Outros membros da família real enviaram os seus cumprimentos de Natal à nação pelo Twitter.

“Desejar um feliz Natal não parece certo este ano, por isso, em vez disso, desejamos um 2021 melhor”, escreveram o príncipe William e Kate Middleton, o duque e a duquesa de Cambridge.

O príncipe Charles e Camilla, a duquesa da Cornualha, enviaram votos de “um ano novo melhor”.

https://twitter.com/ClarenceHouse/status/1342394677652303873

Normalmente, todos os Windsors se reúnem na casa da Rainha na propriedade Sandringham, no leste da Inglaterra. No entanto, a Grã-Bretanha está a lutar para conter a disseminação de uma nova variante do vírus, com o número de novas infecções a atingir recordes esta semana.

Grande parte do país foi colocada sob fortes restrições e, em Londres e arredores, as famílias não tiveram permissão para se reunirem no Natal.

O Reino Unido tem um número oficial de mortes por covid-19 de pouco mais de 70 mil, o segundo maior número da Europa, atrás apenas da Itália.

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  Maria Campos, ZAP //

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