Ucrânia fora do Mundial 2022. E vai mesmo haver um grupo muito inglês

Peter Powell / EPA

O avançado galês Gareth Bale a festejar com os seus colegas.

O avançado galês Gareth Bale a festejar com os seus colegas.

Gareth Bale contou com ajuda de um desvio para colocar os galeses no Mundial de futebol. Na última participação, Pelé estava a começar a aparecer.

O último jogo de um Mundial de futebol que contou com a selecção do País de Gales no relvado foi contra o Brasil. Quartos-de-final, vitória brasileira por 1-0 com golo de…Pelé, que tinha 17 anos.

O País de Gales não joga num Mundial desde o dia 19 de Junho de 1958 (a sua única participação). Vai voltar ao torneio, 64 anos depois.

O play-off com a Ucrânia, realizado neste domingo, terminou com uma vitória por 1-0.

A jogar em casa, em Cardiff, os galeses ainda viram a bola entrar na sua baliza, num livre apontado rapidamente – ou depressa mais, segundo o árbitro, que anulou o lance.

Pouco depois da meia hora, igualmente num livre directo, um remate forte de Gareth Bale foi desviado por Andriy Yarmolenko, que involuntariamente marcou na própria baliza, de cabeça.

Perto do intervalo, Yarmolenko ainda se queixou de uma grande penalidade que ficou por assinalar a favor da Ucrânia, após toque de Joe Allen no seu pé.

Na parte final do jogo os ucranianos tentaram chegar ao empate, ainda remataram nove vezes na direcção da baliza contrária, mas não marcaram.

A festa galesa foi sinónimo de tristeza na Ucrânia – e em muitos outros países, que também estariam a apoiar a selecção do leste europeu.

Este apuramento histórico confirma que, no Grupo B do Mundial 2022, o Qatar vai ser palco de um grupo muito inglês: País de Gales, Inglaterra e Estados Unidos da América no mesmo grupo, ao lado do “intruso” Irão.

Espectáculo de Messi…em Espanha

Também neste domingo, um jogo menos importante (amigável) vai ficar na memória de Lionel Messi.

Em Espanha, a Argentina goleou a Estónia por 5-0. Os cinco golos foram apontados por Messi. Dois golos na primeira parte, três na segunda.

Esta vitória tranquila surge quatro dias depois da vitória na “finalíssima”, uma espécie de Taça Intercontinental, conquistada pela Argentina contra a Itália, por 3-0.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

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