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Spectrum, fax, polaroid: 50 equipamentos que confundem os mais novos

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Se há dispositivos que, poucos meses depois de serem lançados, já são “velhos”… Quanto mais estes, apresentados nesta lista.

Aviso: quem nasceu no século passado (sobretudo até aos anos 80) vai sorrir ao recordar muitos dos próximos aparelhos, ou utensílios. Quem nasceu neste século vai perguntar: “Isto servia para quê…”?.

A lista foi elaborada há poucos dias pelo Pocket-lint. E também tem um toque nosso.

Por ordem alfabética:

Agenda telefónica
Algum leitor do ZAP ainda utiliza? Não perguntamos se tem, porque terá, nos arquivos. Mas ainda escreve números de telefone e respectivo nome numa agenda, em papel?

Atari 2600
Uma consola de jogos nos anos 1970. Sim, anos 70 do século passado. Com cartuchos. O jogo mais popular na Atari foi o Pac-Man.

Betamax
Provavelmente a primeira versão de cassete de vídeo, criada também nos anos 70. O sistema betamax era melhor do que o VHS, mas a Sony não o conseguiu impor no mercado, e viria a ser o VHS a impor como norma para o formato de cassetes de vídeo — enquanto existiram.

Bip/pager
Meio de comunicação muito comum, noutros tempos, entre profissionais de saúde. Só recebia informação alfa-numérica e mensagens de voz.

Cabine telefónica
Ainda vemos algumas, nas nossas ruas. Mas, se excluirmos o Dr. Who, quantas vezes são utilizadas?

Calculadora
O telemóvel tem tudo. Até aquelas funções “esquisitas”.

Campainha de porta
Elas estão lá, mas já ninguém as usa. Podemos estar a um metro delas, mas para que serve o telemóvel senão para dar um toque, ou um rápido “Desce, estou cá em baixo”?

Cassete áudio
Quantos portugueses ouviram o Dino Meira através de cassetes…? E quantos portugueses sabem para que servia isto:

Cassete vídeo
Quantos portugueses viram o Parque Jurássico através de cassetes…?

CD
Quantos portugueses ouviram Silence 4 através do disco compacto…? Ainda se vendem. Poucos.

Cinescópio
Uma televisão com um tubo de raios catódicos. Surgiu ainda no século XIX.

DAT
Gravava com qualidade superior à do CD. Foi muito utilizado por profissionais do mundo da música.

Disquete
Guardava 80KB de dados, no início. E depois armazenava 1,44MB! Só para instalar o Photoshop eram precisas 15 disquetes, na altura.

DVD
O Digital Video Disc substituiu a cassete de vídeo. Ainda é utilizado por algumas pessoas mas foi ultrapassado rapidamente.

Enciclopédia
O que hoje encontramos num único monitor é mais do que estava em 20 volumes com 500 páginas cada.

Escudo
Sim, era essa a moeda portuguesa.

Fax
O dia-a-dia em muitas empresas. Enviava cópias de documentos ou “recados”.

Stonewall Ballard / Flickr

Máquina fax ligada a router

Gameboy / GameGear
Um aparelho pequeno que permitia jogar em qualquer lado. Que inovação. E tantas horas à volta do Tetris…

GPS
Estes sistemas ainda vão sendo incorporados em carros. Mas o telemóvel tem tudo.

Gravador áudio
Muitos jornalistas ainda devem ter um em casa. E muitos músicos terão registado as primeiras notas assim. Agora, o telemóvel faz esse papel. Nos dois casos.

Impressora Daisy Wheel e matriciais
Antes dos tinteiros e lasers, havia impressoras…diferentes. Com ruído:

LaserDisc
Formato de transmissão de vídeo, mais centrado em profissionais ou adeptos do cinema.

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Leitor de CDs / DVDs / Disquetes
A Apple foi a primeira fabricante a lançar computadores sem leitor de disquetes — e mais tarde, sem leitor de CDs. “Os CDs vão desaparecer, portanto não é preciso”. Tinham razão.

Leitor portátil de DVD
Era um privilégio poder ver um filme em qualquer lugar. Desde que houvesse ligação à electricidade (a bateria não era muito fiável).

Mapa
Em papel. Quem usa?

Máquina de escrever
Uma maravilha da tecnologia, há umas décadas. Muita gente passou centenas ou milhares de horas em frente a uma.

Máquina fotográfica
O telemóvel tem tudo.

Máquina fotográfica descartável
Utilizávamos uma vez e ia para o lixo. E o ambiente?

Máquina fotográfica instantânea Polaroid
Outro grande avanço tecnológico: a fotografia saía da máquina segundos depois de a tirarmos.

Master System / Mega Drive / Sega Saturn
Grandes sucessos da Sega. A consola com maior impacto terá sido a Mega Drive – e o seu grande amigo Sonic:

MiniDisc
Outro formato de reprodução de som muito utilizado no contexto musical.

Modem analógico/dial-up
Eram precisas duas coisas: linha de telefone disponível e…paciência. Soava assim:

Nintendo Entertainment System
8-bit. Super Mario. Tudo dito.

Nintendo N64
Mais avançada, final dos anos 90. Mas o Mario esteve lá, noutra versão. E The Legend of Zelda também.

PDA
Pode ser visto como um antecessor do telemóvel actual: contactos, calendário, office, internet, gps… Muito utilizado em empresas.

PlayStation
Grande sucesso da Sony, entre as consolas de jogos. Gran Turismo e Final Fantasy estavam entre os CDs.

Porta PS/2
Entradas nos computadores para ratos e teclados.

Projector de slides
Muita gente tinha isto em casa, nos EUA. As famílias juntavam-se para ver fotografias de férias em família, por exemplo.

Protector de ecrã
Alguém ainda sabe o que é uma torradeira voadora? O fim dos monitores com “pixels que queimavam” ditou o fim dos screen savers.

Rádio portátil
Tinha AM e FM, levava-se para todo o lado e servia para tudo – até para infernizar os outros veraneantes na praia. Agora, as colunas portáteis bluetooth ligadas aos telemóveis fazem isso muito melhor.

Relógio com calculadora
O telemóvel tem tudo.

Retroprojector
Qualquer sala de aula tinha um. Grandes acetatos.

Telefone com fio
Quem tem um em casa?

Telemóvel que só servia para chamadas e SMS
Como?

Telemóvel que tinha antena
Tinha o quê?

Tripé (só para papel)
Pronto, este é discutível. Mas os palcos têm cada vez mais alternativas digitais, deixando o tripé e as pautas em papel nos bastidores. Ou nem isso.

Vinil
Clássico. Já dizia o Adrian:

Walkman / discman / leitor mp3
Ouvir onde quiser a cassete preferida, o CD preferido, a lista preferida. Até dava estilo.

ZX Spectrum
Load, aspas aspas. O primeiro computador de muita gente.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

1 Comment

  1. Fosse esse o problema e estava tudo bem… há tanta coisa que confunde os “mais novos” e a culpa é obvia: os pais optaram pelo caminho mais fácil!…

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