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Efacec pode acabar “partida” em duas

(dr) efacec.pt

O Governo selecionou cinco candidatos para a segunda fase, mas só a DST e a Sodécia fizeram propostas vinculativas.

O ECO noticia, esta terça-feira, que a reprivatização da Efacec pode avançar para uma terceira fase, na qual serão analisadas as duas propostas vinculativas que foram apresentadas: a da DST e a da Sodécia.

“Ambas as propostas são más e exigem garantias de Estado“, disse ao diário económico uma fonte que acompanha o processo de reprivatização de perto.

Esta terceira fase de negociações em simultâneo com as duas candidatas pode levar à divisão da empresa. Os restantes três (o chinês Chint Group Corporation, a egípsia Elsewedy Electric e a espanhola Iberdrola) desistiram devido à degradação da situação financeira da companhia e perspetivas económicas difíceis.

O ECO detalha que as duas candidaturas apresentaram propostas de compra da posição acionista do Estado com valores marginais, entre um euro e um milhão de euros. Além disso, ambas consideram que será necessário um plano de investimento de dezenas de milhões de euros para a recuperar.

Como as garantias públicas poderão transformar-se em mais investimento público na empresa, o Governo está inclinado a avançar para uma nova fase de negociação com as duas empresas, admitindo que poderá ser necessário “partir” a Efacec entre as áreas da mobilidade e industrial.

O objetivo é limitar os riscos para o Estado.

O matutino contactou o Ministério da Economia, que remeteu uma resposta para as Finanças. Por sua vez, o ministério de João Leão limitou-se a responder que o processo de análise das propostas está a decorrer e qualquer decisão será tomada em Conselho de Ministros.

  ZAP //

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