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SIC lidera durante todo o mês de fevereiro. Lucro da Impresa dispara 150%

Cristina Ferreira / Facebook

Cristina Ferreira / Facebook

A SIC manteve em fevereiro a liderança das audiências televisivas em Portugal, com 20,6% de share, tendo pela primeira vez em quase 20 anos liderado em todos os dias do mês, anunciou esta segunda-feira o grupo Impresa.

Em comunicado, o grupo destaca que fevereiro foi “o melhor mês” entre os 13 meses consecutivos de liderança da SIC, tendo a estação assegurado uma distância de 6,4 pontos percentuais para a TVI, que surge na segunda posição.

Ainda salientado é o facto de a estação ter sido “líder todos os dias durante o mês”, algo que não acontecia “há quase 20 anos, desde setembro de 2000”.

Em fevereiro, a SIC liderou em horário nobre com vários produtos de ficção (“Nazaré”, “Terra Brava” e “A Dona do Pedaço”) e com programas de fim-de-semana como “A Máscara” e “Amigos Improváveis” (que terminaram em fevereiro com shares de 24,9% e 18,6%, respetivamente).

A TVI foi o canal que mais cresceu em audiências em fevereiro, consolidando o segundo lugar ao alargar a vantagem para a RTP de 0,5 para 1,0 pontos percentuais.

Em comunicado, a TVI refere que, “com uma quota de 14,2, a TVI foi mesmo o canal generalista que mais cresceu num mês em que não emitiu qualquer evento desportivo, em contraste com os três jogos do SL Benfica e um do FC Porto exibidos em canal aberto”.

A empresa salienta os resultados alcançados nas tardes de sábado, entre as 17:00 e as 20:00, “que permitiram à TVI alcançar a liderança, tendo registado um crescimento quase de 20%”. A TVI não liderava esta faixa desde dezembro de 2018.

Destaque também para a reportagem “Amor Sem Fim”, da jornalista Alexandra Borges, que a TVI diz ter sido vista “por mais de um milhão de espetadores”.

Impresa mais do que duplica lucros

O lucro da Impresa mais do que duplicou no ano passado, face a 2018, para 7,8 milhões de euros, divulgou hoje a dona da SIC e do jornal Expresso.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa adianta que “os resultados líquidos da Impresa atingiram 7,8 milhões de euros, um aumento de 4,7 milhões de euros relativamente ao período homólogo do ano passado (+150%)”.

Em 2019, as receitas consolidadas ascenderam a 181,9 milhões de euros, mais 5,6% do que em 2018, sendo que para este valor “contribuíram, em particular, os aumentos nas receitas de publicidade (+7,4%) e IVR [chamadas de valor acrescentado] (+74,2%)”, refere a dona da SIC.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações aumentou 38,6% para 25,1 milhões de euros, “evidenciando os melhores resultados operacionais desde 2014”.

  ZAP // Lusa

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