Conselho da Europa quer que manuais de História refiram violência de Portugal nos Descobrimentos

Num relatório elaborado por uma comissão do Conselho da Europa, é recomendado que Portugal altere os livros escolares, que devem passar a referir a violência de Portugal contra os indígenas das colónias.

O relatório divulgado esta terça-feira foi elaborado por uma comissão do Conselho da Europa que tem como função analisar, de cinco em cinco anos, o racismo e intolerância em Portugal.

Esta comissão analisa a situação em cada um dos estados membros do Conselho da Europa no que respeita ao racismo e à intolerância, formulando sugestões e propostas visando a melhoria ou retificação dos problemas identificados.

Segundo a TSF, entre os vários problemas detetados, destaca-se que “as autoridades portuguesas devem reforçar a educação para os direitos humanos e igualdade” ao “repensar o ensino da História, especialmente a história das antigas colónias“.

O relatório diz ainda ser importante reafirmar “o papel que Portugal desempenhou no desenvolvimento e, mais tarde, na abolição da escravatura, assim como a discriminação e a violência cometidas contra os povos indígenas nas ex-colónias”.

Para o Conselho da Europa, o ensino sobre a história das antigas colónias deve passar a abranger a “discriminação e violência contra as populações indígenas das suas colónias”.

O relatório apresentado salienta ainda que “a narrativa da descoberta do Novo Mundo deve ser questionada” e que se deve incluir, na matéria lecionada aos alunos, o contributo para a sociedade portuguesa e a história dos afrodescendentes e ciganos, “melhorando os livros das escolas de acordo com estes objetivos”, aumentando as matérias de combate ao racismo.

No relatório, a comissão realça ainda que “os comentários racistas, homofóbicos ou transfóbicos pelos políticos são raros e condenados publicamente” e que “muito poucas pessoas ciganas e negras foram vítimas de violência motivada pelo ódio” e “a grande maioria da população portuguesa pensa que as pessoas LGB devem ter os mesmos direitos que os heterossexuais”.

A Visão destaca ainda o abandono escolar das crianças afrodescendentes (três vezes maior), o número cinco vezes inferior de alunos de origem africana na universidade, o desemprego elevado entre adultos afrodescendentes e a segregação resultante dos programas de realojamento.

O relatório fala ainda como “profundamente preocupante” a situação das crianças de etnia cigana, com 90% a abandonarem a escola.

ZAP //

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83 COMENTÁRIOS

  1. E tem toda a razão. Em Portugal, praticamente toda e qualquer referência aos Descobrimentos apresenta uma visão romanceada dos acontecimentos, e em geral ignora-se ou relativiza-se a opressão, escravidão e violência exercida sobre os povos colonizados.

    Ainda pior é a quantidade de gente que acha mesmo que os Portugueses eram diferentes dos Espanhóis, Ingleses ou Franceses. Não eram.

    Só nos fica bem assumir o nosso passado.

    • O Sr. esteve lá e testemunha como foi…
      Deve ser como o concelhozinho da europa (que é de alguns que acham que são os sabichões) e estiveram lá e sabem como foi.
      Estou certo, não estou?

      • Como assim ‘esteve lá?’ senhor ignorante?
        A colonização e o negócio de exportação e venda de nativos africanos foi iniciado pelos portugueses em 1526 só terminou em 1869. Ninguém vivo ‘esteve lá’.

        • Hããã ….. a escravatura africana não foi iniciada pelos Portugueses … ela era (e é) milenar lá, e aliás milenar no mundo inteiro !

          O seu início data da génese da própria humanidade!

          Os Portugueses (os nossos grandiosos antepassados) apenas fizeram negócio com as tribos locais (como toda a gente em todo o lado!) que já praticavam a escravatura de forma abundante!

          Incomoda-me a profunda ignorância de alguns meninos que aqui despejam a cartilha com que as propagandas politicamente correctas enchem os seus cerebrozinhos pequeninos
          e já agora também me incomoda
          o seu profundo complexo de inferioridade que tentam fazer colar aos outros e ao “seu” País !
          Cresçam, curem-se e ide pregar a vossa “religião” anti-Portuguesa idiota para outro lado !

          • O senhor/senhora PL tem TODA razão.
            Gostaria de saber QUEM são estes digníssimos membros deste tal conselho que só abordam a ESCRAVATURA realizada pelos portugueses.
            Por que não citam os Ingleses??? Esqueceram-se o que fizeram na África do Sul, na Índia, no norte da África??? Acaso esqueceram-se de que os Espanhóis DIZIMARAM uma civilização inteira??? Por que não citam que TODOS os povos foram escravagistas??? Ademais quem era responsável pelo comércio de escravos não eram os portugueses e sim os ingleses que intermediavam este comércio. Cada Nau portuguesa que partia, era seguida por Ingleses, franceses e holandeses que em dado momento faziam a pilhagem. E o engraçado é que somente FALAM DOS PORTUGUESES, estes sim são os maus da fita.
            Por que não falam das pilhagens sofridas, dos assaltos??? Falem quanto ao número de embarcações que seguiam na empreitada de Pedro Álvares Cabral e contem lá com quantos navios ele conseguiu aportar nas Terras Brasílicas??? E as invasões Francesas e Holandesas no Brasil??? Acham que eles foram BONZINHOS com os indígenas??? E nos Estados Unidos, acham que eles não exterminaram com os índios??? E a escravatura por lá??’ Também foram os portugueses???
            Sejamos francos diante desta hipocrisia toda. Então, para que haja paridade com os fatos, VAMOS REESCREVER este momento histórico,
            baseados em FATOS REAIS, e não alisando a cabecinha de uns e massacrando outros. Apenas digam a VERDADE e cessem com esta politicagem barata e nojenta.

