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Horizon Worlds: Facebook deu primeiro passo para tornar o metaverso real

(dr) Meta Quest

Horizon Worlds

A empresa fundada por Mark Zuckerberg lançou uma plataforma de realidade imersiva para quem tem os óculos de realidade virtual Meta Quest 2.

Apesar de ser cada vez mais comum ouvir falar no metaverso, existem poucas pessoas que, de facto, já o tenham experimentado. Mas agora vai ser mais fácil: a Facebook lançou a plataforma Horizon Worlds VR para os proprietários do Meta Quest 2 — o dispositivo de realidade virtual da empresa.

De acordo com o Gizmodo, a Horizon Worlds é uma versão precoce e em pequena escala do que Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, imagina que será o metaverso.

A plataforma requer a utilização dos óculos de realidade virtual Meta Quest 2, bem como uma conta na rede social Facebook, e permite aos utilizadores conviver com até 20 outras pessoas num mundo virtual.

Em primeiro lugar, cria-se um avatar — que tem cabeça e tronco, mas não tem pernas — e depois pode-se interagir com os avatares de outros jogadores, explica a CNBC. A experiência começa num sítio chamado “Plaza” e, depois, as pessoas podem aventurar-se e explorar diferentes mundos e jogos (também criados pelos utilizadores).

A Horizon Worlds começou como uma experiência, em 2020, na qual os utilizadores criaram mundos e uma biblioteca de objetos recorrendo a uma série de ferramentas fornecidas pela Meta — a empresa criadora que é, formalmente, conhecida como Facebook.

Agora que a plataforma está disponível para todos os norte-americanos e canadenses, maiores de 18 anos, que possuam um Meta Quest 2, vamos ter um vislumbre de como o metaverso funciona do ponto de vista do Facebook.

No entanto, e embora existam ferramentas de segurança para bloquear avatares com os quais não se quer interagir, resta saber se as pessoas se irão comportar, ou se o facto de se poderem esconder atrás de um avatar fará com que tenham atitudes erradas.

Atualmente, a Horizon Worlds tem utilizadores experientes, cuja função é moderar a comunidade e agir como “guias”, para introduzir pessoas a vários mundos.

A Meta espera que as pessoas se entusiasmem com o potencial da plataforma e que a possibilidade de criar novos espaços seja apelativa para os utilizadores — embora estes não sejam atualmente pagos pelas suas criações.

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