RTP anuncia fim da Barca do Inferno

Após a saída de Manuela Moura Guedes a meio do programa “Barca do Inferno”, da RTP Informação, a direcção do canal anunciou que este vai acabar. Mas garante-se que o fim da sua emissão nada tem a ver com o incidente envolvendo a jornalista.

Num comunicado divulgado pela comunicação social, a RTP Informação afiança que a situação verificada com Manuela Moura Guedes, que abandonou abruptamente a emissão do “Barca do Inferno”, após uma discussão com a deputada socialista Isabel Moreira, “será sempre, do ponto de vista ideal, algo a evitar mas possível de suceder em debates em directo”.

“A Barca do Inferno é um projecto que teve presença na RTP Informação durante uma temporada e cujo fim já tinha sido anunciado à equipa na semana passada. A última emissão está marcada para 29 de Junho, segunda-feira, às 22 horas”, revelou também a direcção da RTP Informação no mesmo comunicado, salientando que não está prevista uma nova temporada do formato.

E até ao fim da emissão, é certo que Manuela Moura Guedes não voltará ao painel de comentadoras conduzido pelo humorista Nilton. Não se sabe ainda se o lugar da ex-jornalista da TVI será substituído.

Entretanto, Moura Guedes quebrou o silêncio sobre o caso numa publicação no seu Facebook, onde começa por “agradecer às muitas e muitas pessoas” que diz que a “compreendem”.

“Há um mínimo de condições que se exige para que haja respeito, e já só falo daquele respeito que se tem por si próprio sem o qual deixamos de ser quem somos”, salienta ainda a jornalista.

Mensagem de Manuela Moura Guedes no Facebook

ZAP

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32 COMENTÁRIOS

    • Não é só de política; ela não percebe nada da “realidade” (nem de educação ou respeito!), como se tem constatado ao longo do programa!!
      Com o seu super-ego e a mania de dona da sabedoria suprema, só fazia “ruído”; mas, o programa até era bem interessante!

  1. Isabel Moreira(PS) – O grupo primeiro, depois o grupo e o grupo, custe o que custar, utilize-se a “argumentação” ou trejeitos as vezes que forem paqra ‘martelar’ – O grupo primeiro.
    Sobra a insolência da “sabedoria” absoluta mas exclusiva… O grupo e nada à volta…
    E que venham os TGV, aeroportos que não do tipo Beja – inaugurado há 4 anos, preparado para os portentos da aviação – Airbus 450 – e encerrado – outros túneis, mais 4 ou cinco barragens – as eólicas pagamos na factura mensal da luz – ‘N’ empresas público-privadas – PPPês – com risco zero e rendimento garantido – 2015 e 2016 toca a pagar o rendimento garantido – novas autoestradas – a 2ª para o norte não chega (com o país falido) e, depois, veja se responde com honestidade intelectual à pergunta, muito pertinente, sobre a TSU que a MMG lhe dirigiu. É que debitar à conta dos ovos na cloaca da programática que lhe sopram ao ouvido nem para extrapolar é sério.
    … Até as ratazanas se põem em bicos de patas, não por arrogância ou enfados, apenas para ver ou cheirar mais longe, obviamente.

  2. isabel moreira limitou-se a ler um papel, nota-se alguma insegurança no discurso e debate. MMG legitimamente fez-lhe perguntas, penso que esta nao ofendeu ninguém, mas não fez bem em sair do programa. Nilton ,naquele papel, por vezes não ‘segurava’ as comentadoras. a única que saía sempre bem era Raquel Varela, com domínio nas matérias. e embora nao consiga deixar de simpatizar com as inseguranças de MMG, esta nunca suportou estar ali no papel de mera comentadora, mas se aceitou fazer parte do painel, tinha de se sujeitar as regras. teria saído de forma elevada da questão se tivesse estado até ao fim.