            • Margarida Ramalho, nem mais! Os americanos realizaram 300 tratados com os ameríndios, onde estes eram valentemente enganados e violaram-nos a todos! quase que exterminaram uma raça, de 350 milhões de habitantes, temos 4 milhões de originários de índios dos quais apenas 1/4 são considerados “puros”! Pois a maioria é já mestiça. Não falam dos árabes, dos chineses, dos orientais e africanos em geral, que faziam dos portugueses seus escravos também, um facto que está muito escondidos nos manuais de História, só um licenciado ou Doutor em História, sobretudo português, conhece esses eventos, mas como a maioria é de esquerda abafa-os e não os descreve como um facto da sociedade portuguesa! Os norte-africanos gabavam-se de “chover cristãos europeus” no mercado de escravos no Cairo. Os esclavagistas árabes e norte-africanos chegaram mesmo a realizar razias na Islândia onde levaram perto de 200 pessoas como escravas! Tanto é este deitar de areia para os olhos do mundo que o canal de informação árabe Al Jazira num documentário sobre a História da escravatura, eliminou a transição do primeiro episódio que referia a escravatura da antiguidade até aos árabes! Imagine em que episódio começou? No segundo onde se fala da cometida pelos portugueses! Vivemos tempos onde a informação é mais do que nunca, mas manipulada e onde correm notícias falsas enganando as pessoas e distorcendo a História! Mais em África os portugueses não inventaram nada, no início apenas foram aos mercados de escravos comprar localmente os ditos escravos que JÀ eram escravos às mãos dos seus irmãos de “raça”! E assim continuou! A “novidade” dos portugueses, foi apenas ter alargado esse comércio à América criando assim um negócio triangular entre continente, em abona da verdade nada mais do que isso!

          • PL, Subscrevo os seus comentários. A escravatura é aliás ainda muito comum nos dias de hoje (infelizmente). Há imensas histórias de Portugueses escravizados no negócio da apanha do morango em Espanha, mulheres brasileiras e da Europa de leste traficadas e escravizadas na Europa para o negócio da prostituição, tribos indigenas de África que ainda nos dias de hoje escravizam outras tribos e homens que escravizam crianças no negócio da pedofilia. Veja-se o exemplo de um documentário bem recente do canal de noticias RT relativo a uma seita Indonésia chamada de Warok, que fazem contratos com familias pobres como meio de escravizar os seus filhos adolescentes que se passam a chamar de gemblak assim que o negócio é concretizado, ou seja, uma clara rede de prostituição infantil aos olhos do mundo. A escravidão existiu sempre e vai existir, é preciso muito mais do que mudar uns simples livros de história para abolir a escravatura a nível mundial.

        • E os actuais escravos vindos sobretudo de África fugidos à fome dos regimes comunistas libertadores e vendidos no norte de África, somos nós os culpados?

    • Concordo, mas conforme não devemos romancear os descobrimentos, não devemos retirar o romance, a aventura e a bravura dos portugueses.
      Há tanta hipocrisia nesta europa e nesta aparente preocupação com a história de há 500 anos atrás!
      Ainda à meia-dúzia de anos atrás tivemos uma chacina na europa (Jugoslávia) e todos olharam para o lado…
      isso é bem mais recente e devia servir de exemplo…. sem esquecer o Ruanda e tantos outros sítios…
      Deixem os descobrimentos em paz. nem a mim me fazem sentir melhor do que ninguém nem pior.

    • Concordo consigo. a mesma recomendação deve ser feita aos Espanhóis, Ingleses, Holandeses e todos os outros povos que no pressuposto da dilatação da fé e do Império, cometeram atrocidades inanarráveis.

    • Ok, já que falamos de história de um país, convém, não haver discriminação entre paises e verificar se existe referência a «discriminação e violência» nos manuais escolares dos 27, entre eles: Espanha (Inquisição, purga dos judeus e aniquilação dos nativos da américa do sul), França (guerras com inglaterra e invasões napoliónicas) e a cereja em cima do bolo; Alemanha (wwII, com a invasão da russia onde aniquilaram 30 milhões de russos, campos de exterminio absolutamente desumanos e invasão da Itália, onde, por exemplo assassinaram 300,000 homens, mulheres e crianças na grécia). Palavras para quê??? Ainda faltam 24 países, mas, com estes 3 já ficamos fartos de ideias peregrinas e com a certeza que os seus promotores não tiveram boas notas a história ou não lêm livros.

      • Já que fala da Alemanha, não esquecer que a questão diz respeito ao que fizeram nos países colonizados. A Rússia foi outra coisa, como se sabe.
        E em relação aos povos africanos colonizados, uma vez que fala na Alemanha, não esquecer o que ela fez na NAMÍBIA, já no início do século XX: O genocídio que fez desaparecer mais de 100 000 HEREROS.

      • Sobre o que os russo fizeram às mais de cem nações que ocuparam, pois a Rússia não era o que é hoje há 200 anos atrás, ninguém fala! Houve mortes,aniquilação e tratados que de forma idêntica à dos ingleses enganaram povos que nem sabiam ler nem o que assinaram! Hoje esse país gaba-se de ter o maior país do mundo, nunca justificam como!

    • Tanto disparate e ignorância junta devia ser proibida! O que sabem os estrangeiros sobre a História de Portugal? Se mesmo nós perdemos anos em arquivos e bibliotecas em busca da verdade dos factos, e isto quando temos documentos!

  2. Estes mesmos que em pleno século 20 mostravam os negros e os indigenas em feiras de curiosidades, ou então os nossos amigos Belgas que cortavam as mãos aos negros no Congo, pois eram obrigados a trabalhar de sol a sol para fornecerem borracha para os blindados em plena segunda guerra mundial.( refiro-me em pleno sec. 20
    Qual destes exemplos eles devem mostrar nos manuais escolares, talvez os nosssos amigos Holandeses que criaram a segregação racial na Africa do sul e agora têm que viver enjaulados em suas mansões rodeados de rede electrificada, e que durante 50 anos tiveram o Brazil, ( aquando a união iberica Filipina, 1580- 1640) e que quando os Portugueses retomaram os Brazileiros escolheram os Portugueses, vai-se lá saber porquê…
    Ninguem é melhor que ninguem, e os nossos Amigos Europeus têm tambem muito que contar. Não acreditem em tudo o que lêm na internet, pois a informação tender a pender para o lado da lingua inglesa. O mal que os Portugueses fizeram por esse mundo fora foi muito, concerteza, mas estes nossos amigos, tem uma historia igualmente sangrenta e muito mais recente para contar.

