Os islandeses “erradicaram” a síndrome de Down

A síndrome de Down está virtualmente erradicada na Islândia. Numa nação com 330 mil habitantes, nascem em média por ano um a dois bebés com a doença.

A síndrome de Down é causada por uma divisão celular anormal que envolve o cromossoma 21, resultando em material genético extra o que, por sua vez, resulta em características e atrasos no desenvolvimento e problemas associados à condição genética.

As deficiências cognitivas resultantes da síndrome de Down podem variar de leve a grave, e anomalias físicas mortais também são frequentemente associadas à doença. Aproximadamente metade de todos os que sofrem desta condição têm graves problemas de saúde, incluindo defeitos cardíacos congénitos potencialmente mortais.

A expectativa de vida dos portadores da síndrome é de aproximadamente 60 anos, e muitos necessitam de cuidados médicos especializados durante todo o período de vida.

Os testes médicos modernos e os procedimentos de triagem reduziram drasticamente o número de bebés nascidos com síndrome de Down em países desenvolvidos. A condição é muitas vezes percetível enquanto o feto ainda está no útero, seja por ultra-som, teste genético ou uma combinação dos dois.

Porém, nenhum país chegou tão perto de erradicar a síndrome de Down como a Islândia, mas o método usado para isso colocou muitos ativistas anti-aborto em pé de guerra.

As mulheres na Islândia estão a abortar, assim que detetam a condição no feto, a uma taxa de quase 100%.

Os testes de triagem para a condição genética potencialmente devastadora estão disponíveis desde o início dos anos 2000 e, embora completamente opcionais, o Governo islandês exige que todas as mulheres grávidas sejam informadas de que os testes estão disponíveis.

Cerca de 80% a 85% das mulheres na Islândia opta pelo teste genético que mostra a síndrome de Down, de acordo com a CBS News.

O teste é referido como o “Teste de Combinação” e considera fatores como resultados de exames de sangue, idade da mulher grávida e imagens de ultra-som para determinar se o feto possui ou não uma anormalidade cromossómica, como a síndrome de Down.

Embora a prática generalizada da Islândia de rastrear a síndrome de Down e terminar quase todas as gravidezes em que se descobre que a síndrome existe possa parecer difícil, não é uma coisa rara no mundo desenvolvido.

Em 2015, 98% das gravidezes detetadas com síndrome de Down foram terminadas. Em França, a taxa foi de 77%. Nos Estados Unidos, de 1995 a 2011, 67% das gravidezes com síndrome de Down foram terminadas.

A síndrome de Down geralmente não é descoberta até ao final do segundo trimestre, o que pode representar um dilema legal e ético para algumas grávidas. No entanto, a Islândia permite o aborto após as 16 semanas em casos de deformidade fetal, na qual se inclui a síndrome de Down.

Apenas alguns bebés com síndrome de Down nascem durante um ano médio na Islândia e, em muitos desses casos, é porque os pais obtêm resultados de triagem genética incorreta.
De acordo com o geneticista Kari Stefansson, o fundador da deCODE Genetics, a síndrome de Down foi quase erradicada na Islândia.

Como a empresa investigou genomas envolvendo quase toda a população da Islândia, tornou-se um especialista no assunto. E Stefansson acredita que o aconselhamento genético “pesado” feito no país é culpado da taxa de abortos com síndrome de Down de quase 100%.

“Isso reflete um aconselhamento genético relativamente pesado. E eu não acho que isso seja desejável. Está a ter impacto em decisões que não são médicas, de certa forma. Não creio que haja algo de errado em aspirar a ter filhos saudáveis, mas a medida em que devemos ir atrás desses objetivos é uma decisão bastante complicada”, pondera.

Do outro lado da questão estão todas as mães e pais de crianças com Down que, qualquer que tivesse sido a sua decisão, gostariam de a poder ter tomado.

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23 COMENTÁRIOS

    • O Hitler era um monstro e a eugenia é nojenta. O que é que isso tem a ver com o assunto?

