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Leilão em França arrecada 9 milhões de dólares para a luta contra a Sida. Sharon Stone foi a mestre de cerimónias

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Um leilão organizado sexta-feira à noite, em Antibes, no sul de França, pela Fundação amfAR, arrecadou 9 milhões de dólares (cerca de 7,6 milhões de euros) para a luta contra a Sida.

A Fundação norte-americana amfAR, sem fins lucrativos, tem como objetivo obter donativos para a investigação que leve à cura do VIH e, neste leilão, entre outros objetos, foi arrematado um exemplar do romance “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, assinado pelos atores Leonardo DiCaprio e Robert Redford, por 165 mil euros.

Uma pintura do artista plástico britânico Sacha Jafri foi arrematada por pouco mais de 93 mil euros.

A apresentadora da gala foi a atriz norte-americana Sharon Stone.

Esta gala foi cancelada no ano passado devido à pandemia, segundo um comunicado divulgado hoje pela organização.

Este ano foi a 27ª edição da gala, coincidindo com o 74.º Festival de Cannes, e o total alcançado representa uma redução significativa em relação aos anos anteriores.

Em 2019, foram obtidos 12 milhões de euros e, em 2018, cerca de 17 milhões.

Dos lotes ofertados na noite passada, o que mais arrecadou foi o quadro de Jafri, que pintou durante a gala e que foi entregue no final do leilão.

Além do leilão, as principais atrações da festa foram uma apresentação de Alicia Keys e um desfile de moda que contou com os costureiros Alexander McQueen, Armani, Balenciaga, Chanel, Christian Dior, Giambattista Valli, Givenchy, Gucci, Karl Largerfeld, Loewe, Louis Vuitton, Oscar de la Renta, Valentino ou Yves Saint Laurent, com joias Chopard e sapatos Christian Louboutin.

Entre as vedetas presentes estiveram Spike Lee, Dylan Penn, Regina King, Rachel Brosnahan, Orlando Bloom e Bella Thorne.

A AIDS Research Foundation (amfAR) foi fundada em 1985 e, embora continue focada neste objetivo, no ano passado decidiu expandir seu trabalho para lutar contra os efeitos do vírus nas pessoas com VIH.

  // Lusa

2 Comments

  1. Deviam era promover e dar formação às pessoas para que usassem o preservativo. Especialmente em África, que parece que é lá que o numero de casos é mais elevado e ninguém por lá se importa.

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