Atingimos um marco aterrorizante pela primeira vez em 800 mil anos

Alejandro Mejía Greene / Flickr

A humanidade acaba de atingir uma marca histórica, mas infelizmente, esse não é um motivo para comemorações – muito pelo contrário. Pela primeira vez na história registada, o nível médio mensal de CO2 na atmosfera excedeu 410 partes por milhão em abril, segundo observações do Observatório Mauna Loa, no Havai.

Este recorde não é uma coincidência, apesar do que quem nega o aquecimento global possa dizer. Os seres humanos transformaram rapidamente o ar que respiramos ao atirar dióxido de carbono para a atmosfera nos últimos dois séculos. Nos últimos anos, colocamos esses níveis de gás num território desconhecido.

Essa mudança traz consequências inevitáveis ​​e assustadoras. Pesquisas indicam que, se não for controlado, o aumento dos níveis de CO2 poderia levar a dezenas de milhares de mortes motivadas pela poluição, atingir um ponto em que poderia diminuir a cognição humana e contribuir para o aumento do nível do mar e a chegada de ondas de calor e super-tempestades.

Temos uma boa ideia de como evoluiu a atmosfera da Terra nos últimos 800.000 anos. Humanos como nós, os Homo sapiens, evoluíram apenas há cerca de 200.000 anos, mas os registos do núcleo de gelo da Terra revelam detalhes intrincados da história do nosso planeta desde muito antes da existência dos seres humanos.

Ao perfurar mais de 3 quilómetros de profundidade nas camadas de gelo sobre a Gronelândia e a Antártida, os cientistas podem ver como a temperatura e os níveis de dióxido de carbono da atmosfera mudaram desde então.

A partir desse registo, sabemos que a atmosfera e o ar que respiramos nunca tiveram tanto dióxido de carbono como hoje.

“Como cientista, o que mais me preocupa é o que esse crescimento contínuo realmente significa: que continuamos a avançar a todo vapor com uma experiência sem precedentes no nosso planeta, o único lar que temos”, alertou no Twitter a cientista do clima Katharine Hayhoe.

Nos 800.000 anos dos quais temos registos, os níveis globais médios de CO2 flutuaram entre aproximadamente 170 ppm e 280 ppm.

Uma vez que os humanos começaram a queimar combustíveis fósseis na era industrial, as coisas mudaram rapidamente. Só na era industrial o número subiu para mais de 300 ppm. A primeira vez que a concentração subiu acima de 400 ppm foi em 2013, e tem continuado a subir desde então.

Há um debate entre os cientistas sobre a última vez que os níveis de CO2 foram tão altos. Pode ter sido durante a era do Plioceno, há entre 2 milhões e 4,6 milhões de anos, quando os níveis do mar estavam de 18 a 24 metros acima dos atuais.

Ou pode ter sido no Mioceno, de há 10 milhões a 14 milhões de anos, quando os níveis dos mares estavam mais de 30 metros acima do atual.

No nosso registo de 800.000 anos, levou cerca de 1.000 anos para os níveis de CO2 aumentarem em 35 ppm. Atualmente, estamos a calcular um aumento de mais de 2 ppm por ano, o que significa que podemos atingir uma média de 500 ppm nos próximos 45 anos.

Os seres humanos nunca tiveram que respirar ar assim. E isso não pode ser bom para nós.

Consequências

A temperatura global acompanha muito de perto os níveis atmosféricos de CO2. Os efeitos potenciais de temperaturas médias mais altas incluem dezenas de milhares de mortes por ondas de calor, aumento da poluição do ar que leva ao cancro de pulmão e doenças cardiovasculares, maiores taxas de alergias e asma, eventos climáticos mais extremos e disseminação de doenças transmitidas por carrapatos e mosquitos – algo a que já assistimos.

