Maior acelerador de partículas do mundo provou que os fantasmas não existem

Os convidados do programa “The Infinite Monkey Cage” da BBC estavam a discutir a ciência e o paranormal quando o físico Brian Cox, da Universidade de Manchester, no Reino Unido, garantiu que o maior acelerador de partículas do mundo provou a inexistência de fantasmas.

“Não estamos aqui para debater a existência de fantasmas, porque eles não existem. Se queremos que algum tipo de padrão que carrega informações sobre as nossas células vivas persista, então temos de especificar exatamente qual é o meio que carrega esse padrão e como é que ele interage com as partículas de matéria a partir das quais os nossos corpos são feitos”, defendeu Cox.

“Temos que inventar uma extensão para o Modelo Padrão da Física de Partículas que escapou à deteção no Grande Colisor de Hadrões. Isso é quase inconcebível nas escalas de energia típicas das interações de partículas nos nossos corpos”, diz Cox.

Como o especialista usou alguns termos científicos que podem confundir leigos, o astrofísico norte-americano Neil deGrasse Tyson quis esclarecer a sua afirmação.

“Se entendi bem, você afirmou que a Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN) refutou a existência de fantasmas”, destacou o astrofísico. E Brian Cox consentiu.

O Grande Colisor de Hadrões (Large Hadron Collider – LHC) do CERN, é o maior acelerador de partículas e o de maior energia existente do mundo. O laboratório localiza-se a 175 metros abaixo do solo na fronteira franco-suíça, perto de Genebra.

Brian Cox explica que, se houvesse algum tipo de substância a “dirigir” os nossos corpos (algo que poderia transformar-se num fantasma depois da nossa morte), então deveria interagir com as partículas que formam o corpo humano.

Visto que o LHC já fez medidas de alta precisão sobre as maneiras como as partículas interagem, o especialista conclui que “não pode haver nenhuma fonte de energia que esteja a dirigir os nossos corpos”.

Segundo Cox, se os fantasmas existissem, seriam feitos de partículas. Portanto, se esses fenómenos paranormais estivessem mesmo a invadir o mundo físico, então o seu “rasto” seria facilmente detetado pelo LHC – e isso não aconteceu.

29 COMENTÁRIOS

  1. “Se os fantasmas existissem teríam de ser feitos de partículas” – Eis a maior estupidez que ouvi nos últimos tempos! E vinda ainda por cima de Cox, um gajo que é suposto ser inteligente!

    Outra:

    “se houvesse algum tipo de substância a “dirigir” os nossos corpos então deveria interagir com as partículas”

    Isto só mostra que quando se anda muito tempo a analisar ao pormenor um aspecto concreto de um modelo de explicação da realidade, fica-se fechado nele, e já se confunde o modelo com a própria realidade. E se a própria existência das partículas for pura renderização de informação pela própria consciência? Como de resto parece demonstrar a própria física quantica. Não será tudo o resto produto da interpretação que a consciência faz de todo um campo de informação? Não será nesse caso a própria consciência, a dita “alma”?
    E os fantasmas? Não serão eles próprios também “renderizados” pela consciência? Não serão eles também informação?

    Eu não acho que fantasmas e “alma” (ou consciência) sejam a mesma coisa. Os fantasmas não são almas, são projecções da consciência (essa sim alma), tal como a consciência projecta/renderiza/produz toda a realidade física, que tanto nos esforçamos para explicar intelectualmente com modelos racionais cada vez mais complexos, mas sempre a produzir mais perguntas do que respostas a cada novo passo.

    O intelecto humano é fruto de actividade cerebral. O cérebro e fruto de uma realidade material e física (o mundo em que vivemos). A ciência é fruto do intelecto humano a tentar compreender a realidade material que o origina. Não se pode compreender um sistema quando se é um sub-produto desse sistema. Tem de se estar fora/acima dele, para o compreender totalmente. E nós estamos “dentro” dele enquanto vivemos neste plano da realidade. Quando transcendemos para outro plano e nos tornamos consciência pura após a morte física, aí temos uma compreensão completa do sub-sistema “realidade física” em que agora vivemos.

    Até lá, parecemos o burro atrás da cenoura, quando queremos explicar questões não físicas com explicações físicas. É como explicar a um ser que vive num mundo a duas dimensões, o que é a profundidade.

