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Ninguém lê os ‘termos e condições’. Mas há consequências

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ZAP // Rawpixel

São muitas linhas, mas é importante ler. Congresso dos EUA vai tentar ajudar as pessoas neste assunto. TLDR tem agora dois significados.

O assunto não é propriamente novo. Na verdade, há diversos anos que já é um hábito de muitos consumidores da internet. Mas agora é assunto por causa de uma iniciativa política nos Estados Unidos da América.

O tema em causa são os ‘termos e condições‘ que aparecem milhões de vezes por dia nos ecrãs.

Quando se cria conta em algum site, quando se tenta realizar uma compra, por exemplo. Aparece aquela janela habitual dos termos e condições do site em causa: dizemos que aceitamos tudo e pronto, está feito.

O motivo é quase sempre o mesmo: são demasiadas linhas. Num mundo onde a maioria das pessoas prefere textos curtos, essa maioria prefere passar à frente todas aquelas alíneas e todos os pontos, procurando logo o “ok”.

É a expressão, em inglês, TLDR: too long, didn’t read. Ou seja, «demasiado longo, não li».

É longo mas deve ser lido. Muitas vezes, ao aceitar (sem ler) todos os termos e todas as condições que nos são apresentadas, estamos a dar autorização à empresa para utilizar informações pessoais nossas.

A Fast Company destacou este tema porque, nesta quinta-feira, um grupo de legisladores do Congresso dos Estados Unidos da América (que envolve membros do Partido Democrata e do Partido Republicano) apresentou uma lei com o objectivo de ajudar as pessoas neste assunto.

A ideia é fazer com que mais consumidores percebam com o que estão a concordar nesses momentos, obrigando os portais a fornecer a mesma informação aos utilizadores, mas com menos palavras. Um resumo perceptível, no fundo.

E a lei chama-se: Lei de Rotulagem, Design e Legibilidade de Termos de Serviço. Na versão original: Terms-of-service Labeling, Design, and Readability Act. Ou seja…TLDR.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

1 Comment

  1. atualmente ao fim de semana da parte da TARDE ,os 3 canais principais passam o mesmo ! Musica PiMBA e as feiras dos queijos ,presuntos e doces regionais ,para alem de estarem a perder o publico jovem para a internet,jogos etc,demostrarem uma grande falta de imaginaçao,e criatividade, vejam uma tarde de sabado ou domingo nos antigos anos 90 tinham mais qualidade que hoje em dia ,e que tal um programa para ajudar o comsumidor mais desprotegido,os pobres que nao tem um serviço por CABO estao cada vez mais resumidos as TV AQUARIO ! passam sempre o mesmo

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