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Lee Ann abandonou e matou a filha em 1985. Foi presa em 2022 (com ajuda de ADN)

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O caso ‘Baby Jane Doe’ começou em Dezembro de 1985, por causa da descoberta de um cão. Mãe declarou em tribunal que está inocente.

7 de Dezembro de 1985. Frenchville, Maine, Estados Unidos da América.

Um cão, um husky siberiano, aparece à porta de sua casa com uma bebé acabada de nascer. A recém-nascida ainda tinha o cordão umbilical no corpo. Morreu naquele dia.

Os detectives da polícia local seguiram o percurso que o cão tinha feito (pouco mais de 200 metros) e descobriram o local onde a bebé tinha nascido.

A ‘Baby Jane Doe’ foi abandonada mal nasceu, numa pedreira, sob temperatura abaixo de zero.

Ninguém estava no local, quando a polícia chegou.

Dezenas de detectives investigaram o caso, ao longo dos últimos 36 anos. Mais recentemente, dois detectives foram atrás de todas as pistas e passaram “inúmeras horas” no processo, de acordo com a Polícia do Estado de Maine.

A tecnologia foi avançando; o ADN e a genealogia genética ajudaram e a polícia conseguiu mesmo identificar a mãe da bebé.

Nesta segunda-feira, 13 de Junho de 2022, praticamente 36 anos e meio depois do abandono e da morte da bebé, a polícia foi até Lowell, Massachusetts, e prendeu a mãe da ‘Baby Jane Doe’.

Lee Ann Daigle tem 58 anos e entretanto mudou de nome, provavelmente depois do abandono da filha. Chamava-se Lee Ann Guerrette.

É acusada de homicídio e foi emitido um mandado de prisão. Foi detida à porta de sua casa, “sem incidentes”.

Já esteve em tribunal, onde se declarou inocente.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

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