Níveis mais altos de CO2 também aumentam os efeitos da poluição por ozono. Um estudo de 2008 descobriu que para cada grau Celsius a temperatura aumenta devido aos níveis de CO2, pode-se esperar que a poluição por ozono mate mais 22.000 pessoas por doenças respiratórias, asma e enfisema.

Um estudo recente descobriu que, em geral, a poluição do ar já mata 9 milhões de pessoas todos os anos.

Uma outra pesquisa levantou ainda mais preocupações. O nível médio de CO2 não representa o ar que a maioria respira. As cidades tendem a ter muito mais CO2 do que a média – e esses níveis sobem ainda mais dentro de casa. Algumas pesquisas indicam que isso pode ter um efeito negativo sobre a cognição humana e a nossa tomada de decisões.

Os efeitos na saúde humana nos aumentos de CO2 são apenas uma parte dos problemas. A mudança que vimos recentemente nos níveis de CO2 tem sido muito mais rápida do que as tendências históricas.

Alguns especialistas acham que estamos no caminho para atingir 550 ppm no final do século, o que faria com que a temperatura média global subisse 6 graus Celsius. Isso seria catastrófico: para contextualizar, o aumento das tempestades, a subida do nível do mar e a disseminação de doenças transmitidas por carrapatos vêm após um aumento de 0,9 graus.

Projeções de aumento do nível do mar continuarão à medida que os níveis de CO2 continuarem a subir.

Neste momento, as emissões de dióxido de carbono ainda estão a aumentar. A meta estabelecida no acordo de Paris sobre mudança climática é limitar o aumento da temperatura global a 2 graus Celsius ou menos.

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18 COMENTÁRIOS

  1. Treta. Falta referir que apesar disso tudo o CO2 é uma parte demasiado pequena dos gases na atmosfera e que a maior parte do CO2 nem sequer tem origem na actividade humana. Assim se enganam tolos.
    Mais, já houve período glaciares com muito mais CO2.
    Já agora, se o CO2 tem aumentado de forma tão rápida porque é que a temperatura na Terra tem estado estável nas duas últimas duas décadas?

    • Pois é António, este assunto, mesmo entre cientistas há discórdia… Já cheguei à conclusão que a agenda política, dinheiro, falam mais alto e que realmente nada fazem de concreto para diminuir a poluição e a destruição rápida do planeta. Sim, é possível acabar com o uso do petróleo mas isso ia acabar também com muitas das fortunas que existem neste mundo fora… Interesse no dinheiro é maior que o interesse no planeta Terra…
      E mais, os registos do gelo de Vostok quando analisados (vão atrás no tempo cerca de 420.000 anos), na correlação entre CO2 e temperatura, não há dúvidas de que o aumento de CO2 sucede sempre depois do aumento de temperatura e ajuda mesmo depois na descida da temperatura!Isto é o calcanhar de Aquiles desses cientistas pró-mudança climática antropogénica.

  2. Pois o António tem razão…não é a maior ou menor concentração de CO2 que faz aumentar ou diminuir a temperatura. No carbónico a concentração média está estimada em 2000 ppm. As plantas agradecem o aumento de CO2 :p

    • Perfeito, é isso mesmo. O que se esconde por detrás de toda esta treta é a ganância, o negócio a nível mundial que gera triliões de dólares e que conta com a conivência de “cientistas” que são pagos (no financiamento da “investigação”, nas publicações, nos congressos, etc…) e a patetice de toda uma série de ignorantes em todo o mundo que falam do que não sabem.
      Ter-se-á em conta que 95% do chamado “efeito de estufa” é devido ao vapor de água? Que dos 4,7% que podem ser atribuídos ao CO2, 93% são de origem natural? Esta arrogância de pretender que influímos no clima e a forma como ela deve ser posta em causa não implica que se seja a favor de mais poluição, ou de mais consumo de combustíveis fósseis, nada disso. Mas são as plantas que agradecem, são elas que consomem CO2, e tanto quanto se sabe não há maior desenvolvimento da massa vegetal (que no Carbónico e no Pérmico atingiram valores astronómicos, com o desenvolvimento de grandes florestas face à grande disponibilidade de CO2). E depois há o mar, que tem uma área de contacto com a atmosfera de 70% da superfície do planeta e absorve por isso quantidades consideráveis de CO2 que depois fixa sob a forma de calcáreo (CaCO3). Ok, vamos todos ajudar a tornar o planeta mais limpo, mas sem que para isso tenhamos que fazer papel de ignorantes.