  3. Faz parte da COLONIZAÇÂO EUROPEIA mudar a História dos Países colonizados para que os pequenos cresçam a desgostar do Território onde nasceram para ser mais Fácil criar os Estados Unidos da Europa… que mais não é que a União da Republicas Socialistas Europeias ( URSE, tal e qual a Ex URSS). O Algarve, lisboa, santarem também foram conquistados aos Mouros com armas….. Era assim na Antiguidade. Os Holandeses também o fizeram na Guiana, Os Ingleses, os Franceses e todos os povos que tiveram territórios Ultramarinos. E Aínda hoje possuem territórios ultramarinos, mas disseram para Portugal se desfazer deles…. E depois por exemplo, Cabo verde e São tomé e Principe eram desbitados tal como a Madeira e os Açores, e foram povoados por nós portugueses. É preciso sair desta desunião Europeia antes que nos digam que somos Alemães…..e tomem este território para si.

    • A questão aqui é que os manuais, sejam de que país forem, devem refletir o bom e o mau da História do país. Saber os erros do passado é a melhor maneira de prevenir erros futuros!

      • O Passado é ele todo de Orgulho para os Portugueses. As guerras do Passado são passado. O Mundo evoluiu e não é por querer mudar a históriia que se evita mais violencia. Hoje somos nós os Colonizados, e utilizam a Mentira, a censura, como armas pafra nos domenticar e roubar tudo aquilo que temos. Campanha da mentira que serve o propósito dos Globalistas, Isto é só para ir habituando o Povinho a acatar as ordens dos estrangeiros no seu Território. começam com coisinhas pequenas sem importancia e vão avançando para mais Importantes. Como foi possivel que os traidores à Pátria tenham vendido a Nossa Independencia sem o Aval dos Portugueses? já não faltará muito para acabarem com o país Portugal. Vão transformar-nos numa Província. Não Há Nada que a Europa tenha que pague a nossa Independencia de Séculos que custou muito sangue, suores e Lágrimas aos nossos ante-passados. Não abram os olhos não…. e depois não se queixem do que os Políticos traidores vão fazer a Portugal. Aos pouquinhos a Desunião Europeia vai retirando Soberania e Instituições ds países membros para se tornar num Estado centralizado. Portugueses Abram os OLHOS….. Estão assassinando Portugal. A União Europeia Soviética, avança devagar, mas avança e irá alcançar esse objectivo rapidamente, e estão a aproveitar-se de Trump e Putin para andar mais depressa. Apartir de 2022 já não teremos águas territoriais e nem zona económica exclusiva e os seus recursos. Passarão tudo para as mãos de Bruxelas. E já estão preparando estes pontos ( Alguns já são realidade) 1- um ministro das finanças para a União Europeia. 2- Um Orçamento Europeu 3- Um Ministro das Finanças Europeu 4- Policia de Fronteiras comuns ( Frontex) 5- Um Exército europeu 6- Um Governo Europeu que substitua a Comissão Europeia 7- Um FBI Europeu. 8 – Um ministro dos negócios estrangeiros europeu 9- Uma Moeda Única 10 – União Bancária, etc… Aínda faltam mais coisas que andam a preparar nas costas do Povinho

        • Banzé, o meu mais sincero aplauso ao seu comentário! É bom ver que ainda há portugueses com dignidade, sentido de honra e frontalidade.

  4. Diz-se que a história é escrita pelos vencedores. Esta ingerência do Conselho da Europa a vir dar conselhos de como Portugal deve escrever a história revela que Portugal perdeu tudo, incluindo a alma, que entregou ao diabo, quando entregou a soberania da nação a meia-dúzia de burocratas que nem sequer são eleitos pelo voto popular. Quem ignora que o Infante Dom Henrique trazia escravos da costa africana apinhados em galeras e os vendia no mercado de Lagos, pelo menos os que sobreviviam, depois de lhes mandar com água benta para a testa para que fossem escravizados cristãos? Basta saber ler, está escrito nas crónicas do Gomes Eanes de Zurara grande historiador português. Quem ignora que o Vasco da Gama mandou para o fundo do mar barcos cheios de inimigos árabes, sem sequer lhes mandar água benta para cima, porque sendo “infiéis” não havia nada a perder? Está escrito nos melhores manuais de história de Portugal. Quem ignora que os nossos soldados, filhos do povo, foram mandados para África, geração após geração, com ordem para matar pretos, aos brados de “Angola é nossa”? Está escrito nos melhores manuais de história de Portugal, para os interessados, basta escolher o autor…. Enfim. mete nojo esta ingerência do Conselho. Vão dar conselhos à pqp. Não existe nada na nossa história que não tenha sido escrito pelos nossos historiadores. Talvez os do conselho tenham que aprender a ler português. Ou será que agora também querem que a gente traduza, para o inglês, para o francês, para o holandês…. para ficarem saciados ?

    • Os cristão não podiam ser feitos escravos por cristãos! Além disso, se leu os escritos de Zurara também deve ter lido que o povo que acorreu em massa para ver homens pretos, uma novidade na região, após ver o choro dos homens, mulheres e crianças que eram separados, ficou revoltado com o “espectáculo” e saiu com um nó na garganta. A revolta foi tanta que Manuel Lavanha, um nome que pouco conhecerão mas que era apenas um dos maiores estudiosos de construção naval ao seu tempo, mostrou-se revoltado com a prática desse negócio e naquele tempo! Os portugueses, ao contrário do que se diz viam no “comércio negreiro” e nos negociantes de escravos alguém de origem inferior e mail mal visto na sociedade. Ninguém considerado de boas famílias e consciência queria casar as sua filhas com um homem desses. Mais os portugueses eram, também eles feitos escravos, os assaltos às nossas costas eram sazonais, levavam aldeias inteiras, os algarvios que o digam, mas chegaram até ao litoral Norte, quando as naus portuguesas não podiam dar combate por causa dos ventos desfavoráveis, pois hoje poucos pensam nisso! Mais ainda, a construção de fortes na Barra Lisboa, não foi para conter apenas invasões inimigas, mas de negreiros africanos que tinham por hábito como acima disse atacar as aldeias e vilas portuguesas para levar gente para escravizar, era simples na época verificar aonde havia fumo nas chaminés deduzir que ali havia gente e se havia gente podiam ser roubadas e raptadas, tudo servia. Outro dado ainda, as instituições religiosas em Portugal cuja função era resgatar as pessoas raptadas, obviamente os mais ricos seriam os primeiros e depois o menos afortunados, mas existiram com esse fim. Finalmente, estes anormais “europeus” não têm em conta que o negócio não foi feito apenas por europeus, e desses há gente com um historial medonho comparado com os portugueses, não falam dos maiores esclavagistas da História os árabes. Não convém aos politicamente correctos, é incómodo. Nem falam da revolta escrava no Império Árabe, cuja gravidade foi muito superior à de Spartacus em Roma, pois por pouco não deram cabo de tudo. A violência dos portugueses era idêntica à dos outros, e houve alguma que foi dirigida contra quem tinha o hábito de comer pessoas, algo incrível e diabólico para a mentalidade da época. Como ainda havia a questão religiosa que era importante num país que nasceu no combate contra o Islão deu a mesma resposta ao que os muçulmanos tinham feito na Ibéria. Nenhum dos povos com que realizamos acordos de paz e de negócios foi alguma vez atacado, mas quem nos atacava levava de imediato a devida resposta. Não esqueça ainda que a Europa estava cercada pelo Islão, foram os portugueses quem rompeu com esse cerco e permitiu liderar contra ataque europeu ao inimigo ancestral. Isto num tempo em que os homens portugueses tinham os “tomates” no sítio.

