Bebé norte-americano é um dos 100 no mundo com a Síndrome do Cabelo Indomável

Locklan Samples chamou a atenção nas redes sociais pela sua condição genética incomum: a Síndrome do Cabelo Indomável.

Katelyn Samples decidiu partilhar a história do seu filho no Instagram, a melhor plataforma para o fazer dado que o diagnóstico do pequeno Locklan surgiu na sequência de um comentário na rede social.

“Alguém perguntou à minha mãe se eu tinha Síndrome do Cabelo Indomável (UHS, na sigla em inglês), uma pergunta que a colocou num buraco profundo e escuro do Google”, lê-se numa das descrições.

“O meu pediatra encaminhou-nos para um especialista em Emory. Foi como um episódio de House! Entraram tantos médicos e estudantes para me verem. Recolheram amostras de cabelo e algumas semanas depois a minha mãe recebeu uma chamada do médico que confirmou que se tratava de UHS. Que selvagem!”, acrescenta a publicação.

O raro diagnóstico foi confirmado por dermatologistas pediátricos no Hospital Emory, em Atlanta. Segundo o IFL Science, Locklan é apenas uma das cerca de 100 pessoas do mundo com Síndrome do Cabelo Indomável.

 

View this post on Instagram

 

A post shared by Locklan Samples (@uncombable_locks)

A condição genética apresenta-se sobretudo em pessoas com mutações associadas em ambos os alelos e é por esse motivo que é tão rara.

As mutações localizam-se principalmente em três genes envolvidos na formação da haste capilar, razão pela qual a apresentação dos sintomas é muito leve. No entanto, é possível que haja outros genes envolvidos que possam desenvolver a síndrome com uma mutação em apenas um alelo.

Além disso, acrescenta o portal, pode existir como uma condição isolada, apesar de estar várias vezes associada a condições dentárias, oftalmológicas e dermatológicas.

Os primeiros sinais aparecem entre os três meses e 12 anos de idade.

O paciente possui uma quantidade normal de cabelo, que cresce mais lentamente em diferentes direções. A condição faz com que seja impossível penteá-lo contra o couro cabeludo. Ainda não há tratamento para a doença, mas a indisciplina dos fios tende a regredir na infância tardia.

  ZAP //

Deixe o seu comentário

Your email address will not be published.