  3. Só comentários pouco esclarecidos. Nem Trump nem os que o apoiam são conhecidos por ser pessoas de grande nível académico ou intelectual. A única agenda política é a dos “Deniers” (negadores) que olham para os tornados no Algarve (que nunca houve), para o degêlo das calotes polares a uma velocidade que nunca houve, etc.. E dizem que é tudo normal. Então o Trump, esse poço de intelectualidade, não há de saber melhor do que fala do que a comunidade científica?

    António: Antes da Era Industrial o CO2 nunca subiu dos 280ppm em 800 mil anos. Logo a seguir à Era Industrial subiu para 300 e já vai nos 410. Você ainda diz que a maior parte deste aumento não se deve a actividade humana? Você lembra-me aqueles três macaquinhos: Um tapa os olhos, outro tapa os ouvidos e outro tapa a boca. É pena que você não seja o que tapa a boca… Assim nem entrava mosca nem saía asneira.

    Jo: Você tem toda a razão: a agenda política, dinheiro, falam mais alto e que realmente nada fazem de concreto para diminuir a poluição e a destruição rápida do planeta. É por isso que depois vêm com contra-teorias em que pessoas como o António acreditam, por se identificarem intelectualmente com palhaços políticos como Trump. Bastam dois dedos de testa… Quem tem razões mais suspeitas para estar a mentir? Os que têm interesses na Indústria dos combustíveis fósseis, ou os que não têm nada a ganhar, como a comunidade científica? Porque raio é que ninguém pára dois segundos para pensar… Porque é que são exactamente os que têm interesses no petróleo, que são os que negam estas teorias? Ai mentes simples, mentes simples…

    Brrnhau: De facto o CO2 é apenas um dos gases de Estufa na nossa atmosfera, mas precisamente por ser um deles, se todos os outros factores se mantiverem inalterados, um aumento de CO2 leva a um aumento de temperatura por efeito de estufa. Não sei exactamente o que quis dizer com isso do “carbónico”… Imagino que não se refira ao gás usado nos refrigerantes carbo-gaseificados. Se calhar refería-se ao período geológico Carbonífero. Nessa altura a subida de CO2 na atmosfera, levou a uma temperatura média da Terra muitíssimo mais alta do que hoje em dia. Actualmente é de 14.6ºC. No Carbonífero era de 20ºC, durante os primeiros 30 milhões de anos… Uma ligeira diferença, não? Isto apesar dos ventos mais fortes devido ao efeito coriolis da rotação mais rápida da Terra naquela época… Senão a temperatura ainda era mais elevada. A razão pela qual a partir da segunda metade do Carbonífero as temperaturas terem começado a baixar, esteve associado a consequências geológicas associadas ao supercontinente Gondwana que constituía a massa de terra seca naquele período. Se quiser continuar a emitir CO2 para a atmosfera não há problema… Espera-se 30 milhões de anos e a Terra acabará por reencontrar o equilíbrio.

  4. Israel é um estado genocida. Os Judeus sempre foram racistas e genocidas mas têm a particularidade de se armar em vítimas quando a coisa lhe toca a eles. São tão “especiais” que ser racista contra Judeus até merece um termo especial de corrida: Anti-semitismo. Não pode ser “racismo”, tem de ser um termo especial porque a raça deles também se acha “especial”.