      • Mais uma vez peço desculpa por ter publicado o texto sem revisão. Um disléxico como eu obriga a mais cuidado, mas não o tive aqui.

    • Uma das provas que ainda hoje usamos no nosso vocabulário e que certamente quase todos conhecerão é o famoso ditado “há mouro na Costa”, que era o grito de aviso dos que estavam atentos na orla marítima aos ataques dos árabes e norte-africanos! Foi essa uma das razões que as baterias de fortes na Barra foram construídas. O problema é que levaram muitos anos a concluir. O século XIX, e os seus historiadores, muitos pessoas de enorme inteligência, deturparam os factos, mentiram com objectivos politicos. Temos ainda a má fé de países europeus contra Portugal! Até a Bélgica, cujo Congo Belga era do seu rei, ou seja uma colónia privada, impediu Portugal de participar na chamada “divisão de África”! A ganancia e a ronha sempre existiram contra os portugueses. A inveja começou logo em 1415, pois desde então todos os movimentos portugueses eram espiados e avaliados por gente como Henrique VIII, que apenas não interveio porque a Inglaterra de então era demasiado fraca e não tinha as técnicas navais dos portugueses e que permitiram a estes dobrar o Cabo da Boa Esperança! Pois é havia um segredo, não eram as cartas, vendidas em todo o lado em Lisboa onde existiam 49 casas que vendiam cartas de navegação, esse é outro mito! Mas uma pequena alteração na construção dos navios que NENHUM POVO SOBRE A TERRA FOI CAPAZ de lá chegar! Eu sei qual é, por que estudei isso. É a prova cabal que apenas os portugueses em todo o mundo estavam em condições de poder navegar por todo esse mesmo mundo. O que não invalida que não houvessem grandes navegadores como os vikings ou os polinésios, mas muito longo que que os portugueses foram capazes! Como também nos manuais escolares em Portugal fala-se hoje de um tal Zeng He, um eunuco muçulmanos, mas chinês, onde se fala dele como se fosse uma grande navegador, houve até ignorantes que disseram ter chegado aos Açores! Não percebo como se pode ser tão imbecil. Os juncos chineses eram fortes, sem dúvida, mas completamente ineficazes para navegar sequer para o Atlântico, é que não tinham qualquer hipóteses. Mais os portugueses levaram mais de 20 anos a estudarem e a sofrerem os efeitos da circulação dos ventos e águas no Atlântico, um dos oceanos mais bravos do mundo – ninguém fala disto -, seria precisa matemática de topo, os portugueses tinham-na, para realizar esses estudos! O pobre Zeng He limitou-se a navegar por rotas sobejamente conhecidas no Indico, nada trazendo de novo à arte de navegação, nem descoberta alguma apenas era uma embaixada do imperador a regiões mais do que navegadas! Seria o mesmo dizer que os romanos descobriram os Mediterrâneo desconhecendo as navegações dos antigos gregos, cretenses e fenícios! O mundo continua a viver de mentiras, pior de mentiras maldosas e fora do contexto criando graves anacronismos históricos, O que me deixa estupefacto com a permissividade até mesmo ignorância de alguns historiadores, a quem os portugueses deveriam colocar no lugar para que estes de uma vez aprendam a investigar seriamente e sem agendas politicas em vista!

  5. Concordo que seja mencionado, assim como deve ser mencionada a barbárie que foram as cruzadas e as sucessivas invasões que o povo lusitano sofreu, pelo menos desde as invasões romanas, sem esquecer os franceses e o aproveitamento inglês ou ainda a forma como a Europa olhor para o lado na guerra da Joguslávia ou no Ruanda ou dos judeus contra os palestinianos ou dos espanhois contra o próprio povo…
    Há tanta bosta para falar que se fosse-mos justos deviamos abrir muros de lamentações nos recreios das nossas escolas!

  6. Exactamente, como diz o Pedro Garcia, num tempo em que se deveria ter como objectivo a aproximação dos povos, limando as arestas que inevitavelmente a História criou (ninguém foi para África para matar pretos, mas também ninguém foi para África para se deixar matar pelos pretos), vêm estes imbecis, estes solípedes ajudar a criar barreiras, a aumentar as divisões, a emoldurar em ódios as gerações mais novas, que não conhecem o passado, apenas engolem o que lhes impingem. E depois queixa,-se de racismos e de xenofobias. Instalam o ódio nas gerações mais novas e quando os mais velhos reagem às distorções do passado, caem-lhes em cima com o epíteto de racistas. O que estes tipos estão a precisar é de uma carga de varapau, zurzi-los de alto a baixo, dar-lhes cabo do canastro. Que me venham chamar racista a mim…

  7. Ao Concelho da Europa que vão para a PQP ou então venham a TORRE DO TOMBO e leiam lá a Historia de Portugal , Não queiram pensar no seculo XXI Coisas do SECULO XV IDIOTAS.

    • O senhor deve ter muitos problemas com a “consciência nacionalista”! A sua ignorância denota-se de imediato nessa palavras imbecis! Fique sabendo que Portugal não tinha colónias até à invenção desse conceito pelos ingleses! Fique sabendo que os portugueses não inventaram nada em relação à escravatura, apenas tomara proveito de um negócio que a par da exploração do ouro era o mais lucrativo em África. A sua ignorância imbecil tal como a destes “europeus” que sempre tentaram atacar e denegrir Portugal na sua gesta além mar nem sequer refere os maiores esclavagistas de toda a História os árabes! A sua ignorância nem sabe que a Mauritânia, pais africano pois então, Só acabou oficialmente com a escravatura em 1976! Oficiosamente esta ainda ocorre na maioria dos países africanos e alguns árabes, Curioso o senor não conhecer esses factos. CE como é um refinado ignorante também não sabe que os portugueses até meados do século XIX EERAM FEITOS ESCRAVOS e vendidos nos mercados com tal de Argel e do Cairo!!! è lamentável que os ignorantes hoje dominem a informação escondendo aquela que não convém. O problema é que a História não pode ser avaliada a metro nem à vontade de cada um!