      Aparte isso, acho alguma piada à libertinagem hipócrita de alguma gentalha de esquerda.
      Se o assunto é “aborto”, o corpo é da mulher e ela é que escolhe, quer e pode.
      Se o assunto é uma malformação no feto, é “eugenia”, a vida é sagrada e são uns nazis.
      Portanto, se a mulher andou a pinar por qualquer canto, tem que poder decidir em qualquer altura que quer abortar, não interessa se o feto é saudável ou o numero de semanas, o corpo é dela, ela é que sabe.
      Se o feto tem uma malformação conhecida, o corpo já não é da mulher, já não tem direito de saber, escolher e poder, é uma intolerável eugenia?
      Não tenho nada contra a libertinagem. Já a hipocrisia, incomoda-me um pouco.

  1. Correção à notícia:
    O que se erradicou foram as crianças portadoras do síndrome de Down, e não o síndrome de Down em si.
    Não houve nenhuma medida que reduzisse o número de fetos afectados pela doença, simplesmente são eliminados.
    No dia em que façam menos abortos, volta a aumentar o número das crianças com síndrome de Down.
    Não vejo progresso nenhum nisso, apenas uma matança para evitar incómodos aos que seriam os cuidadores.
    Mais uma nação a cair de podre…
    Vejam a vida do médico Jérome Lejeune, que descobriu a trissomia XXI, e que era HUMANO.

    • Sr. Miguel Queiroz,

      Eu não brinco com estes assuntos – e sei o quão sério (para si e para toda a gente) é o que a seguir vou dizer. Mas,

      O dito “autismo” não é uma doença genética. E, não é mais do que outro nome para envenenamento por mercúrio.

      Já várias famílias ganharam casos em Tribunal, no Ocidente, por ter sido provado que os seus filhos ficaram autistas por causa do mercúrio presente em algumas das vacinas.

      http://www.huffingtonpost.com/david-kirby/post2468343_b_2468343.html
      http://www.naturalnews.com/036255_MMR_autism_court_case.html

      E, as conclusões de toda a gente que está bem informada sobre isto mantêm-se firmes (sendo essa, até, uma das razões para o crescente movimento “anti-vacinas”).

      http://www.ageofautism.com/2010/07/new-study-shows-vaccines-cause-brain-changes-found-in-autism.html
      https://www.prisonplanet.com/prominent-district-attorney-blames-vaccines-for-his-childrens-autism.html

      Obviamente, para proteger a indústria médico-farmacêutica de mais processos, a própria FDA estadunidense já lista até nas contra-indicações das vacinas o dito “autismo” como possível “reacção adversa”. (Ou seja, a própria FDA estadunidense já foi forçada a *admitir* que as vacinas causam autismo.)

      https://www.prisonplanet.com/autism-reported-as-vaccine-side-effect-fda-insert-shows.html

      Enquanto na população, em geral, dos EUA o dito “autismo” já atinge 1 em cada 80-e-tal crianças, na subpopulação Amish deste país (que não vacina os seus filhos) os casos mantêm-se em 0 (zero). E, muito mais pode ser dito sobre as vacinas, em geral… Mas, se quer estar bem informado sobre o fenómeno do “autismo”, os sítios das hiperligações anteriores que deixei são bons pontos de partida.

      A imprensa portuguesa está presentemente *toda* controlada pelos grandes interesses económicos (nos quais se incluiu a indústria médico-farmacêutica). Por isso, não esteja à espera que esta imprensa alguma vez lhe diga a verdade sobre este e outros efeitos das vacinas.

      • Vocês não desistem pois não? O pessoal anti-vacinação continua irresponsavelmente a partilhar mentiras que infelizmente levam à morte de muitos (ver os recentes casos de Sarampo). O que você diz no seu texto não tem qualquer fundamento científico, e a prova disso são as fontes que cita, nomeadamente:

        1) Sites de “saúde natural” e “conspirações autistas”, sem qualquer credibilidade ou relação com a realidade.
        2) O Prison Planet, que pertence ao Alex Jones, o maior mentiroso e promotor de notícias falsas à face da terra (é também dono do InfoWars), grande apoiante do Trump e promotor de tudo o que cheire a conspirações ignorantes.
        3) O HuffPost, um pseudo-jornal, na realidade um agregador de notícias com bloggers convidados, muitas vezes criticado pela falta de rigor jornalístico e científico.

