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Trabalhadores da Liberty vão receber mais 55 euros por mês para suportar despesas de teletrabalho

A medida aplica-se aos quatro países onde a empresa opera. Os colaboradores vão receber 55 euros mensais adicionais para cobrir despesas relacionadas com a atividade em casa. Quem quiser pode continuar a ir para os escritórios, mas sem as ajudas para cobrir despesa. 

A Liberty em Portugal vai permitir o trabalho remoto de forma definitiva aos trabalhadores que o aceitarem. Para isso, dará uma verba de 55 euros mensais para cobrir as despesas adicionais, avança o Jornal Económico.

O CEO da Liberty para o mercado europeu, Juan Míguel Estallo, anunciou aos dois mil colaboradores da seguradora em Portugal, Espanha, Irlanda e Irlanda do Norte que, a partir desta quinta-feira, 11 de março, e de forma definitiva, vão trabalhar a partir de qualquer lugar, seguindo um modelo de trabalho remoto.

Assim que a pandemia passar, a empresa dá aos colaboradores a opção de passarem até dois dias por semana no escritório para realizar atividades específicas ou reuniões presenciais.

Em comunicado, a Liberty revela que cada colaborador vai receber 55 euros adicionais por mês para cobrir despesas relacionadas com a atividade, o que perfaz a quantia de 660 euros brutos anuais. Ainda assim, irão manter outros benefícios, entre os quais, o subsídio de alimentação.

Segundo o Expresso, a única desvantagem é que o trabalho tem de ser realizado sempre da mesma morada, não podendo ser feito de bibliotecas, por exemplo.

De recordar que em Portugal, o Governo tem vindo a frisar que as empresas têm de suportar os custos de telefone e internet de quem estiver em teletrabalho. No entanto, a verdade é que muitas empresas não o estão a fazer.

A seguradora acrescenta ainda que vai manter o edifício de 14 pisos que arrendou em 2019 para um período de dez anos.

A Liberty Seguros está presente em Espanha desde 2001, em Portugal desde 2003 e na Irlanda desde 2011.

O Liberty Mutual Group, fundado em 1912, com sede em Boston, é o sexto grupo de seguros Não Vida nos EUA, com mais de 45 mil colaboradores distribuídos em 29 países.

  ZAP //

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