  8. Verdade que se fizeram muitos erros.
    Comparar com espanhóis, franceses, holandeses, ingleses e por aí… é falar de cor.
    Quem não esteve lá que fique calado.

  9. O livro de Ana Barradas, Os Ministros da Noite, tem várias referências factuais dos milhões de crimes cometidos pelos portugueses nos “Descobrimentos”. A colonização africana pelos povos europeus foi o maior genocídio da história, durou vários séculos e continua a acontecer.

  10. É lamentável que a Europa palco das duas grandes guerras mundiais, esteja hoje de poleiro, sem fazerem nada pela PAZ. Se tivessem alguma coisa de bom para fazer, sem julgamentos dos séculos passados, mas sim com a HUMANIDADE que deviam ter por todos os povos do mundo, que bom seria ficar escrito na história do século que vivemos, citando:
    “Foi a Europa a conciliadora da Paz, não consentindo as migrações obrigatórias sem fundamento, que tudo fez para o entendimento entre todas as nações”.
    Mas nunca o contrário: Reuniões consecutivas, bem instalados ganhando bons salários, a implicar com os valores que os portugueses se identificam no mundo, quer pelos descobrimentos que pelos imigrantes de hoje. Será inveja? E para que a história não se esqueça, não se apague e nem se altere, lembro que o imortal Luis de Camões, deixou na sua gloriosa obra “OS Lusíadas” como última palavra, INVEJA. Pertencer a uma União Europeia que nada contribui para o entendimento condutor da PAZ. Que bem nos traz à escala global, se a fome e a miséria aumenta, a guerra instalou-se e ninguem se entende? Será chique ou é modernidade dos novos intelectuais da europa, que se lembram de chatiar quem trabalha, e de coisas que não lembra o diabo.

    • É mesmo inveja! Ainda hoje! Querem reduzir Portugal a um ordinário canto da Europa. Não é por acaso, pois Portugal e a sua História está a despertar o interesse internacional! Basta ver a atenção dada a um filme chamado Silêncio baseado no livre de Shusaku Endō, que li há muit0s anos, foi dada! Zero. Falava de portugueses e do cristianismo, é algo que convém não divulgar! O filme é bom, mas o livro é excelente.

  11. O maior erro que qualquer historiador pode cometer é julgar os factos históricos e os comportamentos da época pela mentalidade e visão politica actual. Talvez que saiam também recomendações aos ingleses e aos franceses que, no momento em que nós descobríamos o mundo, andavam a degladiar-se entre si em guerras civis atrozes e com queima de seres humanos à mistura. Talvez também pretendam que os italianos manchem a sua história pelo sentido prático e objectivo com que os romanos construíram o seu império. Definam parâmetros para que os espanhóis se penitenciem pelas conquistas na América do Sul. Etc.
    O que o Conselho da Europa não fará é corrigir os “compêndios” de noticias actuais sobre a sua acção vil (porque inexistente) em relação aos refugiados. Isso sim deve ser olhado com os olhos do sec. XXI e com seus valores porque está a acontecer no sec. XXI.

  12. Isto parece-me um relatório tendencioso.
    Não se encontra esta mesma necessidade de mudar os manuais de historia dos outros países europeus que cometeram atrocidades bem piores…e até mesmo contra os Portugueses.
    Os portugueses fizeram o que fizeram, mas em grande parte existiu uma agregação do povo com o tempo. Da mesma forma que quando D. Afonso Henriques conquistou o território aos mouros, não existiu chacina nenhuma, apenas aos soldados que não fugiram. Todos os mouros que quiseram ficar, bastou-lhes prestar vassalagem ao primeiro rei de Portugal e ficaram integrados.
    Se falam em atrocidades, revejam o genocídio dos espanhóis no continente americano. Ou o Apartheid na Africa do Sul, e os horrores no Congo.
    Se falam em atrocidades, porque não se refere todas as atrocidades que existiram na historia que foram até bem piores que estas 3 mencionadas. Vejam as de Napoleão, e outros conquistadores europeus.
    Tenham mas é tino na cabeça e deixem-se de disparates pegados. Portugal é capaz de ser o país europeu que mais pessoas de África acolheu. Tal como em tudo há os pontos bons e os pontos maus. O objectivo dos descobrimentos é demonstrar que existiu bravura para ir por mares “nunca antes navegados”, e encontrar um caminho alternativo para a Índia ao já na altura saturado de taxas e piratas. Tal como em tudo, o caminho não é fácil e nem tudo é um mar de rosas. Isto é assim…nos descobrimentos…e na…politica. Não querem criar uma comissão para analisar o historial dos políticos? (Vai tudo dar à política…)

  13. Cambada de Ignorantes; por acaso sabem ler? leiam a história de Portugal, não faltam livros que espelham muito bem a nossa história, o bem e o mal. Olhem pela vossa vida. Miseráveis!

  14. Reescrevam-se então todos os manuscritos históricos de Portugal! Vai dar trabalho para muito tempo…
    E pelo caminho, façam o mesmo com a Bíblia e Alcorão e todos os manuscritos históricos em todos os países… E se ainda sobrar tempo escrevam a verdadeira história do que realmente aconteceu e não apenas a versão dos que ganharam, como sempre fizeram, se houver quem se lembre disso!

  15. Que estupidez! Querem fazer isso só para que os outros países europeus pareçam bem na história e não sejam visto com o violentos. A verdade é que violência de Portugal não foi sequer 1% daquela aplicada pelos outros países Europeus que matavam indiscriminadamente. Pelo contrário, os Portugueses foram o ÚNICO povo europeu que conseguiu conviver de forma minimamente aceitável com os indigenadas e onde a colonização foi relativamente pacífica. Eles agora para ficarem bem na fotografia querem alterar a história? Isto é muito grave e não podemos deixar que aconteça nem agora nem nunca!

