Mitrovic, o “goleador silencioso” mais mortífero que Ronaldo e Messi

FA of Serbia / Twitter

Aleksandar Mitrovic, internacional sérvio.

O avançado sérvio Aleksandar Mitrovic chegou à marca dos 50 golos pela seleção em menos jogos do que grandes nomes do futebol mundial.

Aleksandar Mitrovic não é propriamente um nome muito conhecido do público em geral. Apesar disso, o avançado sérvio, atualmente ao serviço do Fulham, tem-se vindo gradualmente a destacar, com um elevado número de golos em seu nome. Ainda assim, o jogador de 28 anos continua a ser pouco falado.

O arranque de época não poderia estar a correr melhor a Mitrovic. O imponente ponta-de-lança leva já seis golos em apenas sete partidas na Premier League. Na temporada passada foi o melhor marcador do Championship, o segundo escalão inglês, com 43 golos marcados em 44 partidas.

Números impressionantes para um jogador que, um ano antes disso, tinha marcado apenas quatro golos na primeira divisão.

Agora, já não há a desculpa de diferença de competitividade. O sérvio está de volta ao principal escalão inglês, e já ultrapassou a sua marca de golos de há duas épocas.

No entanto, é no plano internacional que Mitrovic mais se destaca. Em 76 internacionalização pela seleção sérvia, conta com 50 golos marcados. Cristiano Ronaldo e Lionel Messi precisaram de mais internacionalizações para a chegar à meia centena de tentos ao serviço da seleção.

A lista de jogadores que Mitrovic supera com esta marca não se fica por Ronaldo e Messi. Wayne Rooney, Zlatan Ibrahimović, Luis Suárez, Robert Lewandowski, Romelu Lukaku, David Villa e Didier Drogba também são “abafados” por este goleador silencioso.

A própria seleção portuguesa já provou do veneno de Mitrovic. Nos últimos quatro encontros entre as duas equipas, Mitrovic fez as redes balançar em três ocasiões. O avançado marcou até o golo na fase de apuramento para o Campeonato do Mundo que atirou Portugal para os playoffs.

Foi até um dos tentos apontados frente a Portugal que fez de Aleksandar Mitrovic o melhor marcador de sempre da história da seleção sérvia.

  Daniel Costa, ZAP //

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