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Polícia alemã desmantela uma das maiores redes de pornografia infantil do mundo

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A polícia alemã anunciou o desmantelamento de uma das maiores plataformas de pornografia infantil do mundo, uma rede com mais de 400 mil membros. A plataforma, chamada “Boystown”, estava ativa desde 2019.

O desmantelamento da plataforma, que existia desde 2019, ocorreu em meados de abril, segundo o comunicado da polícia.

As autoridades confirmaram agora que detiveram quatro homens alemães, com idades entre 40 e 64, três na Alemanha e um quarto no Paraguai, depois de meses de investigação. São suspeitos de serem administradores da plataforma, acessível através da darknet, e um deles o utilizador mais ativo, com mais de 3500 contribuições.

Segundo uma declaração da política alemã, nesta plataforma eram partilhadas gravações de abusos de menores, incluindo “dos mais graves abusos contra crianças”.

A plataforma estava estruturada com várias áreas onde era possível guardar imagens e vídeos de abusos sexuais sobre menores como também pesquisar esses conteúdos.

Tinha ainda um espaço para “chat” onde os membros podiam comunicar entre si e partilhar documentos.

Para além de facilitarem o sistema, os responsáveis pelo mesmo davam indicações aos utilizadores sobre como deviam agir para não serem detetados, escreve a RTP.

A investigação foi levada a cabo por uma força dedicada coordenada pela Alemanha em coordenação com a Europol e ainda autoridades dos Países Baixos, Suécia, Austrália, EUA e Canadá.

Segundo a Deutsche Welle, os acusados foram detidos depois de buscas nas suas casas. Um dos homens, de 40 anos, foi detido em Paderborn, outro, de 49 anos, em Munique, e o terceiro administrador no Paraguai. O homem que é suspeito de ser o utilizador mais ativo tem 64 anos e foi detido em Hamburgo.

A plataforma agora descoberta contava com mais de 400 mil membros, e era substancialmente maior do que uma outra que foi desmantelada em 2017 – Elysium – que tinha 110 mil utilizadores.

  ZAP //

1 Comment

  1. Há Noticias que ainda me fazem acreditar na Justiça, gostava que de mesmo assim fosse em Portugal, para casos como estes e outros das mais diversas naturezas !

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