    • Esse é precisamente o mito corrente na consciência popular que se pretende desmontar: que os portugueses – iniciadores do negócio e grandes exportadores de escravos desde 1526 – foram sempre bonzinhos e ‘relativamente pacíficos’.

      • Iniciadores???!?!? A escravatura é, a par da prostituição, um dos negócios mais antigos. A submissão forçada existe desde que há memória. Ainda hoje se pratica em algumas partes do mundo. Nesse capitulo o Português não foi inovador. É de constatar que, entre outros, os holandeses faziam escola há muito tempo. Mas sr@ Aiai… talvez seja preferível a estratégia de colonização espanhola ou a de conquista dos alemães com o genocídio. Esta é a comparação e, o grau de violência é, de facto, muito menor.

      • Irra que o senhor faz questão de mostrar que é um ignorante na matéria! Como é que gente como você sente legitimidade em falar assim? No que se baseia? Conhece algo sobre História, o que sinceramente duvido? O senhor nunca deve ter ouvido falar de romanos, chineses, árabes, persas etc etc.! Mais não sabe de certeza absoluta como se iniciou a Gesta Portuguesa, nem por que razão os portugueses entraram no velho negócio de escravos praticado em toda a África desde sempre! É lamentável que qualquer ignorante hoje possa mandar a sua “bujarda”!

  16. Será que o Conselho da Europa irá aconselhar um relato real sobre as invasões napoleónicas em Portugal e noutros países e tantas outras guerras por esta Europa, pela opressão actual dos catalães e vários outros? Estes políticos europeus estão cada vez mais rendidos à mesquinhez.

  17. No mínimo rídiculo! Não há povo colonizador afável e brando, assim como não guerras românticas. Franceses, holandeses, ingleses, espanhóis… todos foram povos colonizadores, todos violaram todos os direitos humanos (que nem sequer havia nos séculos 16 e por diante). As crianças só passavam a ter alma e a contar de verdade a partir dos 12 anos, as mulheres eram condenadas à fogueira porque tratavam com ervas… Das duas uma, ou estão a passar um atestado de estupidez aos portugueses ou querem que a malta mate a cabeça e o tempo a pensar nesta parvoíce em vez de tomar conta do que faz verdadeiramente a UE! Só falta dizerem que a culpa dos afroportugueses não terem oportunidades na vida ou do filho do Manel da esquina não estudar é dos Descobrimentos! Vamos lembrar a M. Juncker o que os franceses fizeram em Portugal durante as 3 invasões já no séc. 19… violações, assassinatos brutais, roubos, pilhagens… os manuais escolares tb não falam dessa brutalidade. E já agora, bastante antes dos Descobrimentos, as invasões bárbaras, o Império Romano and so on… Parece-me é que há muito mais do que uma simples revisão dos manuais, vamos ver as próximas cenas

  18. O que mais me irrita é esta agenda para impregnar as sociedades ocidentais desta “white guilt” (a culpa branca). Até parece que África era o paraíso. Se é certo que os ocidentais causaram muito sofrimento, é também verdade que se não fossem os ocidentais, andava hoje grande parte de África descalça, aos pontapés a diamantes e a matarem-se à paulada (caricatura, mas quase não). A violência era tremenda em África, cheia de massacres, e já havia escravatura. A escravatura não é invenção dos europeus. Os muçulmanos foram os campeões nessa matéria, com a particularidade de castrarem os escravos machos. Por isso se vêm poucos negros nos países árabes, ao contrário das Américas. Os negros sempre deram melhores escravos que os brancos por causa da melanina. Aguentavam mais tempo no escuro. E castrados ficavam mais dóceis e eram mais caros, segundo relatos da época. Enquanto os brancos adoeciam e morriam rapidamente. Os europeus foram escravizados na ordem dos milhões por muçulmanos, bem antes dos Descobrimentos. Aliás, o Islão é a única religião que suporta claramente a escravatura. Já chega da História começar por: “E os europeus chegaram a África…”. Vamos lá reescrever os livros de História então! mas contem a história toda!

    • «mas contem a história toda». Exactamente, que se conte tudo, pois estou convencido de que Portugal e os Portugueses, apesar de terem sido nenhuns santos, longe disso, não ficarão de todo mal vistos.

      • Mas de longe! Se souberem a História toda. Note-se que a História de África central e a Sul só começa com a chegada dos portugueses, pois esses africanos não tinham escrita, nem deixaram outros indícios que não fossem tradições orais, veremos que só assistimos a um enorme rol de atrocidades dos africanos em relação aos outros! Mesmo os actuais angolanos são colonos em Angola, pois os povos de origem Bantu, haviam chegado apenas 200 anos àquelas paragens antes dos portugueses, expulsos da África central! E continuaram a chegar depois dos portugueses, pois os povos originários daqueles regiões eram os bosquímanos, povos que não gostavam de mar, daí que em Angola se encontrem vestígios pré-históricos a 600 quilómetros da Costa e não são dos povos que hoje compõem a nação angolana! Porque ninguém fala disto? E de Cabinda? Povo que pediu para se tornar um protectorado português para fugir à sanha belga e de outros, nunca foi colónia portuguesa mas protectorado que abandonamos em 1975, fazendo desse território colónia de Angola até aos dias de hoje, causando uma traição enorme ao Tratado de Simulambuco, baseado no facto de em 1920 ter sido por razões administrativas incluída na província de Angola! Apesar disso note-se que os cabindas são também eles bantus. Pois é, há muita areia no ar quando se trata de falar nestas coisas.

    • Fazemos assim: primeiro, todos os outros países europeus – mas mesmo TODOS, em particular, os que tiveram colónias em África e no continente americano – alteram os próprios manuais escolares e contam a verdade todinha sobre o respeito dos direitos humanos, não só na antiguidade mas em tempos mais recentes… a seguir, quando tudo estiver “preto no branco”, nós faremos o mesmo.

  19. Ditadura do pensamento intolerável. Qualquer dia essa canalha da UE estará a dizer-nos a que horas deveremos ir mij…r ou cag…r.

