Jihadista português terá sido morto por míssil na Síria

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Mikael Batista, jihadista  português abatido na Síria

Mikael Batista, jihadista português abatido na Síria

O português Mikael Batista, que vivia em França e que combatia ao lado do Estado Islâmico, na Síria, terá morrido. Este luso-descendente de 23 anos terá sido abatido durante uma operação militar da coligação internacional liderada pelos EUA.

A morte de Mikael Batista ainda não foi oficialmente confirmada pelas autoridades portuguesas, mas a sua esposa, Raheeq Makhtoum, revelou à revista Sábado que ele terá sido “abatido por um míssil da aviação internacional”, na segunda-feira à noite.

Raheeq Makhtoum disse ainda à mesma publicação que o jihadista, que tinha dupla nacionalidade portuguesa e francesa, tinha ido para a zona de Kobane há “uma semana”, juntamente com mais 15 combatentes do Estado Islâmico oriundos de França.

“Eles foram para lá dispostos a não voltar. Estavam decididos a morrer pela causa de Alá, com a intenção de matar e de serem mortos”, afiança a esposa do jihadista português citada pela Sábado.

Várias contas do Twitter associadas ao Estado Islâmico estão também a avançar a morte de Mikael Batista e a esposa fez questão de lhe deixar uma mensagem de despedida, através desta rede social.

“O meu coração está partido, mas eu sei onde te reencontrar. Encontro marcado no Paraíso, meu amor. Tenho muita pressa. Que Alá te aceite”, aponta Raheeq Makhtoum no seu perfil do Twitter.

Mikael Batista estudava desporto na Universidade Paris-Est Créteil, antes de ter viajado para a Síria para se juntar ao Estado Islâmico. Oriundo de uma família de emigrantes portugueses em França, naturais de Trás-Os-Montes, onde passava habitualmente as suas férias de Verão, o jovem confessou, numa entrevista ao Expresso, que o que mais apreciava na sua nova vida na Síria era “treinar e matar“.

SV, ZAP

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2 COMENTÁRIOS

  1. É errónea a ideia de que hajam ou tenham havido jihadistas portugueses. São também raros, em proporção, o caso de luso-descendentes que tenham participado em tais atrocidades. Ainda assim seriam “luso-descendentes” isto é, nascidos, criados e educados em solo nao português e que agiram por influência do meio sócio-político, sem qualquer inferência da sua luso-descendência. O português, é por natureza pacífico e avesso a conflitos. É por isso profundamente injusto “colar” a Portugal e aos portugueses esses adjectivos, de todo inapropriados. Nem nos parece que seja motivo de regojizo ou algo de que nos devamos orgulhar ainda mais sendo uma grosseira e abusiva inverdade mediatizada. Je suis juste !

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