        Não ofenda os leitores deste espaço citando conhecidos facciosos, mentirosos e preguiçosos que não verificam os factos. Deixo-lhe algumas fontes fidedignas que desmentem categoricamente tudo aquilo que disse:

        1) “There is no link between vaccines and autism” https://www.cdc.gov/vaccinesafety/concerns/autism.html , CDC – Centers for Disease Control and Prevention, Estados Unidos, Novembro 2015
        2) “False: Vaccination can cause autism” http://www.sciencemag.org/news/2017/04/four-vaccine-myths-and-where-they-came , Science, Abril 2017
        3) “Vaccines are not associated with autism: An evidence-based meta-analysis of case-control and cohort studies”, http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264410X14006367 , Vaccine, Junho 2014

        Caso não consiga compreender o último estudo, deixo-lhe o resumo retirado de um site de divulgação científica para leigos:

        “The findings were summarized as:

        – There was no relationship between vaccination and autism
        – There was no relationship between vaccination and Autism Spectrum Disorder
        – There was no relationship between autism and the MMR vaccine

        Just to rub it in, no relationship was found between autism and exposure to mercury, including in thimerosal, the mercury compound once used as a preservative for vaccines and products such as tattoo inks, but now discontinued for vaccines in the United States and Europe as a result of unproven fears.”

        http://www.iflscience.com/health-and-medicine/huge-meta-study-vaccines-reveals-no-link-autism/

        Agora faça-nos a todos um favor, informe-se melhor e deixe de partilhar informação falsa, falacciosa e potencialmente fatal na Internet. Sinceramente pensava que após os episódios do Sarampo o pessoal tinha aprendido alguma coisa e ganho alguma vergonha. Infelizmente enganei-me.

        Cumprimentos.

        • Eu escrevi um comentário (outra vez, com várias hiperligações) em resposta ao do Nuno Alves, que foi censurado pelas pessoas do/a ZAP.

          Como tal, não irei mais comentar, nunca, neste sítio na Internet. Mas, porque há uma importante informação que quero, apesar de tudo, tentar passar, vou tentar fazê-lo agora neste comentário…

          A rapariga que morreu recentemente de sarampo em Portugal, tinha sido previamente internada com uma mononucleose – e, como tal, tinha o seu sistema imunitário enfraquecido, quando contraiu o sarampo. E, por isso, morreu da mesma maneira que todos os anos morrem pessoas idosas com uma simples gripe, por terem um sistema imunitário mais fraco. Não foram as vacinas que quase-eliminaram o sarampo a nível mundial. E, se quiserem ver as provas disso, vejam o documentário de 1998, “Vaccination: The Hidden Truth”.

          • Essa rapariga tinha o sistema imunitário enfraquecido, mas se tivesse sido vacinada não tinha morrido. Consegue compreender isso? Além disso não me estava a referir a uma pessoa em particular, mas sim aos milhares de casos de sarampo que surgiram em bolsas de pessoas não imunizadas nos Estados Unidos, França, Roménia e por ai fora. Com várias mortes pelo meio. É uma grande coincidência isto acontecer sempre nas pessoas não vacinadas, não é? Você continua a apresentar como referências sites e vídeos da teoria da conspiração, sem qualquer credibilidade, sustentação ou conotação com a realidade. Se quer ter uma discussão séria e adulta, por favor apresente como referências trabalhos científicos devidamente validados e revistos pelos pares. Cumprimentos.

      • Caros responsáveis do Zap, porque razão aceitam um comentário cheio de links para fontes dúbias e não publicam o meu contraditório com várias referências da literatura científica? Também são anti-vacinas? Obrigado.

  2. Eu, como mãe de uma criança portadora da Síndrome de Down, estou chocadíssima com esta notícia.
    Concebi um anjo, que me ensinou o outro lado da Vida. Se dá mais trabalho? Dá. Mas cuidar de um anjo é um privilégio, não é um fardo.

    O “erradicar” desta notícia significa apenas MATAR seres humanos indefesos, com direito à Vida.

    Bem-haja Miguel
    Bem-haja Gonçalo Sena
    pelos vosso comentários.

  3. Quem opta por matar uma criança com sindrome de down, além de assassino, não saberá nunca a alegria de viver com uma pessoa carinhosa, esperta, cativante e dedicada a quem ama mais do que tudo no mundo. Resumindo não viverão nunca totalmente.

    PS.: Cunhado residente com um portador de sindrome de down há 27 anos, que inclusivamente já esteve em programa de tv.