    • Sim, não te esqueças que partículas não são celulas, nem mesmo átomos. Luz são partículas… Energia
      Quando dizes que a física quântica defende que as partículas sejam uma renderização da nossa consciência, parece-me que não percebeste a fundo a analogia da experiência do gato e a sua relação com a experiência de Young. Mas no fundo mostraste que percebes pouco de física ou de ciência em geral.

      Só uma achega para começares: a ciência não PRODUZ perguntas, a ciência DESCOBRE as perguntas e procura as respostas… E muito frequentemente consegue encontrar novas perguntas.
      Quando conseguires perceber o que quero dizer com isso, estás no bom caminho 🙂

      • Ao iluminado que dá pelo nome de Pedro: A típica resposta dos ignorantes é andar com uma lupa à pesca de questões de semântica para tentar ter por onde pegar! é o teu caso com as palhaçadas do “produz perguntas” vs “descobre perguntas”. O que eu quis dizer (e que tu ou não percebes ou finges que não percebes), é que cada resposta que a Ciência encontra LEVANTA/SUSCITA (daí o “produz”) novas perguntas. Quanto mais se sabe, maior a consciência do que falta saber. Por isso, deixa-te de parvoices.

        Quanto à tua outra frase iluminada “não te esqueças que partículas não são celulas, nem mesmo átomos. Luz são partículas… Energia” – Bem isto então é que mostra o quanto o teu conhecimento de Física é de ler a Science & Vie na casa de banho. Partículas é um termo que se aplica como sinónimo de “quanta”. Onde é que eu disse que eram células, moléculas ou átomos. A luz meu caro, tem propriedades duais de onda e de partícula, como de resto toda a matéria e toda a energia. Nenhuma partícula tem localidade ou temporalidade até que a consciência de um observador tome conhecimento dela. Até aí são apenas nuvens probabilísticas. Os electrões por exemplo, não são particulas que possam ter a sua localidade definidas num determinado ponto do tempo. São uma onda de probabilidade. Existe uma dada probabilidade de existirem num local e cada momento.

        Algumas frases de Físicos conhecidos:

        Hans-Peter Durr (prof. Física no Max Plank Institute): A matéria não é feita de matéria.
        A. N. Whitehead: The mind experiences qualities which are offspring of the mind alone.

        (Max Plank): Light comes in discrete packets of energy (action).
        1 Quantum (of action) = 1 Photon. Every photon is an identical unit of action: A Constant. Action = ML2/T

        Aprenda a compreender que a investigação mais recente da Física aponta no sentido de que a realidade não é mais do que INFORMAÇÃO. Essa informação é “renderizada” pela consciência e não tem existência independente do observador. Vá ler sobre a double slit experiment.

  2. @Miguel Queiroz Lol. Temos no mundo real uma pratica chamada “psiquiatria” que faz falta a esses argumentos. Procura um desses praticantes, convence-o desses teu argumentos, e fazes um serviço a humanidade.

    • @Mesquita Nunes Lol. Temos no mundo real uma coisa chamada incapacidade de argumentar. Para si a psiquiatria não ajuda porque só trata a doença mental, e não a parvoice. Se tiver algum argumento que anule o meu pela lógica, faça favor de o emitir.

      Caso contrário pare de perder boas oportunidades de estar calado.

  3. “Se os fantasmas existissem teríam de ser feitos de partículas” – Eis a maior estupidez que ouvi nos últimos tempos! @Miguel Queiroz Porquê????

    “se houvesse algum tipo de substância a “dirigir” os nossos corpos então deveria interagir com as partículas”
    @Miguel Queiroz Se a substância não interagir com as partículas, como é que as vai “dirigir”?

    E os fantasmas? Não serão eles próprios também “renderizados” pela consciência? Não serão eles também informação?
    @Miguel Queiroz se os fantasmas forem informação, então, utilizando a teoria quântica a que faz referência, são passíveis de detenção, porque a informação não se perde (segundo a teoria a que você próprio faz referência, embora, aqui entre nós, não a compreenda).

