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Pilotos aprovam acordo de emergência na TAP

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) aprovou esta sexta-feira o acordo de emergência na TAP, adiantaram vários pilotos à Lusa.

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O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) aprovou o acordo de emergência na TAP. O Observador cita a informação avançada em comunicado pelo SPAC, que refere que os associados “decidiram eles próprios abdicar de 50% dos seus vencimentos para a recuperação da TAP”.

Assim, o número de despedimentos inicialmente previsto para a classe é reduzido e fica afastada a aplicação do regime sucedâneo.

A votação contou com a participação de 96,8% dos associados. Ainda assim, o sindicato não revelou a diferença de votos que permitiu que o acordo fosse aprovado.

O diário escreve, porém, que a votação terá sido renhida, dada a emergência de um movimento de contestação ao acordo negociado entre a direção do SPAC e a transportadora aérea.

Tal como a Lusa noticiou em 6 de fevereiro, o acordo entre o SPAC e a TAP prevê reduções salariais de entre 50% e 35%, entre 2021 e 2024, que já incluem o corte transversal de 25% aplicado a todos os trabalhadores.

Segundo o acordo de emergência enviado aos associados, este abrange 1.252 pilotos e prevê a redução salarial de 50% (2021), de 45% (2022), de 40% (2023) e de 35% (2024), correspondendo “a uma redução transversal a todos os trabalhadores da TAP no montante de 25%, e um adicional de 25% em 2021, [de] 20% em 2022, [de] 15% em 2023 e [de] 10% em 2024, que visa a manutenção de postos de trabalho” e com efeitos retroativos em 1 de janeiro deste ano.

  ZAP // Lusa

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