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Urban Sequoia: a rede de arranha-céus capaz de absorver 1.000 toneladas de carbono por ano da atmosfera

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A Skidmore, Owings & Merrill (SOM) revelou, durante a COP26, a sua proposta para a Urban Sequoia, uma rede de edifícios que absorvem o carbono da atmosfera. 

Foi este mês, durante a cimeira do clima COP26, que a Skidmore, Owings & Merrill revelou, pela primeira vez, a sua proposta para o projeto Urban Sequoia, uma rede de arranha-céus que serão capazes de absorver o carbono presente na atmosfera.

Se este projeto foi bem sucedido, esta rede de edifícios pode trazer significativas mudanças no ramo da construção, que é responsável por 40% das emissões globais de carnobo.

Segundo o Interesting Engineering, o design da rede de edifícios nasceu de uma combinação de várias soluções já analisadas pela empresa, para tornar o projeto ainda mais sustentável.

Entre elas está a diminuição no uso de materiais, tecnologias de captura de gás carbónico, uso de biomateriais e uma otimização no processo de construção.

A redução de carbono ocorre, especialmente, por dois motivos: os recursos usados na construção destes edifícios incluem materiais inovadores – como tijolos biológicos, madeira e cimento amigo do ambiente (biocrete) – que consomem muito menos carbono do que os materiais normalmente utilizados no ramo da construção, como o aço ou o cimento.

Mas o que torna estes edifícios ainda mais ecológicos é a absorção de carbono que ocorre depois de os arranha-céus serem construídos.

Na prática, isto significa que, além de não contribuírem para o aumento das taxas de emissão de carbono, os edifícios são também uma solução para as diminuir.

A empresa já deu o primeiro passo com a finalização da construção de um protótipo, um prédio muito alto que será utilizado para analisar qual o nível de eficácia deste novo projeto.

O comunicado da SOM revela que, ao mesmo tempo que reduz as emissões de carbono por ter sido construído a partir de materiais naturais, o protótipo absorve 1.000 toneladas de carbono anualmente, o que equivale a 48.500 árvores.

A absorção do carbono ocorre por causa da característica de captura de ar dos edifícios, que filtra o gás carbónico.

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