  4. Por favor minha gente, separem bem as situações. Ninguém pretende matar os filhos de ninguém. O amor de família existe em todas as formas e feitios. Devemos amar os nosso filhos, quer tenham doenças ou não, sejam parvos ou não, etc. Ninguém está a pôr isso em causa.

    Mas, se antes de se ter filhos, se der a escolher aos pais se querem que os filhos tenham certas condições genéticas, certas doenças, altura, força, inteligência, etc., todos nós sabemos quais são as melhores caraterísticas para um ser humano enfrentar o mundo. Há escolhas subjetivas? Sim, como por exemplo, escolher a cor dos olhos. Mas entre querer um filho estúpido ou um Einstein, aí sabemos perfeitamente qual é a caraterística com maior valor para o ser humano viver em sociedade.

    Dizer a qualquer pai ou mãe ou irmão com um familiar com síndrome de down, se querem trocar, é como dizer a qualquer pai ou mãe ou irmão com um familiar SEM o síndrome se o querem trocar. É parvo. As raízes estão criadas. Mas antes de o bebé estar cá fora e começar a sua viagem pelo mundo? Aí acho muito bem que se tente dar à criança todas as possibilidades para ter sucesso e atribuir à criança qualquer problema de propósito, seja por que razão, é puramente cruel.

    Assim, meu caro Miguel e Armando, minha cara Isabel, o vosso amor é igual ao de todos os outros pais e é irrelevante se os vossos familiares têm síndrome ou não, o amor não quer saber. Acho muito bem que amem e continuem assim que estão bem. Mas conhecendo vocês as dificuldades e desafios associados ao síndrome desejariam isso a alguém? Agora, se o vosso problema é abortar fetos, então nesse caso passemos a discussão para o aborto e deixemos de lado a razão e sejam claros sobre a vossa opinião.

    Resumindo:

    – Criança ou adulto com síndrome? São iguais a qualquer outra pessoa, devem ser tratados e amados como qualquer outra pessoa, um grande NÃO à discriminação.
    – Antes de nascer, podendo escolher com ou sem síndrome de down? SEM síndrome, sem sombra de dúvidas.
    – Abortar um feto seja porque razão for? Sou a favor. Acho preferível do que trazer uma criança para mundo que muitas vezes não vai ser amada ou irá sofrer de doença, etc, etc. Assunto polémico sem dúvida, mas cada um tem a sua opinião.

    • Caro Manuel, gostei muito de ler o seu comentário. Além de partilhar da sua opinião, achei o comentário muito claro e bem escrito. Cumprimentos.

  5. Como médica Pediatra considero esta notícia uma forma de eugenia vergonhosa. A Síndrome de Down não é uma “condição genética potencialmente devastadora” mas uma entre muitas anomalias genéticas que podem ocorrer. Quantas crianças sem SD têm cardiopatias congénitas muito mais graves? Quantos morrem ou ficam incapacitados por acidentes de viação, infecções, prematuridade? Querem acabar com todos? Ou apreender o que de muito importante têm para ensinar à sociedade, como tolerância, resiliência e capacidade de ver beleza em coisas/pessoas diferentes? Quem dera a muitos ditos “saudáveis” terem a sensibilidade e a ternura das crianças com SD. E quantos pais o souberam na gravidez e optaram por não abortar?
    Quem escreve como jornalista em qualquer meio de comunicação social tem que ter consciência da sua responsabilidade social e este artigo é claramente parcial e potencialmente ofensivo para os pais/familiares destas crianças, jovens e adultos.
    Para todos eles o meu respeito e apreço. Cumprimentos

  6. Na Islândia este teste é obrigatório, e é obrigatório os pais terem conhecimento do resultado do mesmo. Nada mais. A partir dai os pais decidem, e não me parece escandaloso muitos (a maioria) optarem por não ter o bebé em caso de síndrome de Down. Tal como não me parece escandaloso os pais optarem por ter o bebé. Antes pelo contrário.

    O título e a forma “bombástica” como a notícia está aparentemente escrita serve apenas para “puxar” reacções despropositadas como a sua e de outros comentadores em cima. É um título bom para partilhar nas redes sociais e ter cliques, e cliques valem dinheiro. No mundo em que vivemos, em que ninguém se preocupa em analisar bem o cerne das questões, é fácil ganhar dinheiro aludindo às nossas reacções primárias. Cabe a nós, leitores, ignorar títulos bombásticos e perceber bem o que está a ser noticiado. E neste caso não está a ser noticiada nenhum tipo de eugenia, nem nada que se pareça. Cumprimentos.

