Guerra na Ucrânia: Bielorrússia pode recuar, Zelenskyy demite comandante

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Пресс-служба Президента России / Wikimedia

Vladimir Putin, presidente da Rússia, e Aleksandr Lukashenko, presidente da Bielorrússia

Aleksandr Lukashenko não quer que o seu país se envolva directamente no conflito. Comandante ucraniano afastado pelo presidente.

A Bielorrússia, apesar de não ter militares envolvidos na guerra na Ucrânia, tem sido um suporte para a Rússia.

As relações próximas entre os presidentes dos dois países, Aleksandr Lukashenko e Vladimir Putin, originaram este suporte do lado da Bielorrússia, país que foi um ponto de preparação e passagem para as forças russas, antes de avançarem para Kiev e Chernihiv, logo nos primeiros dias da guerra.

O território bielorrusso também serviu para a Rússia concretizar ataques aéreos na direcção da Ucrânia.

No entanto, o cenário pode mudar em breve: Lukashenko estará a pensar alterar a sua posição por causa das possíveis – e prováveis – sanções, da eventual retaliação da Ucrânia e de uma “guerra” interna.

“O presidente bielorrusso Aleksandr Lukashenko provavelmente está a ponderar o apoio à invasão da Rússia, desejando evitar o envolvimento militar directo, com o risco de sanções do Ocidente, de uma resposta ucraniana e da possível insatisfação nas forças armadas da Bielorrússia”, avisa o relatório do ministério da Defesa do Reino Unido, nesta segunda-feira.

No terreno, a Bielorrússia, que tinha realizado exercícios militares no início de Maio, anunciou o envio de forças de operações especiais para fronteira com a Ucrânia, colocando ainda unidades de defesa aérea, artilharia e mísseis no oeste da Bielorrússia.

“A presença de forças bielorrussas perto da fronteira provavelmente determinará o posicionamento das tropas ucranianas, que assim não poderão ser enviadas para apoiar as operações em Donbass”, analisam os britânicos.

Demissão na Ucrânia

O comandante das Forças de Defesa Territorial da Ucrânia foi demitido pelo seu presidente Volodymyr Zelenskyy.

Yurii Halushkin foi substituído pelo major-general Ihor Tantsiura mas não foram revelados motivos para esta alteração.

Halushkin era comandante das Forças de Defesa Territorial apenas há quatro meses, desde o dia 1 de Janeiro de 2022.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

14 Comments

  1. Esse Zelensky é um Macron bis. Um palhaço responsavel do caos do seu pais,apoiado pelos Estados Unidos e uma Europa cumplice. Quem sera julgado?

    • Tu bates na tua mulher e a culpa é dela e do vizinho que apenas lhe deu os bons dias. Vê-se logo que andas há 48 anos com palas.

    • Que comentário mais cretino! Então foi o Zelensky que iniciou uma invasão? Foi o Zelensky que bombardeou hospitais, escolas, áreas residenciais? Se a Rússia é tão boa, porque não emigra para esse paraíso e desampara a loja.

      • Haja paz, todos perdemos com a guerra, quer seja na Ucrânia ou em qualquer parte do globo, estamos no século XXI, digo eu ainda se anda a guerrear por mais um pedaço de território de outro país. Isto é apenas de pessoas doentes mentais.

    • Felizmente está lá a tropa Russa, para evitar que a Ucrânia seja ainda mais destruída pelo Zelensky e pelos EUA!

    • Decididamente o teu problema está no vinho. Não sei se pelo excesso ou se pela carência. Mas está no vinho.

  2. Lukashenko mais um ditador que possivelmente começa a temer perder o seu poder devido à sua aliança com o ditador Putin, estar do lado do mal nunca será garantia de futuro risonho!

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