    • Caro co-comentador, a sua última frase é a razão de ser pela qual vários comentários aqui simplesmente tentam “ridicularizar” sem verdadeiramente entender ou apresentarem um contraditório com lógica. Qualquer pessoa é capaz de argumentar assim: “Ahahaha…. Isso é uma estupidez, não faz sentido mas não sei explicar melhor porquê!..”

      Você pergunta: “se os fantasmas forem informação, então, utilizando a teoria quântica a que faz referência, são passíveis de detenção, porque a informação não se perde ”

      Eu respondo: A informação é não local e não temporal. Que tamanho tem a informação? Quanto pesa? Onde reside? Imagine as ondas de rádio. Imagine que tem um pequeno receptor que tranforma a informação contida numa emissão de ondas FM, em música (ondas sonoras). Ok, você ouve a música porque os seus ouvidos recebem as ondas sonoras emitidas pelo seu receptor de rádio, e as traduzem noutra linguagem (impulsos eléctricos) que por sua vez o seu cérebro interpreta de determinada maneira e que a sua consciência traduz em experiência subjectiva (o prazer de ouvir por exemplo). Por sua vez existe um “software” no seu cérebro que se chama linguagem e que lhe permite traduzir esses sons em conceitos.. Em significado, que a consciência novamente atribui uma experiência subjectiva através de associações ideias, etc… Agora diga-me: Onde é que você consegue fazer a detenção da interpretação subjectiva que você fez da música. Não me refiro a gravar o som que sai da telefonia. Refiro-me a todo o conjunto de imagens e associações de ideias que você fez ao ouvir a música. Como pode alguem capturar isso e dizer se você sentiu e pensou isto ou aquilo?

      A resposta é: Não existe! Não pode ser capturado. Alguém tinha de ser você e ter vivdo tudo o que viveu e ter reagido emotivamente da mesma maneira para poder ter as mesmas experiências subjectivas que você. Os fantasmas são experiências subjectivas… Formas de interpretação de informação. Informação emitida de e para a consciência. Era preciso escrever muito mais para explicar tudo isto mas não tenho tempo. Recomendo abaixo alguns links para mais investigação do assunto.

      Tudo o que existe são tecnologias que fazem acender uma luzinhas na parte do cérebro onde há mais actividade eléctrica quando você pensa certo tipo de coisas. Mas até aí se está a ver o efeito e não a causa. O Cérebro é uma interface entre a consciência e a realidade. Não é océrebro que produz consciência… Mas isto é outra coisa que as pessoas que se querem agarrar às “certezas” e aos Dogmas da ciência, preferem nem querer entender. Embora faça mais sentido de um ponto de vista de lógica e de ciência como modelo explicativo da realidade.

      O que eu quero dizer é que ao mais ínfimo nível, tudo no fundo é informação. Até as mais ínfimas “partículas” conhecidas como a partícula de Higgs, a qual óbviamente será “composta” de mais partículas. quanto mais fundo observamos, mais a onda probabilistica de potencial se colapsa num valor concreto. Até alguma partícula ser obervada, ela não tem valores concretos… É apenas uma probabilidade estatística. Um “potencial para ser” que só passa a “ser” quando é “observado” ou “medido”.

      A realidade é na verdade virtual. São dados (zeros e uns) que a consciência (o termo “awareness” em inglês) interpreta. Como um sistema operativo interpreta os dados de um software ou de um ficheiro digital.

      Para que não se pense que isto é “pseudo-ciência” ou tangas “new age”, eu sugiro que se leia algumas teorias actuais dentro da Física mais avançada, que defendem este modelo explicativo da realidade.

      Recomendo a alguns idiotas que se puseram a gozar (não me refiro a si) que procurem saber mais antes de fazerem figuras de urso a rir do que não conhecem:

      Nick Bostrom: http://www.nickbostrom.com/
      Brian Whitworth: http://brianwhitworth.com/
      Edward Fredkin: http://www.theuniversesolved.com/bio-ed-fredkin.htm

      Como costuma acontecer, o tipo de imbecis que goza sem conhecer, são os mesmos que mais tarde apresentam as mesmas ideias, como se tivessem sido eles a descobrir. Alguns dos cretinos que hoje aqui gozam com a autoridade que a ignorância lhes dá, daqui a algum tempo, vão estar a defender estas ideias e desmentir que alguma vez alguém lhes deu a conhecer e eles ridicularizaram. A única e válida atitude que se pode ter em ciência é a de Cepticismo aberto. Nada deve ser aceite ou recuzado sem questionar. Tudo se deve questionar mas nada deve ser posto de parte sem ser compreendido e testado. O que esta gente parvinha com ciência de café faz, é andar ao sabor do senso comum. Só que o conhecimento é em não pequena parte a luta do bom senso, contra o senso comum.

