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Professor diz ter descoberto a localização do mítico castelo de Camelot

Butteredbap / Deviant Art

O castelo Camelot, do Rei Artur

O castelo Camelot, do Rei Artur

Um professor reformado diz ter descoberto a localização do lendário castelo de Camelot, onde o Rei Arthur terá vivido há 1.400 anos.

Segundo conta a lenda, Artur tornou-se rei depois de conseguir retirar facilmente a espada “Excalibur” que estava cravada numa pedra com a inscrição: “aquele que conseguir tirar esta espada desta pedra será o rei de Inglaterra por direito”.

Depois de ser coroado, Artur chamou ao seu castelo “Camelot”, onde se instalou com a rainha Guinevere e realizava reuniões com os seus cavaleiros na Távola Redonda.

A lenda do Rei Artur tem sido inspiração de inúmeros livros e filmes, mas a localização do castelo de Camelot tem confundido os investigadores durante mais de mil anos.

De acordo com o especialista em literatura Arturiana, Peter Field, o mítico castelo estaria no local onde estão atualmente as ruínas do Forte de Slack, em Yorkshire, Inglaterra.

O investigador chegou a esta conclusão depois de comparar os conhecimentos históricos da época em que o Rei Arthur terá vivido com os detalhes da lenda.

“Eu estava a ver alguns mapas, e de repente tudo fez sentido.  Acredito que tenha conseguido resolver um mistério de 1400 anos”, disse Field.

Nos mapas observados estaria o nome ‘Camulodunum’, o antigo nome do forte romano em Slack – e que significa “o forte do Deus Camul”. Segundo o ex-professor, tal nome pode ter sido abreviado ao longo dos anos, resultando em “Camelot”.

No entanto, havia dois Camulodunums na Grã-Bretanha romana: um em Colchester, Essex e outro em Slack. O especialista revela ter descartado Essex porque esse condado era controlado pelos inimigos durante a época em que Camelot terá existido.

Segundo o Daily Mail, Field deduziu que o ponto de encontro para os soldados do Rei Arthur teria sido em Chester, e a cidade estratégica que precisavam de proteger era Yorkshire – e o forte em Slack está numa estrada perto de ambos os locais.

O investigador apresentou a sua descoberta durante a cerimónia de abertura do Centro Stephen Colclough para a História e a Cultura, da Universidade de Bangor, na semana passada.

A teoria de Field ainda não foi confirmada por outros especialistas, e, apesar de cerca de mil anos de investigações, os historiadores e arqueólogos ainda não conseguiram confirmar se o Rei Artur e a cidade de Camelot realmente existiram.

ZAP

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