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China abre ao público um novo (e estranho) arranha-céus. É horizontal

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Uma das atrações mais aguardadas do ano na China, o Piso de Exploração, com 250 metros de altura, um das principais atrações da ponte The Crystal Sky em Raffles City Chongqing, foi aberta ao público este mês.

A China abriu ao público um arranha-céus horizontal, parte do enorme projeto Raffles City Chongqing cujas obras ainda estão em andamento. No entanto, os turistas já podem visitar o estranho edifício chamado “Crystal”.

O Raffles City Chongqing, orçamentado em 4,8 mil milhões de dólares (equivalente a 4,25 mil milhões de euros), foi projetado por Moshe Safdie e consiste num conjunto de oito arranha-céus.

Quatro das torres mantêm a estrutura de arranha-céus horizontal, oficialmente denominada Crystal, no lugar a uma altura de 250 metros. O próprio Crystal mede 300 metros de comprimento e o seu peso chega a 12 mil toneladas. Grande parte da estrutura teve de ser cuidadosamente içada na sua posição usando guindastes.

Os visitantes do Piso de Exploração do Crystal, como é chamada a área de observação, começam a sua jornada no rés-do-chão com uma exposição feita em colaboração com a National Geographic que detalha a história e o desenvolvimento da cidade chinesa de Chongqing.

Um elevador expresso demora pouco mais de 50 segundos para chegar ao topo e, quando as portas se abrem, os visitantes são recebidos com outra exposição que imagina uma vida futura em Marte.

Continuando a visita, os turistas chegam a um parque, antes de o passeio culminar com o terraço de exploração ao ar livre. Este mirante – o mais alto deste género no oeste da China – tem um piso de vidro transparente e oferece excelentes vistas da cidade e do rio castanho Yangtze que se funde com o azul do rio Jialing debaixo dos pés dos visitantes.

Noutros lugares do Crystal, haverá ainda um clube apenas para membros, com duas piscinas, restaurantes e bares. Porém, essas estruturas ainda estão a ser finalizadas e devem ser inaugurados nos próximos meses.

O preço dos bilhetes para visitar o Crystal é de 180 yuans (equivalente a cerca de 22 euros).

  ZAP //

7 Comments

  1. Isto parece de facto ser um país dos milagres, comunismo/anti-capitalismo, como apregoavam, pois,pois, omeletes sem ovos? Têm é sido espertos ao optarem pelo sistema capitalista e ao saberem aproveitar a fragilidade dos outros que por sua vez abdicaram de produzir para lhes entregar de mão beijada a tecnologia e o trabalho, agora é vê-los no topo do progresso e agora com o vírus e suas consequências ouvir já cá pela Europa alguns políticos apregoarem que a partir de agora a situação terá de mudar devido à nossa dependência da China, como se não tivessem sido eles os autores da nossa falência económica.

  2. Temos que devolver o desemprego aos Chineses trazendo de volta as nossas empresas.
    Aos uue dizem que nunca produziremos tão barato, eu digo, compramos pechinchas de má qualidade porque não temos dinheiro. Se recuperarmos os empregos que eles receberam de mão beijada de nossos dirigentes visionários e sedentos de lucro poderemos pagar um pouco mais caro o que produzimos por cá.
    Recuperar tambèm um bem essencial: A Eletricidade.
    São centenas de milhoes de euros de dividendos para Three Gorges e afins que pesam no preço da nossa eletricidade.

  3. Qualquer país pode ser rico se tiver o mundo todo a consumir os seus produtos como é o caso da China…. A China não trás nada de bom para os outros países apenas se preocupa com o seu povo e com a sua produtividade e sustentabilidade colocando em causa quem lhes faz frente economicamente e militarmente… Andamos todos a sustentar o povo chinês em detrimento do nosso próprio povo, mas a isto chama se capitalismo selvagem onde não se olha a meios para atingir fins. Já agora quando se queixar que tem um salário de miséria olhe para si próprio e vai ver que afinal tem o salário que merece uma vez que 58% dos produtos que consome são fabricado na China.

  4. Então pessoal, só há uma coisa a fazer comprar o que é europeu como eu faço, obrigatoriamente temos os nossos empregos, empresas de volta pois sabemos fazer tudo tecnologia ciência tudo e não somos um regime mas sim democracia, só nos habituamos há boa vida e mandar fazer fora do que fazer ( estamos malandros) menosprezamos o pouco que é sempre o que trás muito. Viva os produtos europeus em especial ,Portugueses.

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