    São sempre vítimas mas são sempre “especiais” e “escolhidos”. Isto vem desde a história do Êxodo. Coitadinhos eram escravos do Egipto… Como senão tivesse havido outros escravos na História. Depois Deus deu-lhes uma Terra Prometida (só para eles que são os escolhidos) e até lhes abriu o Mar de propósito, para depois o fechar em cima dos Egípcios… Crucificaram Cristo como crucificam todos os que se lhes surgem no caminho e questionam a sua superioridade. O que os Nazis fizeram, é um crime hediondo e inadmissível. Não tem desculpa nem perdão… Mas ao longo da história os Judeus não têm sido muito melhores.

    Ninguém pode ter armas nucleares, nem o Irão, nem a Coreia… Mas eles podem e têm-nas à vontade. Mas ninguém vê mal nenhum nisso. Anda-se a acusar o Assad de ter usado armas químicas, ainda que não haja provas disso… Mas os EUA, UK e França atacaram a Síria com base nisso. No entanto Israel atacou a Palestina em com armas químicas (fósforo branco) tendo inclusive morrido montes de crianças queimadas vivas… Mas alguém da comunidade internacional diz alguma coisa? Os Israelitas fazem manifestações nas ruas de Israel, a apelar descaradamente ao genocídio dos Palestinianos… Alguém os compara aos Nazis?? Não, está tudo bem… “Business as usual”.

    • Brrnhanha: Perguntaste-me pelas Leis da Termodinâmica (que se aprendem no liceu, pelo menos para os de científico-naturais, como eu), como podías ter perguntado se eu sabia a receita de bacalhau à Zé do Pipo. Saiu-te essa!..

      Mas sabes tanto de Termodinâmica como eu sei de futebol, ou seja, não pescas um boi do assunto… Senão ías ser capaz de me explicar em que é que, o facto de um sistema tender sempre para o seu estado de maior entropía, ie, de menor energia e maior desordem, refuta a teoria de que o CO2 contribui para o aquecimento global.

      Arre burro!

    • O raciocínio é o inverso. O ser humano não é uma coisa “separada” do planeta. Está para o planeta como uma célula (ainda que cancerígena) está para o corpo humano. Qual é o nível ideal de Ph do sangue para uma célula humana? Naturalmente aquele que possibilitou o seu surgimento evolutivo.

      Qual é o nível de C02 óptimo para o ser humano? Aquele que existia naturalmente e possibilitou o seu surgimento evolutivo enquanto espécie. Alterá-lo drástica e artificialmente, é o mesmo do que uma célula do sistema endócrino do nosso corpo ficar cancerosa e começar a destruir as glândulas provocando uma alteração do equlíbrio hormonal do corpo e por fim a sua morte. Com a morte do corpo, seguidamente morrem também as células cancerígenas. Está a ver a analogia, não está?

  5. Não concordo com a sua analogia, células cancerosas?? Quando olha para a subida do C02 deve considerar a maior janela de tempo possível em termos geológicos, os alarmistas mostram sempre um gráfico a partir de 800 mil anos, quando estávamos em mínimos de toda a história da terra, toda a vida evoluiu com concentrações de C02 muitíssimo superiores, estamos agora sair desses mínimos o que beneficia a vida vegetal e em consequência toda a vida. Além do mais a correlação C02/temperatura há muito que se sabe ser uma falácia.
    https://i.stack.imgur.com/HxERL.png
    continua no entanto a dúvida, qual o nível óptimo de C02 para os humanos e para o planeta.

    • Respeito que discorde, Fonseca. Mas repare que tal como já escrevi acima, em relação ao efeito da subida de CO2 na temperatura, no período geológico Carbonífero, como o próprio nome indica subida de CO2 na atmosfera chegou a 1500ppm no seu início, o que levou a uma temperatura média da Terra muitíssimo mais alta do que hoje em dia. Actualmente é de 14.6ºC. No início do Carbonífero era de 20ºC, o que durou durante os primeiros 30 milhões de anos… Uma ligeira diferença, não? Isto apesar dos ventos mais fortes devido ao efeito coriolis da rotação mais rápida da Terra naquela época… Senão a temperatura ainda era mais elevada. A meio do Carbonífero o CO2 diminui para 350ppm e a temperatura baixou para 12ºC. Entende agora os dados?

