Em 1976, o FBI confiscou o trabalho de um universitário que concebeu uma bomba atómica

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Em 1976, John Aristotle Phillips estudava Ciências Aeroespaciais e Mecânicas quando viu um trabalho seu ser confiscado pelo FBI. O projeto, que acabaria por lhe dar a alcunha de The A-Bomb Kid, continha os planos para a criação de uma bomba atómica.

John Aristotle Phillips trabalhou na criação de um aparelho, do tamanho de uma bola, durante vários meses.

Segundo o IFL Science, o seu objetivo era demonstrar como seria fácil para os terroristas criar uma bomba nuclear utilizando informações disponíveis publicamente.

Utilizando material não classificado do Gabinete de Impressão do Governo dos Estados Unidos e conhecimentos adquiridos na biblioteca escolar, o jovem de 21 anos elaborou o plano de criação de uma bomba nuclear.

Os desenhos de John Aristotle Phillips foram bem sucedidos, tanto que até o cientista nuclear Frank Chilton disse que era “praticamente garantido que o equipamento funcionava”.

A sua bomba teria funcionado teoricamente e teria sido cerca de um terço mais poderosa do que a bomba que os Estados Unidos lançaram sobre Hiroshima no fim da II Guerra Mundial.

Além de ter obtido nota A – a mais alta – no trabalho, Phillips atraiu a atenção do FBI e da CIA.

Algumas semanas após a entrega do documento, regressou para o procurar no Departamento de Física e descobriu que já lá não estava. Foi então que descobriu que o projeto tinha sido confiscado, assim como a maquete que tinha construído no seu quarto.

O portal explica que muitos outros estudantes universitários tinham tentado realizar projetos semelhantes, mas sempre com o mesmo obstáculo relacionado com o explosivo convencional que desencadeia a onda de implosão em direção ao centro da bomba.

Para esclarecer esta dúvida, John Aristotle Phillips contactou a empresa química DuPont. Mais tarde, e já depois de ter sido chamado ao gabinete do presidente do departamento, percebeu que a informação que obteve da empresa era, muito provavelmente, classificada.

  ZAP //

2 Comments

  1. No título, a bomba foi concebida; no subtítulo, afinal, havia apenas planos para a conceber!…
    É “quase” a mesma coisa…

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