Bombeiros, médicos e enfermeiros entre os profissionais do Estado com maior quebra de rendimento

Bombeiros, médicos e enfermeiros são as profissões com a maior queda salarial no Estado em abril, em comparação com o trimestre anterior. Os bombeiros viram o seu ganho médio mensal recuar 4,8%, para os 1.633 euros, e os enfermeiros registaram uma descida de 1,9%, para 1.786 euros.

Segundo as contas da evolução do número de funcionários públicos e vencimentos feita pelo Diário de Notícias, a despesa com estas remunerações manteve-se praticamente inalterada nos 1,3 mil milhões de euros por mês desde abril de 2021.

Além dos bombeiros e dos enfermeiros, o pessoal da inspeção perdeu 1,1% do seu salário, recebendo agora cerca de 2.521 euros.

Analisando as remunerações em termos homólogos do ano passado, os médicos foram os mais penalizados, com uma perda salarial de 2,9% – em abril de 2021, um clínico do Serviço Nacional de Saúde (SNS) recebia, em média, 3.707 euros; um ano depois, o ganho médio caiu para 3.600 euros.

Em contrapartida, face ao trimestre anterior, os notários registaram uma subida de 1,8%, para 4.457 euros, seguido pelos polícias municipais, com 1,6%, para 1.633 euros. Comparando os dados com abril de 2021, as maiores valorizações vão também para estas profissões, com aumentos de 4,7% e 4,8%, respetivamente.

Os diplomatas tiveram um crescimento salarial de 3,7%, para 8. 984 euros, e os assistentes operacionais, operários e auxiliares de 3,5%, para 905 euros.

  ZAP //

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