      O que você perguntou não foi qual o nível de CO2 ideal para “a vida”. A vida é algo muito vago e as formas de vida foram evoluindo, foram se adaptando, extinguindo, voltando a evoluir ao longo de milhões de anos consoante as alterações do ambiente, incluindo o CO2 mas não só, evidentemente. O que você perguntou foi qual o nível ideal de CO2 para o ser humano. O ser humano enquanto espécie surgiu há 200 mil anos. Os níveis de CO2 nessa altura andariam pelos 250ppm. Esses serão portanto os níveis ideais.

      Acho ridículo e absurdo dizer que aumentar o CO2 é bom para as plantas, quando o que era bom para as plantas era que o homem não destruisse só a Amazónia à taxa de 28 mil Km2 por ano. A sua lógica é um espectáculo. O ser humano destroi as florestas do planeta às dezenas de milhar de Km2 por ano e solução está em poluir a atmosfera com gases de fábricas e de escapes dos automóveis para assim adubar plantinhas. Veja lá… Se calhar ainda estamos a poluir pouco. Temos de poluir mais para compensar os cortes florestais.

      Ouve-se cada coisa… É só iluminados este Portugal.

    • O efeito de estufa é provocado em 95% pelo vapor de água. Dos 4,7% que podem ser atribuídos ao CO2, 93% são de origem natural. Isto diz tudo à volta deste tremendo negócio do CO2, que gera triliões de dólares.
      Além disso, os oceanos, que cobrem 70% do planeta, absorvem quantidades consideráveis de CO2, que depois transformam em CaCO3, calcário.
      O vulcão que agora entrou em grande actividade no Hawai, vai libertar CO2 equivalente a milhares de anos de civilização.
      Deixem os verdadeiros cientistas falar e não os amordacem, cortando-lhes o financiamento, as publicações e o acesso aos Congressos. Ainda há 3 ou 4 anos se verificou um enorme escândalo na UNESCO com a descoberta de processos de impedimento de informação tida por inconveniente.

  6. Sr. Miguel, respeito a sua forma de pensar, contudo interpretou-me mal ou fui eu que me expliquei mal, nunca disse que não há problema em destruir a Amazónia ou em poluir a atmosfera, acho que essa sim devia ser a grande batalha de um verdadeiro ambientalista e não a guerra ao C02 que é um gás inerte! O C02 é hoje utilizado como argumento espantalho para desviar as atenções do que devia ser a luta contra a poluição, a desflorestação e a exploração até à exaustão de recursos naturais não renováveis. Mas é tão mais fácil diabolizar o coitado do C02… até se pode arranjar umas taxas e tudo…
    Dizer que o CO2 é poluição é como dizer que o tabaco causa cancro porque liberta CO2 esquecendo todos os outros compostos, esses sim tóxicos.
    Quanto à interpretação dos dados, no período Ordoviciano o CO2 estava a 4000 ppm, quase 10x o actual e houve uma era glaciar mesmo assim, pela sua interpretação a terra devia estar a arder.
    Na história mais recente deixo-lhe algo em que pensar a Gronelândia, porque será que os vikings lhe deram o nome de “Greenland” depois a abandonaram durante os sec. 14 e 15 e agora continua a ter três quartos do território coberto por gelo permanente. Com concentrações de C02 tão baixas antes da revolução industrial não acha estranho que tenha havido um período tão quente que aquela terra tenha sido “Green” em vez de “Whiteland”.

  7. Carissimo Miguel Queiroz,
    Concordo plenamente com os seus comentários, excepto em relação ao seu super positivismo… como sabe, não precisamos esperar 30 milhões de anos, talvez nem chegue a 30 meses… a ver vamos.

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