      Saúdinha!

      • Agradeço os links que publicou. Interessa-me ler coisas de ambos os lados da barreira – espiritualistas e materialistas. Não gosto de obscurantismo nem de pseudociência disfarçada de ciência, que é quando vêm os Deepak Chopra e misturam crendice tradicional com ideias pseudocientíficas e nos querem servir a cura quântica e a medicina quântica – e sobretudo, com os seus livros, videos e palestras, querem dar ao público aquilo que o público tão ardentemente deseja que lhe deem.

        O que eu fico é intrigado com a maneira como uma coisa material (o cérebro) é capaz de produzir algo de imaterial (a consciência). Como é que o nosso cérebro consegue produzir uma representação coerente da realidade que nos rodeia e onde estamos imersos, pois dentro da nossa cabeça não há um alvo, em ecrã onde essa representação seja projectada como numa tela se projecta a imagem de um videoprojector. A mecânica quântica, a estar correcta, deixa-nos desconcertados com a aparente complexidade da realidade que nos rodeia mas que filosoficamente poderá ser tão “simples”…

        No fim, o que me importa saber, para além de todas as teorias e modelos do mundo que vão sendo a pouco e pouco aprimorados, geração após geração, é se a nossa consciência/identidade sobrevive ou não à morte física do nosso corpo – e no caso de sobreviver, o que é que isso significa na prática – voltaremos a rever os nossos entes queridos já desaparecidos? teremos acesso a uma realidade ou existência mais real que esta? essa realidade será uma pasmaceira beatífica ou um estado de transição apenas entre diferentes vivências materiais? sofreremos com a aniquilação iminente quando o fim chegar? lembrar-nos-emos de nós como pessoas que agora somos? teremos aprendido verdadeiramente algo?

        • Caríssimo Daniel, a sua pergunta é pertinete e a resposta pode ser encontrada nalguns dos mais actuais modelos científicos do tipo “realidade virtual” como as dos links que acima postei.

          1. Nós nao vivemos numa realidade material. Vivemos numa realidade informacional (digital se quiser). A nossa realidade também não é objectiva 100%. Tem uma componente objectiva e uma subjectiva. A nossa realidade é por isso probabilística. Pense numa simulação de computador, embora isso também seja apenas uma metáfora, já que os computadores são invenção humana e a realidade não

          2. A única coisa de que a realidade é feita é de fluxos de informação. A consciência interpreta a informação e dá-lhe significado, do qie resulta a experiência subjectiva (as tais projecções no ecrã). A consciência produz a a matéria. Não é a materia que produz a consciência. Logo, um dos maiores erros é pensar-se que o cérebro é que produz a consciência.

          3. Todos os modelos explicativos científicos partem de uma assunção, um pressuposto inicial que não precisa de ter causa explicada. No caso do Big Bang por exemplo, assume-se que o Big Bang simplesmente “aconteceu”. Mas não se demonstra como aconteceu, o que o causou ou o que havia antes. No modelo digital, assume-se que existe consciência e tudo o resto se deriva daí de uma forma lógica e experimental (detalhes nunca mais daqui se saía).

          4. Um tal modelo é simplesmente melhor ciência porque engloba os modelos pré-existentes e expande-os, tal como a relatividade fez em relação à física de Newton, por exemplo. O modelo digital, explica Relatividade, Quantica e algumas questões até aqui dominio da metafisica. Não por ser pseudo-ciência, mas por ser mais e melhor ciência. A matemática e a física estão todas lá à mesma e as coisas batem todas certas.

