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Cabrita “está a contaminar” a popularidade de Costa

Mário Cruz / Lusa

Luís Marques Mendes

Luís Marques Mendes focou o seu comentário nos acontecimentos políticas da semana e trouxe novidades sobre o processo de vacinação.

Como já habitual, a vacinação contra a covid-19 foi um dos temas em análise no espaço de comentário de Marques Mendes no Jornal da Noite.

O comentador disse que a vacinação contra a covid-19 para os jovens entre os 12 e os 18 anos deverá arrancar na segunda quinzena de agosto. Caso isso aconteça, deverá permitir que grande parte dos alunos regresse às aulas em setembro com a vacinação completa.

Por outro lado, teceu também alguns comentários sobre a popularidade de António Costa e do Governo.

Marques Mendes refere que no Governo todos estão “à espera da remodelação” e que “dentro dos gabinetes não se fala de outra coisa”, embora o primeiro-ministro tenha até agora resistido.

No seu comentário semanal na SIC, o antigo líder do PSD disse que Eduardo Cabrita é “o grande abcesso político do Governo” e “está a contaminar a popularidade do primeiro-ministro”. Neste sentido, o antigo líder do PSD acredita que Costa fará “uma remodelação quando não se falar do tema” e avisa que “quanto mais tarde, pior”.

Relativamente ao Orçamento do Estado para 2022, Marques Mendes também que “não vai haver qualquer crise política” e que “O PCP, o PEV e o PAN vão viabilizá-lo de novo”.

Sobre o chumbo dos diplomas dos apoios sociais pelo Tribunal Constitucional, Marques Mendes diz que “o Governo ganhou juridicamente“, mas o “Presidente declarou-se politicamente feliz”.

O antigo líder do PSD diz que “o Governo tem de mudar de vida”, sob pena de transformar “o TC no centro da governação, o que é mau para todos.”

O comentador político destacou ainda o facto de Nuno Melo ter emergido nas jornadas parlamentares a “defender a história do partido”, a mostrar “como se faz oposição” e “a pedir combate e não resignação”.

Marques Mendes falou ainda do projeto de revisão constitucional do PSD, algo que classifica como uma “escolha legítima”, mas diz que “as prioridades parecem invertidas”, uma vez que a prioridade do partido liderado por Rui Rio “devia ser explicar aos portugueses o que faria de diferente do PS se estivesse no Governo”.

Isto porque, “sem mostrar estas diferenças dificilmente o PSD será visto como alternativa”.

  Ana Isabel Moura, ZAP //

 

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