  7. Manuel, quando alguém defende q os fetos com síndrome de down devem ser mortos, está a dizer que na sua opinião as pessoas com a mesma condição não deviam ter nascido. Temos q ver as consequências das nossas opiniões. O Hitler tb achava q se devia erradicar os deficientes e promover a “raça superior” ariana. Não consegue ver a coincidência de opiniões?

    • Em lado nenhum se pode ler, ou se pode entender, que “os fetos com síndrome de Down” devem ser mortos, ou que nunca deviam ter nascido, ou qualquer outro disparate do género. E fazer comparações com Hitler, é completamente absurdo, isto para evitar usar adjetivação mais adequada, mas provavelmente insultuosa. E em lado nenhum se fala em eugenia!!
      O que a Islândia fez, e muito bem, é impôr a realização dum diagnóstico precoce. Compete aos pais, e segundo as convicções e opiniões de cada um, DECIDIR a continuação, ou não, da gravidez.
      É deprimente verificar que a maioria dos comentários aqui expressos não souberam ler, ou interpretar devidamente, a notícia publicada.
      Dar uma hipótese de escolha, não é de todo condenável. E a única coisa que pode ser discutida, se é que isso é possível, é se NAS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS, teríamos feito uma escolha equivalente, enquanto pais!!! E mesmo isso não passaria duma discussão puramente teórica, ou académica. Porque ninguém pode afirmar o que faria se confrontado com uma situação limite.

  8. Esse diagnóstico também existe em Portugal. O rastreio combinado é realizado por todas as grávidas no 1º trimestre de gravidez. E não é 100% fiável, nem em Portugal, nem em lado nenhum. Quando é positivo é realizada amniocentese que confirma ou não a trissomia. A hipótese de escolha existe, pois em Portugal também se pode abortar nessa situação.
    Esta discussão não é teórica, mas muito prática, estamos nas MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS, apenas com opiniões diferentes, por termos culturas diferentes. Os Islandeses não são melhores que os portugueses por decidirem abortar. Liberdade de escolha é isso mesmo, poder optar por ter ou não ter, no tempo devido.

  9. já foi dito e muito bem que o título da notícia está incorreto, não houve erradicação da SD que eu prefiro chamar pelo nome correto – trissomia 21 – eu e meu marido assumimos uma prima com este problema quando ela ficou sem pais, tinha 18 anos e hoje tem 43. No tempo do pai e já sem mãe parecia um vegetal com birras. 1 ano depois de estar connosco parecia uma menina “achinesada” tinha vontade própria – daí as birras – e reeducada foi frequentar uma escola própria onde aprendeu a ler, a trabalhar e brincar com um PC e adquiriu capacidades profissionalizantes na área da doçaria e restauração. Em casa tem as suas funções familiares e sociais. é das “ligeiras” dirão mas foi “educada” e muitas crianças e jovens de hoje têm comportamentos muito mais preocupantes em todos os sentidos e são muito menos felizes por razões familiares, sociais? Hoje em dia já há instituições que podem cuidar delas tal como com outros doentes e/ou idosos. Preocupa-me mais a manutenção artificial de uma vida vegetativa! Atualmente e infelizmente está a adotar-se o sistema dos Estados Unidos que se preocupa com a socialização pondo de parte o desenvolvimento cognitivo. Em Portugal e só para falar no conheço bem, a escola “normal” não está preparada para a inclusão!

  10. O conhecimento cientifico não é exacto; isto é, uma coisa é aceite como verdadeira até prova em contrário ( vejam o que se passou com o planeta Plutão ou mesmo com os dinossauros ).
    Se nunca questionarmos aquilo que nos transmitiram, então estaremos a alimentar um ciclo vicioso…
    Digo isto em relação às vacinas claro! Partimos do principio que só faziam bem e nunca passou pela cabeça que tivessem efeitos adversos como todos os medicamentos…

    • Acho muito bem questionar aquilo que nos é transmitido. Mas em primeiro lugar é preciso perceber o que nos está a ser transmitido. Ou também acha que a terra é plana?

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