Procuradora de Nova Iorque diz ter “provas significativas” de que empresa de Trump cometeu fraude

Michael Reynolds / EPA

Antigo presidente norte-americano continua a defender-se com o argumento de que a investigação não passa de uma “caça às bruxas partidária”. 

Letitia James, procuradora-geral de Nova Iorque, revelou ter “provas significativas” de que a empresa de Donald Trump — Trump Organization — enganou os bancos ao inflacionar de forma fraudulenta os seus ativos e, assim, aumentar os resultados finais. “Descobrimos provas significativas que sugerem que Donald J. Trump e a Trump Organization valorizaram de forma falsa e fraudulenta múltiplos bens e deturparam esses valores a instituições financeiras para benefício económico”, explicou. A magistrada quer agora ouvir Donald Trump e os dois filhos sob juramento.

Apesar de as suspeitas existirem há algum tempo — mesmo quando Donald Trump ainda estava na presidência —, esta é a primeira vez que tais acusações são levantadas pelo gabinete da procuradora. Da parte do magnata, a postura continua a ser a mesma: defende-se dizendo que a investigação tem motivações políticas e que não passa de uma “caça Às bruxas”. Usa ainda o argumento de que Letitia James é democrata.

Ainda de acordo com a procuradora, muitos dos ativos foram “geralmente inflacionados no âmbito de um padrão para sugerir que o património líquido de Trump era mais elevado do que parecia. Tal como nota o Expresso, em causa está o valor de seis propriedades de Trump — clubes de golf, edifícios em Manhattan e a sua própria penthouse na Trump Tower —, assim como a marca Trump.

  ZAP //

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