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Desenvolvimento das baterias de lítio vale prémio Nobel da Química

The Nobel Prize

John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino, respetivamente.

A Real Academia Sueca das Ciências atribuiu o prémio Nobel da Química a três investigadores: John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino. Os laureados destacaram-se pelo desenvolvimento das baterias de lítio.

O Prémio Nobel da Química de 2019 foi atribuído aos americanos John B. Goodenough e M. Stanley Whittingham, e ao japonês Akira Yoshino, anunciou esta quarta-feira a Real Academia Sueca das Ciências, “pelo desenvolvimento das baterias de lítio”.

A invenção das baterias de lítio — que aconteceu ainda durante os anos 80 — foi fundamental para o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos carros elétricos, rumo a um mundo mais amigo do ambiente. As baterias são também usadas em tecnologias como pacemakers e telemóveis.

Segundo o jornal Público, com 96 anos de idade, Goodenough é o cientista mais velho a receber o Nobel até ao momento. O prémio tem um valor de nove milhões de coroas suecas, o equivalente a 871 mil euros.

O Observador explica que para criarem esta tecnologia, os vencedores do Nobel tiveram que ultrapassar vários desafios químicos para permitir que os iões de lítio pudessem manter uma certa durabilidade.

Para além do Nobel da Química, até ao momento já foram atribuídos o prémio Nobel da Medicina, na segunda-feira, e o prémio Nobel da Física, na terça-feira.

No ano passado, o Nobel da Química foi atribuído a três investigadores pelo desenvolvimento de técnicas que permitem a criação de proteínas dirigidas.

  ZAP //

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