Biden terá avisado Zelensky de que a Rússia está na iminência de entrar na Ucrânia

patquinnforillinois / Flickr

Joe Biden

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou por chamada telefónica com Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, e avisou-o de que a Rússia está prestes a entrar no país.

A invasão da Ucrânia pela Rússia pode estar “iminente”, terá dito Joe Biden numa conversa telefónica com o seu homólogo ucraniano.

Segundo um oficial ucraniano, citado pela CNN, o Presidente norte-americano avisou Volodymyr Zelensky de que a Rússia pode invadir a Ucrânia já em fevereiro, considerando esta uma “possibilidade distinta”.

A fonte disse que o telefonema entre os dois chefes de Estado “não correu bem” e que em causa estiveram as diferentes posições sobre o nível de risco da ameaça russa.

No Twitter, o jornalista Alexander Marquardt escreveu que, para Biden, a invasão russa é “quase certa” e que as tropas de Vladimir Putin só estão à espera que o solo congele. Nesse sentido, terá aconselhado Zelensky: “Preparem-se para o impacto”.

No resumo oficial da Casa Branca, não surge o aviso concreto de uma potencial invasão da Rússia à Ucrânia para breve. Aliás, Emily Horne, porta-voz da Casa Branca, desvaloriza estas informações.

“O Presidente Biden disse que há uma possibilidade nítida de os russos invadirem a Ucrânia em fevereiro. Ele já disse isso publicamente e estamos a alertar para isso há meses. Relatos de algo mais ou diferente do que isso são completamente falsos”, assegurou a responsável.

No comunicado oficial, o Governo dos EUA assegura que “Biden reafirmou a prontidão dos Estados Unidos e dos seus aliados e parceiros para responder de forma decisiva se a Rússia invadir a Ucrânia”.

“O Presidente Biden sublinhou o apoio dos Estados Unidos nos esforços para resolução de conflitos em formato de Normandia”, pode ler-se.

Os EUA colocaram cerca de 8.500 militares em alerta máximo, prontos para serem mobilizados pela NATO, caso seja necessário, tendo em conta o aumento dos receios de uma invasão da Ucrânia pela Rússia.

“O que está em causa é tranquilizar os nossos aliados da NATO”, disse o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

  ZAP //

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