    • É do marketing – Sem teleponto, o peso da escorreita-falante (dispersa e inócua) associada a gestos e trejeitos perniciosos – posturas provocatórias…
      Mas aquilo deve ter sido pelo tamanho dos sapos!

  3. Manuela Moura Guedes está completamente gágá… Vi o programa e quem faltou ao respeito foi ela! Mal preparada, não sabia a origem dos dados que apresentou, presunçosa, nariz empinado e a desrespeitar os telespectadores e os participantes do programa. Figurinha triste, mas dela tudo se espera. Não sei se as consultas ao psiquiatra irão resolver o problema…
    Quem lhe paga o salário deve pensar bem no que anda a fazer…

    • Independentemente das cores preferidas de cada um e de cada uma, acho/achava o programa interessante. Sublinho o comentário do Zacarias Cortes “Um moderador com o mínimo de conhecimentos sobre política” e melhor preparado na moderação de programas deste tipo, poderia enriquecê-lo bastante. Não gostei do comentário do Sr Nilton na ‘direcção’ de MMG, apelando (a esta) por mais educação… Lamentável, mas a RTP tem que continuar a assegurar a estes cavalheiros os substantivos salários saídos dos bolsos dos contribuintes.

  4. O que aconteceu, tem uma explicação muito simples…é o espelho dos partidos que governaram nos últimos anos este país. A comunicação social e os programas políticos, só dão a palavra a elementos dos partidos que destroem este país. Porque não chamam para este tipo de programas pessoas de partidos emergentes? Porque são excluídos de qualquer programa ou debate?. Preferem ter a incompetência a falar…e a falar do que não sabem e desconhecem, porque critica-se (o que é fácil) e não se apresentam soluções. Depois dá nisto, alguns presentes defendem-se na ignorância, com a má educação.

  5. …Foi enterrar até às orelhas e depois (entre o telejornal das 13h e o das 20h do dia seguinte) o discurso “…não precisamos de recorrer…” passou a …” recorremos ao FMI…”.
    Dois discursos, a mesma pessoa… Não precisava tocar… o rebanho mantém-se arrebanhado.
    E foram 2 maiorias absolutas a comer-lhes as papas na cabeça!

  6. MMG e Isabel Moreira, juntaram a fome com a vontade de comer! qual delas a mais prepotente???
    E o moderador…
    É pena, porque achava piada ao programa

  7. Esta pseudo jornalista nunca devia ter entrado no programa. Não tem categoria, não tem nível, não tem educação. É demagoga, insolente e carece de conhecimento para fazer parte de um programa, seja ele qual for.

  8. Um programa que nada tem de serviço público nunca deveria ter ido para a grelha da TV pública… Um comediante + umas painelistas em campanha de autopromoção = vácuo informativo. Ainda bem que acabou!

  9. Saíu, não volta mas deve receber a choruda comissão, o botox não é barato.
    A meu ver era uma nulidade naquele programa, aliás como nalguns outros, dedique-se à musica pois até não cantava assim muito mal (para a época).
    Agora que o programa ficaria melhor inventa-se uma desculpa e acaba-se com ele, ainda justificava se fosse para emitir em canal aberto, pois em aberto é o lixo diário que a caixa de estupidificação das massas nos habituou. Será que serviço público de TV é fazer concorrência ao lixo dos privados? Afinal os Bilderberg é que mandam nisto não é?

  10. Porque cargas de água tenho que suportar a intromissão deste web site no meu facebook que é privado; eu não conheço MMG não sou seu amigo de qualquer rede social e, quando muito seria, seu inimigo fidagal dada a ignorância, má educação e falta de deontologia profissional que evidencia na sua actividade como jornalista e apresentadora. Se me aparecer outra vez vou ser muito malcriado.

  11. A MMG não serve para programas destes, quando tem pela frente políticos(a) que gostariam de dizer o contrário do que a cartilha lhes manda.
    É realista e honesta demais, para este tipo de programas.
    Também me revolto-me quando a sinistra só quer dar o que não tem para tentar destruir o Pais.

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