Alcochete. Pinto da Costa pede para ser ouvido por videoconferência

Estela Silva / Lusa

O presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa

O presidente dos azuis-e-brancos pediu para ser ouvido por videoconferência no julgamento ao ataque à Academia de Alcochete, que decorre no Tribunal de Monsanto.

Recorde-se que, em novembro do ano passado, o antigo presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, arrolou 22 testemunhas, entre as quais Pinto da Costa. Agora, avança a TVI24, o presidente do FC Porto pediu ao tribunal para ser ouvido por videoconferência.

De acordo com o canal televisivo, o testemunho do líder portista ainda não tem data marcada. O coletivo de juízes terá agora de decidir se o requerimento é, ou não, deferido.

O processo do ataque à Academia de Alcochete tem 44 arguidos, acusados da coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Segundo a revista Sábado, esta terça-feira, já foram ouvidas testemunhas arroladas pela defesa de Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos do Sporting arguido no processo. A inquiração de Radosav Petrovic também estava prevista para hoje à tarde, mas o futebolista, que agora atua no Almería, não respondeu ao tribunal.

Esta quinta-feira, será ouvido Bas Dost, também por videoconferência. O jogador holandês, que atualmente joga no Eintracht Frankfurt, foi um dos mais visados no ataque à academia leonina, tendo sido ferido na cabeça.

No dia seguinte, será ouvido o antigo presidente do Sporting, Sousa Cintra, na qualidade de testemunho de um dos arguidos, Aníbal Pinto, e ainda testemunhas de Bruno de Carvalho, incluindo três atletas do clube — Carlos Carneiro, do andebol, Miguel Maia, do voleibol, e Jorge Fonseca, campeão mundial de judo — e Alexandre Godinho, primo e elemento da direção do ex-dirigente.

  ZAP //

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