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Taça: “pequenos” ganharam 12 finais aos três grandes

Koshelyev / Wikimedia

Estádio do Jamor

Estádio do Jamor

As equipas “pequenas” conquistaram 12 edições da Taça de Portugal em 46 finais com os três grandes, incluindo as duas últimas, por intermédio de Académica (face ao Sporting) e Vitória de Guimarães (Benfica).

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O Rio Ave, que perdeu para os portistas a final de 1983/84 (1-4), vai tentar entrar para a história como o sétimo passageiro deste restrito lote de equipas que bateram os três grandes.

O Benfica, recordista de triunfos na prova (24), é o adversário e conta 10 triunfos em 17 finais com os “pequenos”, tendo perdido duas com Boavista e Vitória de Setúbal e uma com Académica, Belenenses e Vitória de Guimarães.

Em conjunto Benfica, FC Porto e Sporting totalizam 55 troféus, em 73 edições, mas já foram ultrapassados por Boavista (quatro vezes), Belenenses, Vitória de Setúbal e Académica (duas) e Leixões e Vitória de Guimarães (uma).

Entre o sexteto que logrou vencer finais face aos três principais clubes lusos, destaque, óbvio, para os axadrezados, que venceram quatro de cinco finais e estão em vantagem sobre cada um dos três grandes.

O Boavista disputou três finais com o Benfica e perdeu uma (2-5 em 1992/93, na final de Paulo Futre, que bisou), mas venceu duas (2-1 em 1974/75, com tentos de João Alves e Mané, e 3-2 em 1996/97, com dois golos de Sanchez e um de Nuno Gomes).

Face a Sporting e FC Porto, o clube do Bessa jogou uma final com cada, vencendo os leões em 1978/79, num segundo jogo, graças a um tento solitário de Júlio, e os dragões em 1991/92, por 2-1, com golos de Marlon Brandão e Ricky.

Por seu lado, o Belenenses ganhou ao Sporting em 1959/60, por 2-1, com tentos de António Carvalho e Matateu, e superou o Benfica em 1988/89, igualmente por 2-1, selado por Chico Faria e Juanico.

O conjunto do Restelo está, porém, em desvantagem face aos seus dois conterrâneos, pois perdeu duas finais com as águias e três face aos leões.

Quanto ao Vitória de Setúbal, ganhou duas de quatro finais com o Benfica, por 3-1 em 1964/65 e, mais recentemente, 2-1 em 2004/05, mas tem um balanço de 2-6 face aos três grandes, pois perdeu duas com Sporting e FC Porto, que nunca bateu.

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No que respeita a sucessos de “pequenos” face aos três grandes, a Académica logrou-o logo na primeira edição, em 1938/39, ao vencer o Benfica por 4-3 e repetiu o feito em 2011/12, cum um triunfo por 1-0 face ao Sporting, graças a um tento de Marinho.

A Briosa ainda jogou mais duas finais com o clube da Luz, tendo perdido por 5-1 em 1950/51 e por 2-1 em 1968/69, num embate que ficou marcado por intensas manifestações estudantis.

Por seu lado, o Leixões enganou uma vez os “grandes”, quando venceu o FC Porto por 2-0 em 1960/61, em pleno Estádio das Antas, com golos de Osvaldo Silva e Manuel Oliveira. Em 2001/02, perdeu por 1-0 com o Sporting.

Na época passada, o Vitória de Guimarães tornou-se o sexto clube a surpreender os “grandes”, ao vencer o Benfica por 2-1, com tentos de Soudani e Ricardo, à quarta tentativa, depois de uma derrota com o Sporting (0-4 em 1962/63) e duas com o FC Porto (0-1 em 1987/88 e 2-6 em 2010/11).

Os 12 triunfos de “pequenos” sobre três grandes em finais:

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1938/39 – ACADÉMICA 4-3 Benfica
1959/60 – BELENENSES 2-1 Sporting
1960/61 – LEIXÕES 2-0 FC Porto
1964/65 – VITÓRIA DE SETÚBAL 3-1 Benfica
1974/75 – BOAVISTA 2-1 Benfica
1978/79 – BOAVISTA 2-1 Sporting (ap)
1988/89 – BELENENSES 2-1 Benfica
1991/92 – BOAVISTA 2-1 FC Porto
1996/97 – BOAVISTA 3-2 Benfica
2004/05 – VITÓRIA DE SETÚBAL 2-1 Benfica
2011/12 – ACADÉMICA 1-0 Sporting
2012/13 – VITÓRIA DE GUIMARÃES 2-1 Benfica

JP, Futebol365

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