          5. Como tudo o que é mudança de paradigma, demorará naturalmente a aceitar. Há sempre resitência da parte daqueles para quem a ciência é um sistema de certezas.. Um sistema de crenças. A mesma atitude que antigamente havia em relação aos dogmas religiosos, hoje há em relação à ciência: Tornou-se pecado questionar os pilares institucionais do conhecimento. Só que tratar ciencia como um sistema de crenças, é que é pseudo-ciencia. Os defensores da ciência “materialista” odeiam os defensores da “digital”, porque mexe com certezas e até com posições profissionais e prestígio.

          6. Esta realidade é pois um estado de consciência (uma realidade virtual feita pela Consciência (sistema) para as consciências (unidades) experienciarem e evoluirem o sistema no seu todo. Como um processo evolutivo de diminuição de entropia dos sistema. Após a morte, tudo indica que a consciência evolui para outro patamar. Outra realidade virtual. Uma fase de transição, após a qual geralmente regressa a esta para continuar a aprendizagem/evolução. Digamos que faz um “dump” à memória e regressa para lidar com novos desafíos sem os vicios da vivencia anterior. Mas tanto esta realidade como a(s) outra(s) são totalmente virtuais. É tudo ambientes criados a partir de informação. A única coisa fundamental e quintessencial é a Consciência. Só há Consciencia, nada mais. O resto é construção dela.

          Já sei que vai haver muito palerminha a rir disto, poer falta de investigação na matéria. Ou talvez haja quem estando informado sobre isto, possa discordar. Desde que fundamentada, a discordância tem de ser respeitada e debatida.

  4. Eu não percebo nada e portanto não aspiro a trabalhar nas físicas… mais nos físicos. Mas vou opinar, se me dão licença. Dou um voto ao Miguel Queiróz – boa conclusão do raciocínio, quando diz: “Quando transcendemos para outro plano e nos tornamos consciência pura após a morte física, aí temos uma compreensão completa do sub-sistema “realidade física” em que agora vivemos.” É isso mesmo, simples, bonito, verdadeiro, comprovado por quem já está lá… e negado a sete pés pelos céticos (que até fariam promessas!!!) para não ser assim. A noção (verdadeira) é que a ALMA é energia (espiritual eterna) inatingível e indescritível por nós enquanto dominados pela matéria que carregamos. Por isso, os cientistas (loucos e ignorantes) nunca conseguirão respostas sobre a Alma (a tal energia que nos “dirige”); ora, como não conseguem respostas físicas da coisa, continuarão a negar a coisa, porque não conseguem apanhá-la no sistema!!!!!!!!! E rio-me às gargalhadas, enquanto tenho pena da sua presunção porque, conforme outro título colateral a este: “Um pequeno animal paralisou a maior máquina do mundo”!!!!!!!!!!! Um simples ratinho (detesto ratos mas este cumpriu bem a missão dele) avariou aquele monstro de máquina??? Só pode – Deus é perfeito, mas os sábios não conseguem vê-lo nas entrelinhas… Sobre os fantasmas? São os espíritos desencarnados, que assustam muito aqueles que não acreditam… Comunicam? Muitas vezes de diversas formas… São bons? Há de todos… Pelo menos os nossos não fazem favor nenhum se forem nossos amigos… Existem muitos outros que também o são (e nem sabemos que nos ajudam)… Psiquiatras? Outra espécie que ainda está no plano zero (são cientistas); tenho pena de muitos pacientes deles… Resumindo: Corpo=matéria que transporta e é animado pela Alma (Vida); Alma=espírito (criado e comandado por Deus Criador)que nós, como matéria, não sabemos explicar. O espírito tem como essência 5 propriedades que ultrapassam a matéria: impassibilidade, agilidade, claridade, subtilidade e imortalidade. Como é que os cientistas querem enfiar isto tudo naquela panela de pressão? Era o que mais faltava!!!!!!!!!Partículas? Essa é a sua grande ignorância: não aceitam produtos sem partículas? Nada feito… Continuem… Os chineses também vão copiar isto!!!! O que é lamentável, e dói mesmo, é a abominável teimosia em consumir orçamentos incalculáveis para fazer estes verbos de encher, enquanto a miséria é a maior bandeira deste mundo

  5. Caro “É tempo de acabar com as pseudo-notícias”. Já escrevi aqui uma resposta várias vezes mas… Por qualquer razão que me escapa… A ZAP continua a bloquear a maioria das minhas respostas. Deve pensar que não dá trabalho escrever respostas longas para depois as perder. Tenho de começar a fazer copy paste pró Notepad.