  20. Como digo isto é entreter o espirito do odio e nao da reconciliaçao, levantar velhas questoes fora do contexto, como quem diz dividir e semear discordia, para melhor reinar. Nao tem mesmo vergonha esta corja de Bruxelas. E mostram bem desde as suas secretarias de burocratas parasitas, que desconhecem bem o que é ser Portugues. Querem nos de joelhos; que caiam …

  21. Esta iniciativa do Conselho Europeu só serve para que alguns iluminados comecem já a criar “comissões” para reescrever a história dos países, começando por Portugal, sempre o 1º..
    Com esperado sucesso como o foi o “nosso” desacordo ortográfico.
    Esses “iluminados” não devem saber grande coisa da história do Mundo, nem sequer do Mapa do Mundo e devem ter nascido depois do Nazismo e de outras atrocidades cometidas pelos “europeus” ao longo de séculos.
    Peguem nos mapas e nos manuais, vão dar uma volta a locais por onde os Portugueses (e os outros …) passaram, oiçam os então colonizados e os agora escravizados e …COMPAREM.

  22. No caso Português, não houve genocídio, já que estamos a falar na verdade dos factos … !

    Já no caso dos Espanhóis … a chacina de Incas e Aztecas foi incomensurável!
    (e, engraçado, não está a ser exigido que os espanhóis incluam isso nos seus livros de História !!!)

    No seguimento talvez possam exigir que se denuncie a extrema violência e … verdadeiro genocídio dos nativos dos territórios da América de Norte pelos anglo-saxónicos invasores !!! É que foi uma autêntica razia com extermínio superior a 90% !!!

    Quero ver esses “apancados” da “violência” a denunciar isso e a recomendar o ênfase nos livros de História !

    haja paciência para aturar esses tarados !

  23. Propaganda anti-brancos patrocionada por George Soros. A UE está no bolso desse homem fazem tudo para criar divisões raciais, tal e qual como nos Estados Unidos

  24. Esta iniciativa do Conselho Europeu só serve para que alguns iluminados comecem já a criar “comissões” para reescrever a história dos países, começando por Portugal, sempre o 1º..
    Com esperado “sucesso” como o foi o “nosso” desacordo ortográfico.
    Esses “iluminados” não devem saber grande coisa da história do Mundo, nem sequer do Mapa do Mundo e devem ter nascido depois do Nazismo e de outras atrocidades cometidas pelos “europeus” ao longo de séculos.
    Peguem nos mapas e nos manuais, vão dar uma volta a locais por onde os Portugueses (e os outros …) passaram, oiçam os então colonizados e os agora escravizados e …COMPAREM.

  25. Na política são dois os objectivos que predominam. O primeiro visa servir os interesses pessoais de quem nela alapa o traseiro; o segundo, iludir as populações, fazendo de conta que faz alguma coisa por ela, qualquer que seja o âmbito em que se enquadre.
    A questão a que a notícia se refere é um dos exemplos que o segundo objectivo ampara: tentar mostrar “trabalho”, ainda que o mesmo não tenha valia nem sirva a ninguém, a não ser que haja intenções obscuras… Será por ignorância? Pensarão que descobriram agora a pólvora?
    Pretender que, nos manuais escolares se refira «a violência contra os indígenas nas ex-colónias» é não saber o que é um manual. Tal referência, para que fizesse sentido e fosse devidamente entendida, implicaria a introdução de novos contextos e, consequentemente, outra disponibilidade e maior esforço das nossas crianças e dos nossos jovens no que respeita ao estudo em questão. De resto, a descriminação e violência contra as populações colonizadas estão subentendidas nos manuais. Ou uma conquista, uma ocupação forçada eram obra do Espírito Santo e aconteciam sem oposição mais ou menos aguerrida dos gentios?
    As situações foram narradas. A História existe e não está interdita a quem se interessar por ela. Mas seria absurdo tentar impô-la aos nossos alunos dos primeiros ciclos de ensino, ou mesmo de todo o Ensino Básico.
    Que a estudem os senhores conselheiros europeus, e procurem entender que a época dos Descobrimentos não era a de hoje. Que os conceitos de humanidade, de civilização eram outros. Há que entender a forma do tempo. Há que compreender a História.

    Não pretendo dizer que NÓS fomos exemplares em termos de respeito pelos direitos humanos. Porque não fomos, nem somos. Aliás, já escrevi de modo contundente sobre as relações dos Portugueses com os Povos de um território que desde 1836 passou, todo, a designar-se Angola. E conheci pessoalmente, enquanto por lá andei, em meados dos anos 60, o despotismo de alguns ditos “homens bons” brancos, que desrespeitando a Lei, então já vigente, fruto da visão do Prof. Adriano Moreira, violentavam, de forma indescritivelmente criminosa, cidadãos que, por serem negros eram vistos como coisas desprezíveis. E isto passou-se em nossos dias.
    Não fomos nem somos exemplares quando ao respeito pelos outros. Mas apesar de tudo, talvez tenhamos sido os menos selvagens dos europeus.
    E se o Conselho da Europa quer que os manuais de História refiram a violência de Portugal nos Descobrimentos, pois bem, como Portugal anda sempre atrasado, que o faça depois dos outros o terem feito, sem omissões. Talvez assim o tal Conselho desista da intentona.

    • Parecem questões de pouca importância, mas não são. Há, na corja europeia, uma intenção colonizadora, no pior dos sentidos.
      À medida que vão conhecendo a História de Portugal, dos Descobrimentos Portugueses, dos HOMENS que foram capazes de ajudar o mundo a fazer-se, também vão deixando emergir a INVEJA acumulada durante séculos por não serem capazes de tamanha gesta.
      Hoje, que impera a decadência, aos portugueses resta a resistência. O seu/nosso Império já não é terreno. Mas o Mar pertence-nos e está à guarda desta estreita Faixa Lusitana que o destino reservou antes de Nós para lá fazer germinar a Alma que nos identifica e depor a História que nos sustenta.
      Estamos a ser invadidos e parece não darmos por isso. Há que estarmos atentos, cada vez mais atentos, para não cairmos no logro da UE.
      Às vezes “antes só do que mal acompanhados”, e é bem certo!

  26. Como filho de diplomata estou bem posicionado para saber que nada se passa num lado sem uma orientação do outro. E digo lhe mais as orientaçoes da CE foram tomadas de Mastrich nos anos 90, e nos acordos de Lisboa de 2007 que visam um mesmo objectivo: a tomada do poder por um governo central com capacidade para influenciar tudo e todos. Agora quem quiser que finja.

  27. Querem mudar-nos a história, é assim que os liberais do politicamente correto têm lixado a Europa toda e também Portugal.

    E pior estes idiotas pregam que devemos abraçar a cultura deles, olhem onde isso nos trouxe.