    Tenho também de começar a ir fazer barulho para a página do Facebook do ZAP, porque embora o ZAP seja livre de censurar os comentários que entende, os meus não têm nada de censurável nem de obsceno. Acho que a ZAP devia lembrar-se de que o tráfego do seu site, depende em grande parte dos leitores que depois comentam. Boquear assim as respostas é uma total falta de respeito. Já tenho dois no Notepad que não passaram aqui!

  6. Agradeço à ZAP a publicação dos comentários desde já… Mas agora após a minha reclamação, sem querer publicaram duas vezes o mesmo comentário.

    Acontece que eu enviei duas vezes por pensar que tinha havido erro na página. A ZAP pode apagar o segundo comentário repetido se assim o entender.

  7. Há muito tempo que não assistia a uma “luta de galos” deste calibre. Gostei! No entanto é lamentável a utilização de certos vocábulos ao nível dos antigos carroceiros e que, actualmente, são proferidos em discussões futeboleiras. O tema discutido não merecia isso!

  8. Desde já, da minha parte as maiores desculpas pelo “saltar de tampa” nos comentáros que fiz. Mas admito que me irrita um bocado que de cada vez que alguém diz uma coisa de que os outros nunca ouviram falar, que as reacções sejam logo de ridicularização, troça e desdém… Com as gracinhas do tipo colete de forças, psiquiatria, e “não percebes nada de física”.

    Quando alguém me apresenta uma ideia nova ou totalmente diferente das minhas, o que eu faço é analisar com calma, investigar possíveis fundamentos e depois de compreender bem do que se trata, então argumentar, mas com uma lógica que tem de ter como ponto de partida o raciocínio da outra pessoa, para daí transitar progressivamente para o meu. Se não fizer isto, não estou sequer a colocar a hipótses de querer perceber do que é que a outra pessoa está a falar. Chuto logo pra canto e acabou… E isso é um erro.

    Não pretendo ser dono da verdade, só gosto de partilhar conhecimento e que o partilhem também comigo. Se em vez disso as pessoas entram numa de deitar abaixo por deitar abaixo, respondo na mesma moeda. Também sei ser desagradável, quando é preciso. 😉 Mas prefiro a discussão elevada.

    • Caro Miguel Queiroz

      A comissão de inquérito criada de urgência para analisar a discussão fantasmagórica do zap notícias reunida no dia 22 do mês de fevereiro do ano 2017, após demissão do presidente da referida comissão, e substituição do mesmo por outro, deliberou:
      – Considera esta comissão que a discussão foi elevada.
      – No calor da discussão ocorreram alguns “carroceirismos” de ambas as partes, que a comissão considera perfeitamente aceitáveis e fundamentados no calor da discussão e que em nada beliscam o bom nome e a reputação dos intervenientes.
      – Vem por este meio requerer a comissão aos contendores, a entrega dos SMS trocados entre as partes, paralelamente aos comentários aqui visíveis.

      A comissão fantasmagórica

  9. Caro Miguel Queiroz.

    Creia que não o pretendo ofender com este meu comentário. Tem direito às suas opiniões e repeito-as como isso que são: opiniões. No entanto, deixe-me fazer dois reparos.
    1º Se experimentar substituir algumas palavras que usa como “Consciência” ou “Informação” por “Coelhinho da Páscoa” ou “Fada dos Dentes” a sua argumentação ainda assim seria válida. No entanto, isto não significa que ambas as últimas entidades façam parte da realidade física.
    2º A Ciência não se faz lendo links da Internet e tirando daí as conclusões que nos aprazem. A Ciência faz-se com muito trabalho e estudo, experimentação, sujeição de conclusões à revisão dos pares e, grande parte das vezes, errando, reconhecendo o erro e repetir tudo de novo.
    Quando Brian Cox se refere à hipersensibilidade da tecnologia do CERN como a nossa melhor possibilidade para detetar os supostos fantasmas, ele tem toda a razão. Se ainda nada foi descoberto nesse sentido as probabilidades de que que eles existam só podem ser extremamente próximas de zero. Exatamente as mesmas do coelhinho da páscoa ou da fada dos dentes.

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