    Se Portugal não fosse feito de homens-vagina quem devia de ter de aceitar a nossa cultura são os que vêm para cá, mas isso não acontece, mal aprendem a nossa língua, só socializam com os deles, juntam-se em guetos e tornam esse gueto igual à terra que abandonaram e aí de um português que lá entre ou as autoridades, mas se alguém diz alguma coisa vem logo os parasitas dos liberais fazer barulho.

    Como se eu ou algum dos meus compatriotas não traidores tivéssemos estado lá à 500anos a escravizar alguém.

    Já os estou a ouvir chegar…

  28. Hããã ….. a escravatura africana não foi iniciada pelos Portugueses … ela era (e é) milenar lá, e aliás milenar no mundo inteiro !

    O seu início data da génese da própria humanidade!

    Os Portugueses (os nossos grandiosos antepassados) apenas fizeram negócio com as tribos locais (como toda a gente em todo o lado!) que já praticavam a escravatura de forma abundante!

    Incomoda-me a profunda ignorância de alguns meninos que aqui despejam a cartilha com que as propagandas politicamente correctas enchem os seus cerebrozinhos pequeninos
    e já agora também me incomoda
    o seu profundo complexo de inferioridade que tentam fazer colar aos outros e ao “seu” País !
    Cresçam, curem-se e ide pregar a vossa “religião” anti-Portuguesa idiota para outro lado !

  29. Para mim esta-se a tornar um erro grave Portugal manter-se na comunidade europeia,eles so atacam os paises mais fracos. isto e uma ingerencia nos assuntos internos de um pais. e pena o govrno de Portugal estar alinhado com estes europeus da treta. devia se falar forte a esta gente, senao nao tarda estao a cobrar o passado aos portugueses. O PASSADO ESTA LA NO SEU LUGAR DEIXEM_NO EM PAZ, EUROPA MORIBUNDA!!!

  30. Para o filho do diplomata se não aprendeu nada com o seu pai, está a tempo de aprender a história de Portugal, no tempo dos Descobrimentos. São muitos anos passados, mas encontra grande espolio nas Bibliotecas deste magnifico pais, (tão invejado pelas iluminadas cabeças e inferiorizadas personagens) “das orientaçoes da CE foram tomadas de Mastrich nos anos 90, e nos acordos de Lisboa de 2007 que visam um mesmo objectivo: a tomada do poder por um governo central com capacidade para influenciar tudo e todos”. TODOS ? Perguntaram ao povo que os sustentam, se os queriam lá nesses poleiros? Estude e seja prudente antes de envelhecer.

  31. Estes Senhores não fazem nada ao acaso.
    Primeiro atacam a História de um povo, depois ocupam o seu território.
    Parece estranho , mas o MAR PORTUGUÊS é menos nosso, a cada dia que passa.
    Vamos ter um Mar Europeu para a Europa Central usar.
    Quando olharem para o passado, lembrem-se do futuro.

  32. Será que essa comissão também vai recomendar a alteração do catecismo de modo a contemplar as atrocidades cometidas pela Santa Inquisição? Gosto tanto da coerência e tão pouco da demagogia.

  33. Conselho da Europa quer que manuais de História refiram violência de Portugal nos Descobrimentos.
    Atualmente, agora somos nós os escravos da EU, a começar pelo nosso Mar, FMI, Eleições na EU a porta fechada, referendo na integração EU em falta.

  34. Numa palavra ? Esterilização ( dos europeus). Dos pensamentos, da democracia, da sociedade, da etica ou da moral.
    Se é isso que pretendem, pedir o voto e discurso democratico é exercicio hipocrita a que nos vamos acostumando.
    Não estamos a viver uma sociedade mais justa ou transparente, pelo contrario: na idade media eramos TODOS escravos de uma elite de uma maneira ou de outra e toda a propriedade era de uma pequena elite.
    Nos dias de hoje principalmente nestas ultimas decadas, tudo o que era proprio ou do Estado pertence a grandes corporações com o unico objectivo de lucro.
    Sao as aguas, a luz, as rendas as taxas os impostos a saude a borda do passeio a herança …. Tudo o que foi dito e o muito que não foi dito.
    Quem governa diz que não tem vocaçao para gerir o Estado e todos os seus bens o que os torna em meros passageiros conduzidos por forças quase ocultas.
    Querem falar de Historia …. ?????
    Vai certamente haver muito a desmistificar e não creio que os rendas de folhos de Bruxelas gostem de ouvir.

  35. Cito José António Rodrigues Carmo
    3 h ·
    COMO SE MANIPULAM AS PESSOAS
    Há dias, todas as televisões, e rádios, e jornais, deram conta de um Relatório da “UNIÃO EUROPEIA”, que acusava os portugueses de racismo, afirmava que os manuais escolares promoviam o orgulho na História racista e recomendava a sua alteração para que a narrativa passada aos putos, fosse suscetível de lhes dar conta de quão maus, cruéis e canalhas, fascistas, xenófobos, homófobos e isso, foram os nossos ancestrais. Não deverá ser difícil acusar Afonso Henriques de ser islamófobo, o homem passava a vida à espadeirada nos muçulmanos, nem o Vasco da Gama de ser fascista, etc, etc.
    Uma das coisas que me logo tratei de saber foi quem eram os autores do Relatório. Pelo fruto se conhece a árvore e para mim era óbvio que o escriba, ou escribas, só podia ser alguém ligado às patetices trostkystas do nosso BE ou apaniguados. É que a (cada vez mais) robusta Catarina Martins, uns dias antes tinha vindo com a mesma lengalenga.
    Não consegui, não encontrei em lado nenhum.
    Mas a revista Sábado tentou saber e o que apurou foi que:
    1- Os escribas do relatório são incógnitos, porque o organismo que o produziu alega confidencialidade. Ora toma!
    2- Os anónimos escribas não consultaram nenhum manual de ensino. Limitaram-se a reunir com elementos também incógnitos de ONG também incógnitas.
    Em conclusão: Gente desconhecida, baseando-se em opiniões avulsa de desconhecidos, ignorando completamente as fontes mais elementares (os manuais de ensino), produz, com o trombone da União Europeia, uma peça de propaganda ideológica que os media amplificam em parangonas sem se darem ao trabalho mínimo exigível de verificar as fontes e os factos.
    Isto é de um gajo cair de c…

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